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Onde se ganha o pão, não se come a carne…

“A maioria dos homens tem medo de sair com alguém do ambiente de trabalho por medo que a relação azede”

É com esta frase que começa a matéria a “Dê duro na firma” que li estes dias na Men´s Health. Bem, eu discordo.

Este pode ser um dos motivos, mas sem dúvida está longe de ser determinante. No meu ponto de vista, absurdamente feminino e um tiquinho feminista, se assim quiser chamar, o homem evita relações com mulheres com quem trabalham porque desaparecer no dia seguinte sem deixar rastros não é uma opção. Eles têm medo de no outro dia descobrir da pior maneira possível que ela não encara de forma tão simples assim o sexo sem compromisso.

Como mulher, eu sei que muitas vezes, embora tentamos evitar fortemente, é impossível controlar os impulsos, e mesmo não ligando vinte vezes ao dia, sempre daremos um jeito de dizer que adoramos a ficada e gostaríamos muito de repetir, seja com torpedos ou e-mails. Quando há certa distância o homem pode simplesmente ignorar, e todos sabem que eles fazem isso. Podem apenas optar por não responder os torpedos, os e-mails ou não atender ao telefone, até que a moça entenda que ele não está interessado, e se estiver, ela não deve ir com muita sede ao pote. Mas, e apesar de todas as complicações, em uma empresa onde trabalham homens e mulheres quase da mesma faixa etária, é impossível dizer que relações duradouras ou não, jamais acontecerão. Será que existem formas de fazer dar certo?

Acho que assim como em qualquer relacionamento, o importante é deixar bem claro suas intenções. Se não está procurando compromisso, diga. A sinceridade evita qualquer confusão, esse papo de “ela entendeu errado” é história para boi dormir. No mínimo você contou meia verdade.

Outras dicas úteis.

Fingir que nada aconteceu.

Os homens acham que fingir que nada aconteceu é simplesmente ignorar a existência da moça e fugir como o diabo foge da cruz. Mas fingir que nada aconteceu é manter os mesmo hábitos, as mesmas brincadeiras, as mesmas conversas. Vocês podem não tocar no assunto, mas se quiser evitar dor de cabeça, continue de onde parou antes de rolar. Acredite, o silencio é um tiro no pé.

Evitar fofocas.

Evitar fofoca também não significa ter medo de pronunciar o nome da moça ou desviar o olhar cada vez que encontrá-la. Vocês são adultos, assumir esta posição é ridículo.

E se der certo?

Pois é, se por acaso você cuspir e cair bem no meio da testa e for arrematado por uma paixão súbita, também existem algumas regras. Muita gente diz que não funciona, mas tenho amigos que namoram pessoas com quem trabalham e tudo anda as mil maravilhas. A regra é sempre a mesma, respeitar o espaço do outro. Neste caso, respeitar MUITO o espaço do outro.

E tem horas que dá vontade de mandar a etiqueta as favas, não é? ;-)

Amy Winehouse compra acessórios eróticos. E ??

Ok, confesso que este não é bem o perfil do “Doces Ou Travessuras”, mas acontece que vi esta notícia lá no Portal do MSN e achei bem interessante. Ok, confesso que achei engraçada, but I’ve got a point.

Amy Winehouse é famosa por todos os motivos que você e eu já conhecemos, mas apesar da loucura aparente, ela foi vista recentemente, de acordo com um tablóide inglês nada sensacionalista, gastando uma fortuna em acessórios eróticos. So what?

Muitas mulheres reclamam do desempenho sexual de seus parceiros e lamentam pelos corredores a falta de tato de alguns homens, mas para muitas, é impossível falar de sexo abertamente. O assunto, por incrível que pareça, ainda é tabu. Digo isso porque lá no meu trabalho, chegou de maneira clandestina, um catálogo de produtos eróticos e, enquanto eu folheava de maneira natural, em meu horário de almoço claro, minha colega soltava gritinhos avergonhados e pedia que eu escondesse aquele absurdo.

Oi?

De acordo com a nota, a senhorita Amy adquiriu calcinhas exóticas, perfumes afrodisíacos e um chicote caríssimo, cravado com diamantes. Ignorando o fato de que este chicote deve machucar pra dedéu, ela não vê problema algum em experimentar e ousar, o que nem as declaradas “moderninhas” tem coragem de fazer.

Mulheres, eu defendo e sempre defenderei que, o importante não é a quantidade de homens com quem você faz sexo, casual ou não, o importante é como você faz.