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A ex louca. Quem nunca?

Tenho uma amiga que conhece caras que a primeira vista são perfeitos. Digo isso porque, além do óbvio, de que ninguém é perfeito, em algum momento do relacionamento, geralmente alguns meses antes do término, eles simplesmente enlouquecem. Todo mundo sabe que ela é um pouco esquentadinha. Que tapa os ouvidos para ouvir a verdade e adora fazer um escândalo. Daí transformar seu parceiro em uma cópia mal feita dela mesma, é demais, não é? Não sei se Freud poderia explicar, a questão é que os homens até então equilibrados, ficam loucos e todos seus relacionamentos terminam com agressões físicas e verbais. Seria possível que uma simples mulher, umazinha, sozinha, pudesse provocar a ira de um homem a ponto dele esquecer todo seu histórico, cavalheirismo e razão, para fazer barracos que terminarão na delegacia?

Eu não sei. Só sei que após tacar o dedo no botão enviar e me dar conta de que estava mandando mensagens bêbadas, de madrugada, para um cara que deixou bem claro não querer saber mais de mim, eu fiquei me perguntando que diabos é isso que transforma a gente em outra pessoa. Que nos faz tomar todas as atitudes erradas e continuar fazendo mesmo sabendo que tá tudo errado. Mesmo sabendo que ao invés de trazer para perto, você vai afugentar. Que ao invés de se contentar com o fim e manter as lembranças boas, você vai reduzir sua história as atitudes desesperadas que tomou na tentativa de evitar/remendar/adiar o fim. E além de ter que lidar com o fim e encontrar maneiras de seguir em frente, terá que tirar da cabeça as atitudes vergonhosas que tomou enquanto uma louca habitava seu corpo.

E embora poetas, saudosistas e mulheres desprovidas de amor-próprio se defendam dizendo que somente quem amou de verdade sabe o que é ver sua alma ser tomada por um completo estranho e ver se tomando atitudes que jamais pensaria em tomar, a gente sabe que humilhação não cabe bem em ninguém, em qualquer estação que seja e esta longe de ser atraente.

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Voltar ou não? Eis a questão!

Nem sempre só o amor basta – já ouviu esta frase? Com certeza sim. Ela pode ferir os ouvidos dos mais românticos que acreditam que o amor pode vencer tudo. Desde guerras, a catástrofes naturais e longos períodos de orgia ou pobreza. Mas na realidade a coisa está longe de funcionar assim. Pelo menos deveria.

Eu acho que muita frustração seria evitada se todo mundo tivesse a consciência de que só o amor não basta. De que amar o outro não é garantia de um relacionamento duradouro e feliz e que de boas intenções o inferno está cheio.  Dito isso, eu estou aqui na verdade para falar sobre término. Aquele período do término em que você recebeu a irresistível proposta de reatar o namoro e não sabe se aceita a oferta ou não. Então você sai à procura de conselho dos seus familiares ou amigos e tudo o que eles dizem é:

- Você ama ele?

Porra! Não fode! Já começou errado. Neste caso sinto informa-lhes que não se trata apenas de amor. Que na verdade por mais estranho que pareça, o amor não entraria nem no meu top cinco motivos para reatar um namoro. Na verdade ele entraria no top três de motivos para não reatar.

Para ser mais clara usarei exemplos de amigas e sim, elas são amigas porque se me lembro bem, já disse aqui várias vezes que nunca namorei. Tive apenas um relacionamento meia boca que passou bem longe de ser um namoro, então elas são mesmo minhas amigas, não são eu contando histórias disfarçadas de mim, okay?

Eu acho que para reatar o namoro, as mulheres ao invés de se apegarem ao amor deveriam levar em consideração uma coisa bem simples, a mulher de malandro! Sabe aquela teoria que diz assim: me bate uma vez e a culpa é sua, me bate de novo e a culpa é minha? Pois é, eis a verdade universal.

Dependendo dos motivos pelos quais vocês terminaram, o amor, não faz nem cosquinha.

Amiga 01 – Tenho uma amiga que sofre até hoje com o fim de um relacionamento conturbado. O cara é violento, a persegue e sai por ai contando podres safadinhos sobre ela. Ela costuma repetir “O que foi que eu fiz de errado além de amá-lo de mais?”. Pois eu digo, quando você perde o respeito pela pessoa ao lado, não há amor no mundo que salve sua relação. Uma vez que vocês começam a trocar ofensas como “seu corno, sua puta, seu chifrudo” e daí para baixo, não há como voltar atrás, E quando você termina um relacionamento para tentar dar um equilibrada e resgatar o respeito, você está subliminarmente dizendo que é mulher de malandro, que pode xingar, ofender e você está estará ali, de pé, pronta para outra ofensa. Neste caso o único amor que pode salvar esta relação é o amo próprio.

Amiga 02 – Traição. Esta aí o pior dos casos. Sempre quando o término envolve traição a decisão de voltar ou não pode ser bem pior. Voltar significa que você perdoou completamente e deve jogar o assunto para debaixo do tapete, sem jamais trazer a tona. Nada de: “Nossa, você me traiu e não consegue pegar nem um copo de água para mim?” A questão é: você é capaz de esquecer completamente uma traição?

Além disso, quando você aceita uma traição é o mesmo que dizer, pode me trair de novo!

É por isso que eu digo, por mais que as pessoas queiram se enganar e resolver tudo com amor, voltar, dependendo dos casos, diz bem mais do que eu amo você. Geralmente diz, eu não me amo!

O amor é cego?

Você pode dizer que sim, e quando falamos de amor, muitas coisas vão além da nossa compreensão. Casais desproporcionais tanto fisicamente quanto emocionalmente, estão ai para provar que os opostos se atraem e que o amor pode mesmo ser muito é do cego, ou burro ou sem lógica alguma. A pergunta é: até que ponto usamos esta desculpa para nos afundarmos em relacionamentos desastrosos?

Digo isso por que é muito comum após o fim do namoro, pararmos um tempo para analisarmos em como a coisa toda se deu. Mas comum ainda é nos prostramos como vítimas repetindo o mantra: “Ele não era assim no começo, como pode uma pessoa mudar tanto?”

Será? Será que ele realmente era a perfeição ou seu desespero para mudar seu status no Facebook deixou seus olhos meio preguiçosos?

Eu sei que no começo do namoro é tudo muito bom, tudo muito lindo, como diria Caetano e, ainda estamos jogando o jogo do “eu vou tentar impressionar você” e por algum tempo deixamos nossos comportamentos mais duvidosos debaixo do tapete. Só que é impossível fingir o tempo todo, vez ou outra algo sempre vem à tona e são nas pequenas atitudes que se encontram grandes surpresas. É clichê, mas é a mais pura verdade!

Dar-lhe-ei um exemplo, um dos mais comuns se quer saber, seu ex fala muito mal da ex namorada e você se sente nas nuvens achando que ela já é passado e finge não se dar conta de que ela se faz tão presente que você experimenta um ménage  -sem aproveitar os benefícios. Só percebe quando ele resolve terminar com você e voltar para os braços dá, até então, megera. Daí você vai desperdiçar meses, lágrimas e ombros amigos tentando entender como pode alguém ser tão dissimulado a ponto de odiar com unhas e dentes a ex e voltar com ela. Mas o ódio foi ele que pintou. Pintou todos os dias com cores gritantes e você foi a única que não viu, aliás, não quis ver. Por que quando a gente superou alguém, ela deixa de ser assunto. Nem ódio, nem amor são exaltados.

O mesmo vale para aquele cara que é um amor com você, mas trata mal a família, o garçom e o cara na fila do cinema. Hora ou outra ele vai te tratar do mesmo jeito e você vai acabar pensando: “Mas eu não entendo, ele era tão fofo!”. A fofura dele era proporcional a sua cegueira.

O amor é mesmo cego ou nós é que carregamos vendas em caso de urgência? Se você já sabe a resposta para esta pergunta, o mínimo que pode fazer é encarar o próximo término – não que eu esteja desejando o fim do seu namoro- com pouco mais de maturidade. Assim, quando estiver próxima de uma cegueira momentânea, você pode fazer uso das suas lentes de contato!

Posso citar Caio Fernando Abreu? “Por isso eu acho que a gente se engana, às vezes. Aparece uma pessoa qualquer e então tu vai e inventa uma coisa que na realidade não é”.

E isso se chama desespero, o amor? Ah, o amor é outra coisa!

Boys will be boys ou coisas que a gente sempre esquece, sobre eles.

Vamos esquecer criticas de gente que não tem mais o que fazer e trazer de volta o bom humor para este blog. Hoje compartilho com vocês uma matéria que li na Woman´s Health deste mês a respeito de coisas que descobrimos sobre os homens com o passar do tempo. Aliás, coisas que a gente sabe, mas esquecemos e ou fingimos não lembrar, dai cobramos demasiadamente quando na verdade, já sabemos a resposta. Acho até que se agissemos como eles em muitas situações, seríamos mais felizes, vem comigo… rs

Eles são eternas crianças, quando crescem apenas trocam o brinquedo por outro mais caro.

Estamos falando de carro, mas a mulher também tem das suas. Agora, isso de viver certos momentos com alguma leveza, ás vezes até conservando alguma “idiotice”, eu invejo bastante. Se por um lado eles agem como crianças, muitas vezes nós agimos como idosas reclamonas. “A idiotice é vital para a felicidade”.

Se a sua amiga for bonita, ele vai sim ter vontade de transar com ela.

E com todas né gente? Com a protagonista da novela das 8, com a atendente da padaria enfim, com a maioria das mulheres. Acho que estar namorando/noivo/casado não impede ninguém de achar outra pessoa atraente e, ás vezes, imaginar cenas ilíticitas com aquela pessoa, não significa que irá fazê-lo.

Adoram mulheres independentes. Mas sempre deixe para eles algumas coisas.

Eu concordo e assino embaixo, apesar de todo esse lero lero de mulher independente, acho importante não confundir alhos com bugalhos. De vez em quando eu banco a mulherzinha sim senhor. E adoro quando o cara me liga com a noite já planejada em mente, adoro quando ele se oferece para pagar a conta e adoro mais ainda quando sou surpreendida com um beijo que veio não sei de onde. Fucky yeah! Atitude…

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Relacionamentos 2.0 ?

Antes você ficava sentada aguardando o tal do telefonema que não vinha nunca, hoje a resposta pode surgir de vários meios. Enquanto você olha o celular a cada segundo, confere se ele não fez atualizações em nenhum dos seus perfis nas redes sociais do momento. Pior, caso tenha saído de um relacionamento recentemente, será praticamente impossível evitar que passe horas na internet a procura de qualquer movimentação suspeita. Horrível não?

Eu já fiz isso. Já chequei scraps, depoimentos, juntei peças e imaginei que estava sendo traída, ou trocada. Contudo, me atrevo a dizer que este processo é natural e hora ou outra você supera. O que me deixa intrigada é toda esta exposição por parte de blogueiros, ou não, a respeito de seus relacionamentos.

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Você levou um pé-na-bunda, aceite!

Eu sinceramente achava que as mulheres não tinham mais este tipo de dúvida, até que recebi um e-mail de uma das minhas amigas, pedindo que eu falasse com um dos caras que escrevem no Diário De Solteiro, onde, diga-se de passagem, eu também escrevo, solicitando um texto sobre a dificuldade que o homem tem em dar foras ou ligar no dia seguinte. O assunto já foi discutido lá, de certa forma, e em outros blogs também, mas geralmente as pessoas decidem que o homem simplesmente não tem dom para terminar relacionamentos e fica por isso mesmo. Mas eu penso um pouquinho diferente, pra variar.

Penso diferente porque existem situações e situações e, em algumas destas situações, não é exatamente possível dizer que o homem está errado, não totalmente.

Primeiro, era realmente um relacionamento?

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