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Quanto tempo demora pro tempo passar?

Dia desses você acordou e o dia estava meio cinza, mas se sentia particularmente feliz, então decidiu usar pela primeira vez aquela meia de dedinhos que ganhou da melhor amiga que acha graça de quem usa meia e crócs. Quando olhou seus pés não conseguia parar de rir. Pensou em tirar uma foto e enviar pra ele via celular, mas foi ai que lembrou: “a gente não se fala há uma semana”.

Outro dia você chegou no trabalho e levou uma comida de rabo. O dia começou errado e foi acontecendo assim, todo errado. Lá pela hora do almoço pensou em mandar uma sms “que dia de merda”, mas então lembrou: “a gente não fala faz um mês!”.

Num fim de semana desses saiu pra beber com suas as amigas e viu o casal mais estranho do mundo. Ela era muito mais alta do que ele. Quando se beijavam era como se o moço estivesse correndo perigo, mas era bonito de ver como não se importavam. Pensou que talvez ele fosse achar a maior graça. Pegou o telefone outra vez e de repente parou: “poxa! Já tem três meses” Mas quando a banda favorita dele veio tocar na cidade, pensou que mandar um e-mail avisando e falando sobre os ingressos seria legal. Não tão íntimo. Nada de beijos ou abraços ou “hei, lembrei de você!”. Só o flyer anunciando o show da banda. Mas ele vai sacar que você lembrou. Vai sacar que ainda ta pensando nele. Vai sacar que ta sentido falta. Deixa pra lá, é loucura mesmo. Já tem quase cinco meses!

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O tempo que ele leva para dizer “eu te amo” é realmente importante?

Hoje vi uma matéria no The Stir bem interessante falando sobre “O tempo certo para dizer eu te amo”, se é que ele existe, não é mesmo?

A matéria baseava-se em uma pesquisa feita pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) em que 60% dos homens entrevistados disseram que costumam dizer “Eu te amo” nos três primeiros meses do relacionamento. O tempo médio de respostas revelou algo em torno de 97 dias após terem se conhecido e estarem se relacionando. Os homens também revelaram que ficam felizes quando a mulher diz “eu te amo” primeiro, contanto que seja dentro do prazo de três meses de relacionamento. Para eles, isso quer dizer que a mulher esta disposta a ir para cama. (Pára tudo! Hoje em dia? Tá bom!). Agora, se a criatura declarar todo seu amor antes deste prazo pode soar como desespero.

Já em relação aos homens, os canalhas lindos disseram que quando dizem “eu te amo” ou algo similar antes de três meses, certamente a coisa não vai terminar de maneira agradável, por dois motivos:

- Ou ele é um doido carente louco para se enfiar em um compromisso, neste caso, pouco se importando com que está tendo este compromisso, dizendo eu te amo, mesmo sem conhecê-la direito, aumentando as chances da coisa desandar quando ele perceber que não te conhece direito e foi precipitado.

- Ou ele está apenas querendo levá-la para cama.

Lá onde a pesquisa foi feita (nas terras do tio Sam), as coisas ainda podem caminhar assim, e a relação das pessoas com o sexo pode ser a moda antiga, vamos dizer assim, mas aqui em terras tupiniquins, o cara tem que ser muito mané para despender tanta energia fingindo ter um relacionamento apenas para conseguir sexo.

Continuando…

De acordo com os homens que responderam a pesquisa, três meses é tempo suficiente para conhecer uma pessoa, pelo menos a ponto de saber se você realmente gosta dela e se consegue enxergar um futuro ao seu lado.

Eu posso dizer que, na única vez em que ouvi as três palavrinhas (hahahahaha forever alone) foi depois de três meses mesmo. E a única vez em que disse “eu te amo” foi depois de ouvir, depois de três meses. E me lembro bem de ter estado em um relacionamento anterior e começar a sentir certa inquietação após não ouvir “eu te amo” conforme os três meses foram passando. Tanto que lá pelo quinto mês comecei a ficar uma chata, desconfiada, insatisfeita e a relação foi descarga abaixo.

E ai a autora do artigo faz a seguinte pergunta: quando é muito cedo e quando é muito tarde para dizer “eu te amo”?

Mas ao acabar de ler eu fiquei me perguntando qual é da nossa encanação com o termo? Será que olhar para alguém e dizer eu te amo simplesmente basta e serve para conferir a autenticidade da relação? Será que as atitudes do dia a dia não bastam para revelar se a outra pessoa realmente se importa com você?

Será que dizer eu te amo é a única forma de dizer eu te amo?

Já até imagino a cena:

- Poxa amor, mas você sabia o quanto era importante para mim que você estivesse presente neste dia.

- Desculpa, eu esqueci completamente. Mas ó, eu te amo, tá?

Exemplo tosco, mas acho que vocês pegaram o espírito!

Eu te amo tem que vir acompanhando com o pacote completo. “Eu te amo” só para tapar buraco, vale tanto quanto bom dia.

Nota: Gente, desculpa pelo sumiço! Gabi, voltei! hehehehehe

Por que os relacionamentos esfriam? Tem volta?

Daí que você está achando que está tudo indo de vento e popa e de repente começa a ter a sensação de que seu barquinho está se movendo mais devagar. De repente ele para e você fica no meio de toda aquela água se perguntando se é hora de abandonar o barco ou se o vento hora ou outra voltará a soprar forte como outrora.

Não é mais ou menos isso que você sente quando está em um relacionamento tão quente que causaria queimaduras as pessoas ao redor e de repente ele simplesmente esfria?

Primeiro você pensa: “Okay, tudo bem! É sinal de que nossa relação está amadurecendo” Afinal, nem só de sexo e juras de amor vivem os relacionamentos. Mas quando você sente seu corpo congelar e começa a bater os dentes, é hora de se perguntar: isso é normal? Aliás, porque os relacionamentos esfriam?

Que tal saber esta resposta diretamente da cabeça complicada dos nossos amigos do sexo oposto?

Do blog Fale com ele da Marie Claire: Porque os relacionamentos esfriam?

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Sobre a eternidade das relações.

O para sempre não existe. Pensando bem, não existe frase mais descabida do que essa, já que nada dura para sempre. A única certeza que temos nesta vida é o fim. E é justamente a ela que nos agarramos no dia a dia, é ela que nos dá força para enfrentar a triste realidade que é o cotidiano, a realidade do botão automático, do contar os minutos para o fim do dia, para o fim de semana, para o fim do ano. É saber que toda dor chega ao fim que nos mantém vivos para outro dia. O problema é que quando o assunto é relacionamento o fim sempre faz às vezes do vilão. Mas por que a perspectiva do final é motivo para colocarmos a cabeça no lugar e os pés no chão?

- Cuidado! Pode não ser para sempre e você vai acabar magoada. – Avisam as amigas.

Mas é claro que não é para sempre. Como haveria de ser? Se nem eu mesma habitarei este plano para toda eternidade, como pode um relacionamento ser eterno?

Não pode!

O nosso problema que é que precisamos nos agarrar a certeza, as garantias. A certeza do salário todo mês que justifique horas perdidas em um emprego que você não suporta. Ou a certeza de que todo o tempo e energia despendidos naquela relação valerão à pena, pois o que aquela pessoa te promete é o para sempre.  E ai nos agarrando a isso perdemos momentos preciosos que fazem a nossa vida valer de fato. Deixamos de apreciar o que está bem ali na nossa frente e perdemos o presente por causa da projeção para o futuro. Porque se pensar bem, o para sempre é pesado. Não cabe no peito. Não cabe no mundo. E ao invés de um relacionamento saudável, você está fadado ao uma relação que será assombrada pela possibilidade do fim, enquanto ele durar.

“Que não seja imortal posto que é chama mas que seja infinito enquanto dure”… Por que tudo na vida é chama, mas quem está neste exato momento segurando o extintor, é você!

Tinha um tempo no meio do meu relacionamento.

Ele pediu um tempo… e agora?  (Post de colaboração para o Depois dos Quinze).

Então você acha que finalmente encontrou um amor para toda vida, seu príncipe num cavalo branco, alguém por quem fechar os olhos no meio do dia, no entanto, eis que sem mais nem menos ele te diz:

-Amor, acho que a gente deveria dar um tempo!

Você acha que não, mas não pode impor sua opinião e também não quer perdê-lo, então o que fazer?

Primeiro você fica confusa e tenta entender por que ele quer um tempo. Existem duas opções:

1- Na verdade ele quer terminar e não sabe como dizer isso, então ele pede um tempo esperando que você diga que não acredita nisso e termine tudo. Homem não gosta de ser o vilão da história.

2- Ele realmente está confuso sobre o que sente por você, quer viver outras experiências, mas quer ter para onde correr quando estiver sozinho.

E se você reler as duas opções verá que nenhuma das duas é exatamente um alivio.

Para decidir a questão é simples: é só você pensar no significado de dar um tempo.

Dar um tempo é uma coisa muito confusa. Só isso.

Significa que vocês não estão mais juntos, mas também não estão separados. Ele pode ficar com outras pessoas e você também, mas não é traição por que apesar de separados vocês não estão juntos. Além disso, enquanto você espera que ele caia em si, ele pode muito bem se apaixonar por outra pessoa que conheceu neste meio tempo e não voltar mais. Assim como você. Resumindo, é uma grande confusão. Não disse?

Por isso mesmo a resposta é simples: se você acha que consegue colocar a sua vida em modo de espera enquanto ele decide o que quer, correndo o risco dele nunca voltar. Okay, dê um tempo a ele. Agora, se assim como eu você não acredita nisso, a resposta é:

- Eu não acredito em tempo. Se você não está feliz com a relação, terminamos. Se depois de um tempo você perceber que não era isso que você queria e eu ainda estiver sozinha, a gente vê o que acontece.

E jamais sinta como se você estivesse perdendo alguma coisa, afinal, dando um tempo ou terminando, o resultado é o mesmo: ele não quer mais estar ao seu lado, só não tem coragem de admitir.

“Tinha um tempo no meio do meu relacionamento. No meio do meu relacionamento tinha um tempo”.

E vocês o que fariam? ;-)

Admirável mundo velho (e a paquera ao longo dos anos).

A revista Gloss deste mês aborda o mundo das mulheres que vão à caça, digo, das mulheres que não temem a opinião alheia e vão atrás do que desejam no quesito relacionamento. Para elas pouco importa o cenário, pode ser balada, trabalho ou facul, elas avistam o objeto de desejo e vão a luta.

Nem preciso dizer que eu invejo essas mulheres, primeiro por que elas estão pouco se lixando para a opinião alheia, segundo por que não é tarefa nada fácil perseguir, no bom sentido, um homem.

O admirável mundo novo ainda veste a velha carapuça do machismo, e ou a mulher que conquista pode não ter nenhum valor, além do sexual, ou pode assustar o cabra. Em ambos os casos, a coisa tende a não dar certo.

A matéria também apresenta uma retrospectiva da paquera através dos tempos, e tenho cá pra  mim que muita coisa não mudou, me acompanha?

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Homens gostam mais de sexo, conforme a idade avança, do que as mulheres.

Dá só uma olhada no que eu achei na Veja On Line:

Uma revisão de estudos feita por cientistas americanos sugere que os homens gostam mais de sexo conforme a idade avança do que as mulheres. No total, as pesquisas revisitadas incluem entrevistas com cerca de 6.000 pessoas. A revisão foi publicada no British Medical Journal.

O que os cientistas descobriram é que aos 55 anos, o homem tem uma média de 15 anos de vida sexual ativa enquanto as mulheres tem apenas 10,5 anos. Além disso, eles relataram que fazem sexo regularmente – uma vez na semana ou mais – e disseram que o sexo era de boa qualidade, resposta vista em menor escala entre as mulheres.

De uma maneira geral, o homem tem uma vida sexual mais ativa que a da mulher, reportam uma boa qualidade na relação e sentem mais interesse em sexo. A maior diferença entre os gêneros foi encontrada na faixa etária dos 75 anos ao 85 anos, quando 38,9% dos homens disseram que eram sexualmente ativos, enquanto apenas 16,8% das mulheres tiveram a mesma resposta.

Os cientistas acreditam que alguns fatores podem explicar essa situação. A oportunidade pode ser uma parte da resposta. Cerca de três quartos dos homens de todas as idades que foram entrevistados afirmaram ter uma parceira. Já entre as mulheres, apenas dois terços, entre 25 e 54 anos, tiveram a mesma resposta. Entre aquelas acima dos 75, somente 10% disseram ter um parceiro.

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E será que morre?

Recebi três e-mails parecidos, acho que decepcionei os três leitores, e acabei decidindo fazer um post. Não mudei de opinião, apenas queria dividir com todos vocês.

Sabemos que os homens não são especializados na arte de terminar um relacionamento, eles enrolam, enrolam, e nunca dizem de verdade o que pretendem. Geralmente, a mulher acaba pressentindo o que esta por vir e termina. Vez ou outra, desejamos dar uma chacoalhada no cara, pra ver se ele acorda e pede pelo amor de Deus para não partimos. Mas eles não pedem.

Por tanto espero que fique claro a diferença, quando uma mulher termina o namoro, sem que você queria, digo, sem que você tenha desejado ou emitido sinais de que era isso que queria, não há o que fazer, ela realmente queria terminar o namoro. Se ela quer salvar a relação, ela vai dizer, como ela não disse, não é esse o caso.

Uma mulher não pede um tempo, ela aceita, se você sugerir.  Então não se engane, se você sugeriu, não foi ela quem pediu um tempo, foi você. Ela quis terminar. E se ela quis terminar, aceite.

Claro que eu não sou nenhuma expert e minha vida amorosa está mais para filme de terror trash do que uma linda e açucarada comédia romântica, eu faço tudo errado e enfio os pés pelas mãos, mas me diz o que é pior, aceitar que tudo acabou e seguir em frente ou continuar em uma relação em que a outra parte já decidiu não ter mais futuro, cujo qualquer diálogo termina em briga e o sexo é feito como manda o script, tudo igual, nos mínimos detalhes?

Pode pensar, só que infelizmente o tempo está passando, mas eu sei e você sabe que acabou, só falta você se convencer disso.

O Monstro…

Durante três dias guardei aquela receita como se fosse uma bomba relógio prestes a explodir. Eu quase podia ouvir o barulho da explosão e meus pedaços se espalhando por ai. Na verdade, a explosão aconteceu há muito tempo e meus pedaços continuam se espalhando, cada dia eu perco uma parte de mim. No desejo inútil de ver-me inteira novamente, eu carrego esta receita na bolsa. Ela não deveria pesar tanto, nem deveria me fazer sentir como uma criminosa que se arrasta as escuras temendo ser pega. Mas é exatamente assim que me sinto.
Mentira.
Me sinto roubando, é isso. Ladra. Enquanto as pessoas se esforçam para não perder o otimismo, muito menos a fé, eu escolhi o caminho mais fácil. Carrego na bolsa uma receita que promete felicidade em capsulas. É como se estivesse trapaceando, enquanto todos fazem o caminho obrigatório, eu peguei um atalho.
Alguém disse: “O mundo é dos espertos”.
Mas me sinto incrivelmente burra agora. Burra e fraca. Burra, fraca e medrosa.

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Você consegue encarar uma separação numa boa?

Eu não e também não vejo porque deveria. Levar um pé na bunda dói, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário, o sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de cabeça. É tanta tristeza que não cabe no quarto ou nos cantos da casa. Dependendo do tempo da relação ou das promessas ditas e ouvidas, as coisas pioram uns noventa por cento, chutando alto. E por que não sentir? Por que não chorar?

Cada lágrima que vai embora leva um pouquinho desta dor, cada vez que tocamos no assunto tentando entender as razões para o fim, a alma se sente mais leve e pouco a pouco as coisas voltam ao lugar.
Uns demoram mais outros demoram menos para esquecer, ainda sim esquecem, todos nós esquecemos. Pode parecer que não, mas os dias passam e quando nos damos conta, nem lembramos mais do dito-cujo. A questão é como você encara este rompimento.

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