Depois de um tempo o relacionamento pode cair na monotonia e embora o amor ainda pareça ser o mesmo de antes ou até maior, a rotina acaba trazendo problemas. Tendo em vista que um relacionamento não se trata apenas de dias maravilhosos, é possível que o casal passe por esta fase sem maiores danos.
As dicas são da Woman´s Health:
No começo, até debaixo d’água o amor era mais gostoso. Mas de repente… Mais de 25 anos depois de a Blitz gravar o hit Você Não Soube Me Amar, a queixa de que o romance muda – para pior – continua. Na vida real, porém, as transformações não surgem da noite para o dia.
Quais as mudanças mais freqüentes após dez anos de vida a dois? O que pode ser feito para evitá-las? Buscamos as respostas numa pesquisa online com mil mulheres que há pelo menos uma década experimentam os altos e baixos ao lado do mesmo homem. Você talvez diga que o coração dispara cada vez que ouve a voz do Fofucho – Mô, Neném, tanto faz o apelidinho constrangedor que você dá a ele – e que os problemas revelados não se aplicam no seu caso. Pode até ser – por enquanto. “No começo do namoro, o casal está empolgado com a novidade”, diz o psicólogo Roberto Banaco, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Com o tempo, acaba a surpresa.” De olho na longevidade do seu relacionamento, Women’s Health colheu truques para você nunca transformar seu príncipe encantando num sapo.
1. ACABOU O PAPO NA CAMA
O que diz a pesquisa
Durante seus primeiros anos juntos, 68% dos casais conversam e se tocam depois do sexo. Depois de cinco anos, cerca de metade ainda cultiva o hábito. Mas, depois da marca dos dez anos, apenas um terço faz algo além de virar para o lado e dormir.
Por que isso acontece?
No início, temos necessidade de abraçar e de sentir o corpo do outro depois do sexo. “Isso acontece porque não conhecemos direito o parceiro”, diz o psicanalista Scott H altzman, co-autor do livro The Secrets of Happily Married Women (Os segredos das mulheres casadas felizes), ainda inédito no Brasil. Mais: é depois do sexo que você se sente mais próxima do seu parceiro e encontra as condições para se confessar. Só que, conforme os casais se conhecem melhor, deixam de se preocupar com o outro para se voltar a si mesmos. Com mil compromissos, acaba a vontade de passar a noite conversando. Além disso, segundo Banaco, há uma diferença comportamental: “O homem acha que a companhia física é suficiente, enquanto a mulher sente necessidade de falar”. Moral da história: nos primórdios do namoro, quando ele batia altos papos na cama, só estava se esforçando para agradar.
Estratégia pró-amor
Antes que ele durma, saque da cartola perguntas que você fazia no começo do namoro, como “Você alguma vez já…?” (A gente aposta que as respostas mudaram.) “E le voltará a ser fascinante para você”, diz a terapeuta Bethany Marshall, autora do livro Deal Breakers: When to Work On a Relationship and When to Walk Away (Quando batalhar por uma relação e quando cair fora), sem tradução para o português.
read more »