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Como descobrir se uma mulher já teve ou não um orgasmo em algum momento da sua vida?

De acordo com um grupo de sexólogos da Université Catholique de Louvain, na Bélgica, é possível descobrir com 81,25% de certeza se uma mulher teve um orgasmo vaginal em algum momento de sua vida. Como você deve saber, um orgasmo vaginal é diferente de um orgasmo clitoriano e a sensação de prazer é infimamente melhor (é o que as pessoas comentam por ai hahahahaha). Dizem até que isso é lenda ou que são raríssimas as mulheres que já experimentaram tal sensação. Algumas nem sabem que existe e outras duvidam. O fato é que o pessoal que realizou a pesquisa além de atestar que a coisa existe, afirma que dá para saber qual sortuda já provou a sensação apenas pelo modo como ela anda. Cuma? É isso mesmo! Os pesquisadores descobriram que mulheres que tiveram orgasmo vaginal foram 80% mais propensas a caminhar com passos mais largos, maior rotação pélvica, e com os músculos da perna firmes, assim, mais ou menos como uma marcha. Ou seja, toda vez que você ver uma mulher trotando ai pela rua, pode apostar que ela já teve um orgasmo vaginal.

Agora só falta vir alguém e dizer que dá para perceber quando a mulher já fez sexo anal pelo modo como ela senta! Não que eu vá aqui querer desqualificar a pesquisa, mas gente, isso seria algo que certamente sairia da cabeça da minha vó. Ou vai dizer que você nunca ouviu da sua vó: “Menina, parar de andar desse jeito. Todo mundo vai perceber que você virou mocinha” E ai você saia andando pela rua que nem uma pata dura e desengonçada!

Claro que se você for do sexo masculino, certamente nunca ouviu isso da sua vó! Sortudo!

Somente a verdade. Ou quase isso.

Sempre acreditei que o prazer garantido tem algo a ver com sinceridade total, e conforme o tempo passa, boto mais fé nessa teoria. Algumas pessoas, incluindo eu, são incapazes de dizer não simplesmente por que não suportarão a cara de decepção do próximo. É como uma faca que nos corta bem devagar e que fica parada lá por um tempo só pra nos ver agonizar, daí a vida funciona mais ou menos assim: “você pediu suco de manga? Não senhor, foi de caju, mas o de manga ta bom”. Tudo ta bom, a vida tá mais ou menos, o sexo tá mais ou menos, mas desde que não esbarremos com rostos desapontados por ai, tá tudo bem.

Só que chega um momento da vida em que você começa a pensar, “mas que caralhos eu tô fazendo?” E percebe que tudo é mais prazeroso quando passa a dizer não, quando passa a dizer a verdade, no matter what.

Quando o assunto é sexo então, dizem por ai que o tal do orgasmo está mais para “me diga o que quer com toda sinceridade” do que para o ponto G ou C. Especialistas estão sempre escrevendo e falando sobre como as mulheres deveriam deixar de pudor e derramar sobre o parceiro toda a verdade sobre seus desejos mais secretos, eu mesma digo isso. E até concordo, mas a verdade tem que ser jeitosa, não pode ser assim, simplesmente verdade, nua e crua. Tenho cá comigo que ninguém agüenta certas verdades.

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Qual é o som da hora H?

Bom, o dia hoje está incrivelmente estranho, esta dando tudo errado e eu estou no máximo da minha originalidade, percebe-se pelo títuto que dei ao nome da tag nova. Como eu expliquei esses dias, seis homens respondem as perguntas que recebo por e-mail da mulherada e que não posso responder por que não nasci com pinto.

As leitoras nunca, jamais, serão identificadas aqui, okay?

Muitas mulheres se perdem nas coisas que acham que precisam fazer durante a transa e acabam não relaxando. Umas destas preocupações é como demonstrar o que está sentindo. Ás vezes dá vontade apenas de fechar os olhos e sentir o momento, mas e o cara? Pois é, e o cara. Logo, a pergunta que recebi foi a seguinte: “Muitos homens não gostam de mulheres que não gemem ou fazem qualquer tipo de som na hora do sexo, mas pra vocês o importante é gemer ou é ver pela expressão facial que está satisfazendo a parceira sem ela estar gemendo ou emitindo qualquer som ?”.

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Seis bons motivos para praticar sexo casual

Essa semana escrevi um texto sobre meninas más e dissertei sobre meu desejo de ser menos boazinha. Na verdade, não existe isso de boa ou má, foi apenas um desabafo fresco em forma de escritos. Mas muitas vezes deixei de fazer coisas que queria muito fazer, por medo de não saber lidar com a opinião alheia ou a minha própria opinião no dia seguinte.

Dai que hoje, vagando pelas interwebs, eu achei este post na Marie-Claire e decidi postar, pra finalizar bem os posts da semana sobre minha crise sexual existêncial.

O texto que você confere a seguir, é da revista e não meu, okay?

A jornalista americana Monica Shores, do portal Alternet, um dos que melhor fala sobre sexualidade na web, listou seis boas razões para praticarmos “one night stands”. Contrariando a máxima de que toda mulher sai machucada de transas fulgazes que não precedem telefonemas românticos, ela enumera motivos para casadas e fiéis morrerem de inveja de quem está na pista. Confira:

1) Faz com que você se sinta mais poderosa
Um estudo feito pela terapeuta sexual Heather Corina com 4990 mulheres solteiras e casadas mostrou que aquelas que praticavam o sexo casual (81% do total) o faziam para descobrir mais sobre sua própria sexualidade. Dessas, 80% afirmaram que o sentimento de liberadade durante a transa com um desconhecido é tão grande a pontro de diminuir as inseguranças. O que nos leva ao próximo ponto:

2) Ajuda a superar a timidez
Por mais acostumadas que estejamos a namorar nossos namorados, não podemos negar que o desejo de satisfazê-los na cama (tanto em termos de qualidade quanto de frequência) acaba virando um probelma. Transar sem envolvimento é tão libertador que faz com que nos preocupemos muito mais com o nosso prazer do que com o que estamos (ou não) proporcionando.

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Cinco razões pelas quais os filmes pornôs tornam alguns homens ruins na cama.

Sem dúvida alguma todo homem gosta de assistir filme pornô, uns podem gostar menos, outros mais, mas certamente se fuçar em seus computadores achará alguns vídeos bem sacanas. Isso por que como sabemos e aprendemos desde bebezinhas, o sexo para o homem é só sexo, e está longe de ser a complicação que é para nós. O problema é que muitas vezes eles resolvem aplicar na vida real o que vêem nos filmes. E sinceramente, muitas das coisas lá estão longe de fazer sentido.

O The Stir publicou um texto engraçadérrimo sobre o assunto, nele Sasha Borewn Worsham, enumera cinco razões pelas quais os filmes pornôs tornam alguns homens ruins na cama.

Ela começa o texto citando o escritor, Ian Kerner, que diz que para o homem a pornografia é como um dia no SPA, é bom e alivia o stress. Até ai tudo bem, por que as mulheres também sabem apreciar uma boa pornografia (dá pra dizer assim?) e reconhecem que são ótimas para despender um pouco de energia, o problema acontece quando eles querem transformar o quatro num cenário de uma produção pornográfica, já que junto com ele, algumas cenas bizarras, que só existem neste tipo de produção, vão junto.

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Quatro atitudes que estragam qualquer relação (sexual).

Eu geralmente não gosto destes manuais prontos para viagem feitos para mulheres, na verdade, para ter êxito na vida sexual e sentimental (por que não?) a mulher deveria ser egoísta e levar em consideração apenas sua satisfação. Porém, contudo, todavia, o que eu sei não é mesmo? Existem milhares de regras de como satisfazer seu parceiro e as mulheres seguem á risca, assim como existem manuais do que não fazer para desagradar um homem na hora, embora eu acredite que para agradar um homem, sexualmente falando, basta ser portadora de uma vagina, entende-se, ser mulher. Apesar disso, estes manuais também são publicados aos montes. Por exemplo, o Bolsa de Mulher, portal mais feminino ever, publicou o texto “O que os homens detestam na cama”, que não é de todo mal se imaginarmos que tais erros frustram qualquer expectativa em relação ao sexo, sendo você homem ou mulher. Acho que vão concordar comigo:

NOJINHO – Cerca de 39% dos homens entrevistados enumeraram pequenas situações recorrentes que lhes marcaram profundamente, por exemplo, o excesso de preocupação com a aparência durante o ato sexual e a aversão física a elementos típicos da situação. Atenção para os comentários masculinos: “Odeio mulher que, quando está fazendo sexo oral, sente um pêlo na boca, pára tudo, faz cara de nojo e não volta mais a fazer. Isso é broxante demais”, revelou o entrevistado Guilherme Puentes. Outra resposta comum dentro desse grupo foi repugnância aos fluidos corporais. “Você está lá, na maior concentração, empolgado e a mulher pede, com aquela voz de clemência, pra você não gozar nela. Dá raiva!”, comentou o publicitário Rafael de Souza.

Só que, nojinho de as reações típicas do corpo durante o sexo não é coisa apenas de mulher. Existem homens, por exemplo, que só fazem sexo oral na mulher se estiver debaixo do chuveiro. Outros se sentem incomodados com o suor, e contrariando tudo o que dizem por ai, ao invés de dormir, vão tomar banho.

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Manual infalível do orgasmo e sorteio :)

Dia desses foi dia do orgasmo, sei que estou atrasada, mas sempre dá para falar sobre o assunto, aliás, nada melhor do que dividir com vocês um dos vários manuais que existem por ai sobre técnicas para alcançá-lo ou proporcioná-lo de forma mais eficiente, digamos. Este eu achei no M De Mulher, da Abril.

Se existisse um GPS localizador de orgasmo, ele diria que a via mais curta e certeira é a pequena saliência no local em que seus grandes lábios formam um V, bem na frente da vagina. Ou seja, o clitóris. Ali há mais terminações nervosas do que qualquer parte do corpo – cerca de 6 mil.

Receita de prazer
Peça ao seu namorado que acaricie devagarinho as áreas próximas ao clitóris e vá se aproximando da sua pérola do prazer sem perder o ritmo. Chegou ao xis da questão? Enquanto estimula o clitóris para cima e para baixo com os dedos anular e médio de uma mão, a outra toca o bumbum e o ânus (sem penetração). O movimento deve ser rápido e suave. A parte dois: escrever, usando a língua, o seu nome inteiro ali. Durante essa provocação intensa, que tal sentar-se no rosto dele? Prepare-se para sentir o corpo inteiro dar choques de tanto desejo.

Responda rápido: qual é o sonho de consumo de 11 entre dez mulheres? Alcançar o orgasmo pela penetração. Se esse é o seu drama, pode arrumar outro motivo para reclamar da vida!

Receita de prazer
A primeira tática é investir nos estímulos clitorianos, mas atrasando o clímax ao máximo. Para isso, diminua o ritmo da excitação ou troque de posição. Assim, ficará cada vez mais envolvida por uma atmosfera libidinosa (e entrar no clima de tesão é uma das premissas para um orgasmo inesquecível). Não aguenta mais de desejo? Hora de o pênis entrar em ação. A missão do menino dele é fazer uma exploração digna de Indiana Jones e encontrar uma destas três regiões de prazer, localizadas na parede vaginal: o ponto G (bem atrás do osso púbico), a zona AFE (área esponjosa perto do colo do útero) e o ponto A (um pouco acima do ponto G, na parede frontal, quase em frente ao colo do útero). E a posição aliada para essa missão é a cachorrinho. Sim, você tem três chances de chegar lá. Aproveite!

O grande trunfo da penetração anal é a intensa fricção. Tal território também rende um clímax divinal por uma razão psicológica. Satisfazer esse desejo quase proibido é um estímulo e tanto.

Receita de prazer
A regra básica é: relax, baby. Seu gato ajuda você nisso tocando os músculos da região lentamente. Ele pode fazer uma massagem no canal retal e abri-lo com um dedo e, em seguida, com mais um. Para ajudar na penetração, lubrificante à base de água.

O que é bom não deve durar pouco, concorda? Em vez de se contentar com um simples orgasmo de quatro a oito segundos, você pode chegar a 20 segundos (ou mais) de prazer. Essa maravilha acontece quando, depois do primeiro clímax, a contração do útero e a dos músculos da vagina, além das outras sensações orgásticas, se repetem várias vezes seguidas.

Receita de prazer
Para um prazer múltiplo, múltiplos estímulos! Durante a penetração, contraia os músculos da vagina a fim de prender e soltar o pênis lá dentro. Também dê um empurrãozinho no seu deleite tocando o clitóris com movimentos contínuos e circulares. E peça ao seu amor que estimule o ânus. Tudo-ao-mesmo-tempo-agora. E não pare diante do primeiro sinal de êxtase!

No orgasmo simultâneo, tudo acontece de forma perfeita: você chega lá e ele também. E ao mesmo tempo. Que conexão…

Receita de prazer
Para alcançar tamanha sincronia, a regra de ouro é deixar que seu homem dite o ritmo da transa. Assim, ele consegue controlar a ejaculação mais facilmente. E, quando você estiver chegando lá, ele pode rapidamente entrar na mesma sintonia. Outro segredo das duplas que atingem esse grau de evolução sexual é falar durante as carícias, deixando claro em que estágio estão. Sugestões: ”Falta pouco!”, ”Não para, não para!”

Agora que você já sabe de tudo isso, borá praticar, com muita segurança, claro. Por falar nisso, realizei hoje o sorteio do Kit da Prudence, desta foto aqui óhh:

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Lá no Google Friend Connected existem 79 membros e eu fiz a contagem do mais antigo para o mais novo, claro. Quem ganhou foi a Mariana. Aeee!

Aos demais, em breve novas promoções e obrigada pela participação!

Beijos

@Jackelineaguiar

E quando eles fingem?

Resolveram dizer por ai que os homens também fingem orgasmo, apesar de ainda não conseguir entender como, eu só sei que é possível. Então chegamos a um terrível impasse, afinal, cresci acreditando que o homem é pau pra toda obra, com o perdão do trocadilho, e que pra eles não tem tempo ruim, sexo é sexo. O que me faz pensar, que se ele precisar fingir, é porque a coisa tá feia pro seu lado.

Brincadeiras a parte, a mulher tem na ponta da língua um quilo de razões pelas quais fingem orgasmo. E apesar de achar a saída mais fácil, eu poderia concordar com todas elas, agora, e os homens, porque raios ele fingiram o orgasmo?

Veremos o que podemos descobrir através destes depoimentos dados a Marie Claire:

“já fingi. e não foi uma vez só. foram várias. fiz isso com garotas sem importância e com namoradas firmes também. Para mim, é uma mentira “do bem”, pra não magoar a parceira que, certamente, ia querer achar culpados para essa situação. Quando, na verdade, a única culpa para não conseguirmos gozar em algumas transas é do nosso superego. O homem é incapaz de nos deixar abrir o jogo e dizer: ‘Putz, gata, hoje não vai rolar’. Uma vez, tomei Viagra achando que ia arrasar com uma namorada. Como o remédio retarda muito a ejaculação, depois de um tempo transando não conseguia sentir aquele supertesão que nos leva ao clímax. Fui ficando agoniado e, sem saída, acabei apelando para o meu lado hollywoodiano. O pior não foi encenar, foi quando ela perguntou: ‘Já gozou?!’. Eu respondi que sim e ela pediu para ver o preservativo, porque não estava acreditando. Fiquei super sem graça e caí numa DR de horas que quase terminou com o nosso namoro. No fim, o episódio serviu para que eu e ela entendêssemos que nós, homens, também temos o direito de não estar a fim.”
Daniel, 32 anos, chef de cozinha

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A caçadora…

E completando a minha semana revoltada com o mundo moderno, irei dividir com vocês, caros leitores, uma entrevista que encontrei lá na Marie Claire (Globo), com ninguém mais, ninguém menos que Mara Altman. Não sabe quem é?

Mara é americana, jornalista e tem 26 anos. Até aí tudo normal, mas ela é autora do livro “Thanks for coming”  lançado claro, nos Estados Unidos. No livro, ela conta sua história pessoal da busca pelo orgasmo, que até então desconhecia. “Num relato excitante (na conotação mais sexual da palavra) e divertido — ainda que, muitas vezes, o leitor tenha vontade de pular algumas das 377 páginas para descobrir logo como a protagonista acaba gozando —, a autora mescla experiências pessoais a depoimentos de experts em sexualidade”. – palavras de Marie Claire, não minhas. Na entrevista clara, divertida e bem direta, é possível perceber porque muitas mulheres sofrem pois não conseguem atingir o orgasmo, não tratam o próprio corpo com naturalidade.

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Quanto mais, melhor…

Sabe aquela história do vizinho nerd que tem uma vida completamente doida que ninguém imagina? Pois é, esta semana fui pega de surpresa com a revelação de uma amiga, que com o jeito mais natural do mundo, me contou ser adepta do “Swing”. Claro que primeiro fiquei chocada, depois curiosa e por isto estou aqui. A única coisa que sabia sobre o assunto era o relato que li no livro da então, Bruna Surfistinha, e uma história meio doida contada por um cara com quem saia, que dizia ter trabalhado numa casa onde estes encontros são permitidos.

Após ter levado numa boa minha cara de surpresa/boba/sempalavras, minha amiga começou a me contar como aconteceu, como foi tomar a decisão e como são as famosas casas de swing, que ao contrário do que todo mundo pensa, não é tomada por orgia, quero dizer, é, mas de forma muito bem organizada. Então você pode me dizer:

- “Como assim uma orgia organizada?”.

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