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	<title>Nem sempre é doce, mas é sempre amor... &#187; Pessoal</title>
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		<title>O dia em que o amor pulou o muro.</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 15:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[causos]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje em uma conversa inspirada com alguns amigos, relembrei casos amorosos desastrosos e pensei, por que diabos eu não conto essas peças no blog? Bem, por que ele envolve outras pessoas, algumas posições sexuais e um cadinho de mim que talvez enfrentasse julgamento, mas depois pensei, pensei e cheguei à conclusão: “Pro diabos com isso, <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/10/o-dia-em-que-o-amor-pulou-o-muro/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje em uma conversa inspirada com alguns amigos, relembrei casos amorosos desastrosos e pensei, por que diabos eu não conto essas peças no blog? Bem, por que ele envolve outras pessoas, algumas posições sexuais e um cadinho de mim que talvez enfrentasse julgamento, mas depois pensei, pensei e cheguei à conclusão: “Pro diabos com isso, vou postar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando digo as pessoas que cago de medo na calças só de pensar em relacionamento, elas me olham meio desconfiadas, algumas me chamam de covarde, mas certamente elas não passaram o que eu passei. Contarei um dos causos mais nosense da minha existência amorística.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu tinha uns vinte anos e a essa altura já deveria ser madura o suficiente para não me envolver com certos tipos. Eu disse, deveria ter, por que obviamente eu não tinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Então lá fui eu me apaixonar pelo Fernando, que outrora fora um cabra cobiçado pelas moças do bairro. Jogador de futebol, santista, bonito, conversador e de boa pegada, mas fez decisões erradas na vida e em certo momento desistiu de tudo para viver um caso de amor com a Marijuana, se é que vocês me entendem.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda mulher, óbvio, achava que poderia trazê-lo de volta para o caminho do bem, fazê-lo se apaixonar e abandonar as drogas de tanto amor. Síndrome de mãe? Yes, nós temos.  Por nós quero dizer que eu também cai nas graças do moço. Me apaixonei de verde e amarelo e como dizem, comia um caminhão de esterco por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu jurava que quando ele estava comigo, era carinhoso, engraçado e bom pegador. Até romântico ele era, juro. Mas claro que ele tinha seus maus momentos, muitos, aliás. De vez em quando sumia, dias e dias, e eu sabia que ele estava em algum mato bolando um banza com os amigos, e já que não era mulher, eu aceitava. A falta de amor próprio faz loucuras por você.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que um belo dia, depois de um ano insistindo nisso que eu inocentemente chamava de relacionamento, tive meu momento de claridade, que não foi um dos melhores.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ter ficado dias sem saber dele fui até sua casa, não entrei por que morria de vergonha da sua mãe que já havia presenciado cenas vergonhosas, então ficamos lá fora conversando. Em certo momento um grupo de amigos passou o avisando que uma tal de manga rosa, das boas, havia chegado no bairro e ele tinha que experimentar, ao que ele respondeu:</p>
<p style="text-align: justify;">-Vale cara, to aqui com a minha mina. A gente quer se acertar, tô de boa <span style="text-decoration: line-through;">na lagoa</span>!</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei até feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente ele disse que iria entrar para pegar uma blusa, pois estava escurecendo e ficando frio. Então ele entrou, e nunca mais saiu. Eu me toquei uns quarenta minutos depois e fui embora, de cabeça baixa, arrastando meu coração e catando os pedaços da minha dignidade pelo chão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ai você pode dizer: “Mas também, olha o tipo do cara. Mulher de malandro”, mas calma, de onde veio essa, tem muito mais. Calma lá.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Os seus, os meus e os nossos&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eles]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Toda vez que algo dá errado procuramos pelos erros dos outros, nunca os nossos. Aliás, num primeiro momento nem admitimos falhas, elas só surgem após muitas análises e de repente tudo fica claro. Só que nem é tão de repente assim e geralmente é tarde demais. Porque nunca paro no emprego certo? Porque nunca consigo <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/07/os-seus-os-meus-e-os-nossos/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial; line-height: 24px; font-size: x-small;">Toda vez que algo dá errado procuramos pelos erros dos outros, nunca os nossos. Aliás, num primeiro momento nem admitimos falhas, elas só surgem após muitas análises e de repente tudo fica claro. Só que nem é tão de repente assim e geralmente é tarde demais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Porque nunca paro no emprego certo? Porque nunca consigo manter meus amigos por perto? Porque nunca estou em um relacionamento sério? Ou no meu caso, porque nunca eu? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Na maior parte do tempo integro o time dos que bancam as vitimas, parece o certo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Em toda minha vida sempre achei que homens que desejam mulheres com conteúdo estavam apenas jogando o jogo do politicamente correto, e que no fundo, acabariam com mulheres lindas, e talvez com conteúdo, mas provavelmente não. Sempre me pegava pensando, por que não eu? Ou Quando um cara incrivelmente fantástico vai perceber tudo o que eu tenho aqui dentro? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Pois é, na minha cabeça de minhoca, eu não fazia (aço) parte do time das incrivelmente lindas. Sempre me coloquei do outro lado e toda vez que algo dava errado eu me escondia atrás do “desejei o que era demais para mim” e ao invés de enxergar meus erros, culpava a vida, a genética ou Murphy. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Hoje estou em cima do muro. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Pensando, pensando, cheguei à conclusão de que eu sempre estive em cima do muro. Na verdade, eu assentei cada tijolinho enquanto escolhia quem faria parte ou não, da minha vidinha perfeita. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Sempre achei que me contentar com o que não me agrade os olhos, fosse demonstração clara e óbvia de falta de amor próprio e por isso continuava esperando o príncipe a qual todas as mulheres tinham direito e não aceitaria menos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Terrível eu sei. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">E agora que sei de tudo isso, queria descer deste muro e derrubar cada um dos tijolos, mas não consigo. Não consigo porque cada vez que olho pra ele tenho certeza que o desejo mais do que é possível desejar alguém. O problema é que eu não sei por que o desejo. Lá no fundo repito e acredito que o desejo por tudo o que ele representa, mas ao olhar para ele, nada faz sentido e só consigo pensar: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">- Meu Deus, como ele é lindo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Ele é lindo e eu o quero de todas as formas. Em cima, embaixo, dos lados, em toda parte. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">E é um querer maior que eu. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Acho que vou fechar os olhos. </span></span></p>
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		<title>Tudo novo, de novo !</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 20:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os blogs de relacionamento/comportamento seguem um padrão editorial, padrão este que não me apetece, sendo sincera, geralmente a pessoa (autor do blog) dá dicas sobre relacionamento, levando em consideração sua experiência pessoal ou as experiências vividas por pessoas a seu redor. Era justamente isso que eu não queria para o meu blog, porque eu <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/06/tudo-novo-de-novo/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Todos os blogs de relacionamento/comportamento seguem um padrão editorial, padrão este que não me apetece, sendo sincera, geralmente a pessoa (autor do blog) dá dicas sobre relacionamento, levando em consideração sua experiência pessoal ou as experiências vividas por pessoas a seu redor. Era justamente isso que eu não queria para o meu blog, porque eu nunca tive um relacionamento decente, pelo menos nenhum que tenha durado mais de seis meses e por isso, sou a pessoas menos apta a dar qualquer tipo de conselho, mas uma coisa leva a outra e acaba acontecendo, como o blog já tem mais de um ano, não vou mudar a linha editorial drasticamente, mas vou dar um jeitinho brasileiro de deixá-lo como sempre quis. Como?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Primeiro, o layout. Sim, ele, novamente. Estou trabalhando em algo com uma pegada mais leve, a qual eu estou me dedicando bastante, então se eu der uma sumida básica, é por isso.<br />
Segundo, os textos. Programarei duas postagens por dia. A primeira, de manhã, será o texto normal, que estão acostumados a ver no blog. À tarde, postarei coisas que vejo por ai, mais contemporâneas, que tenham a ver com comportamento/sexo.  Nos fins de semana, postarei os textos que escrevo para os blogs Borboletando, Diário de solteiro, Depois dos quinze e Malvadas. Desta forma o blog estará sempre atualizado, sem alterações drásticas na linha editorial. Eu acho, pelo menos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span style="line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: pt-br; mso-fareast-language: en-us; mso-bidi-language: ar-sa;">E aproveito para pedir desculpas pelo sumiço esta semana, juntando minha demissão (estou feliz, acreditem!!) e a TPM, não deu muito pra postar esta semana. Mas segunda-feira voltarei a meu ritmo normal&#8230; <img src='http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cad&#234; o homem que estava aqui?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 10:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom, essa semana tem sido incrivelmente difícil e a coisa tende a piorar, já vi que estar no último ano da facul não é o mamão com açúcar, vulgo moleza, que eu pensava. Minha cabeça está literalmente cheia, mas todas as idéias que eu poderia ter foram sugadas por aulas de pesquisa, produção gráfica, mídia <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/04/cad-o-homem-que-estava-aqui/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Bom, essa semana tem sido incrivelmente difícil e a coisa tende a piorar, já vi que estar no último ano da facul não é o mamão com açúcar, vulgo moleza, que eu pensava. Minha cabeça está literalmente cheia, mas todas as idéias que eu poderia ter foram sugadas por aulas de pesquisa, produção gráfica, mídia e atendimento. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Então hoje deixarei aqui um texto que escrevi para o <a href="http://www.diariodesolteiro.com.br/cha-de-sumico-modos-de-usar/">Diário De Solteiro</a> numa época em que eu estava tomando um belíssimo chá de cadeira, aliás, a título de conhecimento, eu que deixei de pensar na pessoa, pois até o momento não nos falamos mais. O tempo passou e no fim das contas, eu tomei o chá todinho. Uma mulher precisa fazer o que ela tem que fazer, não é o que dizem? </span></p>
<p><span id="more-1576"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">“Hoje eu peço licença a todos os leitores deste blog, para falar diretamente às mulheres. Sim, você cara amiga que conheceu a personificação do cara perfeito e após encontros maravilhosos ele simplesmente sumiu, te deixando ali, com cara de pastel, sobrancelhas levemente arqueadas, pensando: <em><span style="font-family: &amp;amp;amp;">What the fuck?</span></em> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Geralmente, a primeira reação feminina enquanto saboreia um delicioso chá de sumiço, é se culpar. Ela se culpa de todas as formas. Passa dias remoendo cada momento dos encontros, cada palavra que disseram, em busca do minuto em que cagou feio e afugentou o rapaz. Sim claro, porque se ela soubesse o que fez, poderia desfazer, pedir desculpas, se retratar. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Mas os dias passam, o chá fica amargo, esfria e nada. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Então ela começa a inventar desculpas para ele. Começa a interpretar todos os seus gestos, cada uma das palavras em busca de algo que justifique o sumiço. Teria sua avó falecido? Teria ele fobia de relacionamento? Estaria ele precisando de espaço? Estaria ele tão apaixonado que mal consegue conceber a idéia e prefere me evitar? </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Vocês sabem, a mulher sempre opta por acreditar nesta última versão, e ai ela segue conformada, contando a si mesma e as amigas, que talvez ele tenha sumido porque se apaixonou e precisava de um tempo para digerir a idéia, afinal, não deve ser fácil para um solteiro convicto se apaixonar de um dia para o outro. Então ele vai sumir, pensar e certamente  voltará. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;"><a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2010/04/84743294.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-width: 0px;" title="84743294" src="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2010/04/84743294_thumb.jpg" border="0" alt="84743294" width="170" height="249" align="left" /></a> E não é que o chá fica até mais doce? Você pensa até em colocá-lo no microondas para que possa voltar a saboreá-lo bem quentinho, enquanto finge seguir sua vida. Mas o <em><span style="font-family: &amp;amp;amp;">“hôme”</span></em> demora para voltar e é ai que a mulher faz merda. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">A gente liga, manda e-mails e sms’s, talvez com o intuito de entender o ocorrido ou talvez com o intuito de mostrar a ele que estamos por perto, que vamos esperar. Então, o cara que sumiu porque obviamente não queria dar notícias, fica possesso e substitui a saída à francesa, por um <em><span style="font-family: &amp;amp;amp;">vaitomarnocueudissequequeriaficarquietocaralho</span></em> e você faz cara de choro, roga pragas, mas não adianta, o chá tá pior que boldo, amargo que nem o cão, e você vai ter que engolir. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Para estes casos a minha dica é simples, mas infalível acreditem: prende o nariz e bebe, minha filha. Minha avó dizia que o chá de boldo é horrível, mas limpa o organismo e nos prepara para saborear coisas muito melhores. Na verdade, ela não dizia coisa alguma, todavia não adianta tentar disfarçar o gosto, colocar açúcar ou qualquer coisa que o valha, não vai amenizar o fato de que ele sumiu, foi embora, deu no pé, se encheu, cantou pneu, bateu em retirada e foi pra bem longe de você. Ficar mexendo no chá enquanto lamenta seu gosto horrível, só o deixa pior e difícil de esquecer. Então bebe logo esse troço e segue a vida, afinal, tal qual balada/viagens/farras/bebida/beijonaboca/sexo, o chá de sumiço faz parte do cotidiano da mulher solteira. Não? Levanta a mão quem nunca teve que engolir um desses <em><span style="font-family: &amp;amp;amp;">guela </span></em>abaixo. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Eu já, e não existe manual neste mundo que me faça agir de forma coerente. Como toda boa mulher, eu surto frente ao silêncio. O que há de se fazer?” </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Se quiserem ler mais coisas que escrevi para o DDS, passa lá: <a href="http://www.diariodesolteiro.com.br">www.diariodesolteiro.com.br</a> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 10pt;">Beijos. </span></p>
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		<title>Você é boa na arte do primeiro encontro?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 03:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era esse o tema do teste que eu encontrei numa destas revistas da vida, não o fiz, claro, mas fiquei pensando sobre o assunto. É possível que alguém domine a arte de encantar á primeira vista? A propósito, existe forma infalível para impressionar no matter what e garantir o segundo encontro? Se existe, ela pede <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/04/voc-boa-na-arte-do-primeiro-encontro/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39;"> </span></p>
<p><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39;"> </span></p>
<p><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39;">Era esse o tema do teste que eu encontrei numa destas revistas da vida, não o fiz, claro, mas fiquei pensando sobre o assunto. É possível que alguém domine a arte de encantar á primeira vista? A propósito, existe forma infalível para impressionar <em>no matter what</em> e garantir o segundo encontro?<br />
Se existe, ela pede que você não seja você. E obviamente alguém deve ter lhe dito que agir como se fosse outra pessoa, sempre acaba em merda. Sua mãe deve ter lhe contado uma fábula onde a moral da estória é &#8220;A mentira tem pernas curtas&#8221;. Pernas de anões, acrescentaria eu. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39;">Estar em um primeiro encontro é motivo de sobra para nervosismo, uns demonstram isso com mais ou menos intensidade. Se você fala demais, pode falar pelos cotovelos. Se você fala de menos, pode ficar mudo. Tudo depende.<br />
Depende do quê?<br />
Da importância do encontro, da importância do encontrado, das expectativas em relação aquele momento ou os que virão depois, se é que virão.<br />
Dia desses eu tive um primeiro encontro e a julgar pelas perguntas feitas no teste, eu teria reprovado com louvor. A julgar pelo que veio depois, eu reprovei mesmo. Mas, dadas as circunstâncias eu realmente merecia um crédito. </span></p>
<div><span id="more-1514"></span></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39;">Eu que sempre fui citada pelo tamanho do meu cérebro, conheci um cara pela internet. Pois é, assim mesmo; e após alguns meses de conversa, decidi que deveria ver aquela pessoa de perto e realizar algumas das sacanagens que combinávamos via <em>messenger</em>. Ocorre que ele mora um pouco longe e eu, no alto dos meus vinte e cinco anos até então, nunca tinha dormido fora de casa. Nunca tinha viajado duas horas para ver um cara que eu havia conhecido pela internet. Logo, no meio do caminho pensava nos vários modos de ser encontrada morta. Esfaqueada, esquartejada, baleada, sufocada, envenenada. Esquecida na rodoviária, vivendo como mendiga.<br />
Depois lembrei que todos os meus amigos me chamam de idiota, porque eu falo pelos cotovelos, eu faço piadas, eu vivo no mundo da lua, eu sou desligada. Mas para isso preciso de certo tempo. Onde trabalho as pessoas rezam para que eu cale a boca. Mas no começo, elas apostavam para ver quando eu abriria a boca, se abriria. Então caiu a ficha: Como eu iria impressionar uma pessoa em apenas três dias?<br />
Claro, usando a técnica ninja milenar utilizada por todos os meus ancestrais, sendo eu mesma. O que significa não falar de vez em quando ou não gemer quando eu sei que tem alguém no quarto ao lado. Significa ter medo de escada rolante e ficar em dúvida diante de qualquer pergunta. Significa ser insegura, gaguejar e não me importar com pequenas coisas ou me importar e não conseguir ficar quieta.<br />
São necessários muitos primeiros encontros para que alguém perceba que eu não sou mulherzinha, apesar de ser extremamente feminina. Que estou longe de ser romântica e que gemer não é o meu forte, mas a indecisão, bem, essa é comigo mesma. </span></p>
<p><span style="font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-language: #00ff; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;">De repente você teve um dia do cão e não deu pra depilar as pernas, de repente fica tão nervosa que come toda a unha que passou o dia fazendo. </span></p>
<p><span style="font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-language: #00ff; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;">E enquanto reza mentalmente pedindo a todos os santos para que você não fique tão nervosa, percebe que sua oração lhe tomou tempo demais e ainda não disse uma palavra.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-language: #00ff; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;"> </span></p>
<p><span style="font-family: &amp;amp;quot; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-language: #00ff; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;">Então eu te pergunto, a primeira impressão é que a fica? Eu espero que não.</span><span style="font-family: &amp;amp;quot; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-language: #00ff; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;"> <br style="mso-special-character: line-break;" /> <br style="mso-special-character: line-break;" /></span></p>
<p><span style="font-family: &amp;amp;quot; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-font-family: &amp;amp;#39; mso-fareast-language: #00ff; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Voc&#234; consegue encarar uma separa&#231;&#227;o numa boa?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não e também não vejo porque deveria. Levar um pé na bunda dói, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário, o sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/04/voc-consegue-encarar-uma-separao-numa-boa/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Eu não e também não vejo porque deveria. Levar um pé na bunda dói, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário, o sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de cabeça. É tanta tristeza que não cabe no quarto ou nos cantos da casa. Dependendo do tempo da relação ou das promessas ditas e ouvidas, as coisas pioram uns noventa por cento, chutando alto. E por que não sentir? Por que não chorar? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Cada lágrima que vai embora leva um pouquinho desta dor, cada vez que tocamos no assunto tentando entender as razões para o fim, a alma se sente mais leve e pouco a pouco as coisas voltam ao lugar.<br />
Uns demoram mais outros demoram menos para esquecer, ainda sim esquecem, todos nós esquecemos. Pode parecer que não, mas os dias passam e quando nos damos conta, nem lembramos mais do dito-cujo. A questão é como você encara este rompimento.</span></p>
<p><span id="more-1511"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Existem aquelas que não se conformam com a separação e passam dias tentando reatar a relação ou fazer a vida do ex um inferno. Ok, eu acho válido tentar quando acreditamos que existe a possibilidade, por mais remota que seja. Ou para deitarmos a cabeça no travesseiro tendo a sensação confortante que só um &#8220;eu tentei&#8221; é capaz de provocar. Mas para tudo existe um limite e acho que este tem a ver com a palavrinha &#8220;amor-próprio&#8221;, porque sinceramente, nenhuma relação seja lá de quantos anos, vale isso. E façamos aqui uma ressalva, perder o amor próprio significa também fazer da vida do seu ex um inferno alegando que ele tem que sentir tudo o que você sentiu. Um dia passa e a gente se arrepende por cada coisa estúpida que fizemos.<br />
Se ele não quer mais, senta e chora. Come um chocolate. As lágrimas secam, a dor passa e as espinhas somem, cedo ou tarde. O importante é que seu amor-próprio permaneça intacto e, eu faço outra ressalva, amor-próprio nada tem a ver com orgulho, mas um pouquinho não faz mal a ninguém. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>7 coisas que sua m&#227;e jamais lhe contou sobre sexo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 10:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu tinha nove anos minha mãe me fez assistir “Eu, Christiane F. 13 anos drogada e prostituída”. Talvez eu não tivesse idade o suficiente para entender aquele filme, mas ela achou que eu entenderia. Entendi, amei e durante estes meus vinte e seis anos, foi o filme que mais vi na minha vida, também <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/04/7-coisas-que-sua-me-jamais-lhe-contou-sobre-sexo/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 26px;">Quando eu tinha nove anos minha mãe me fez assistir “Eu, Christiane F. 13 anos drogada e prostituída”. Talvez eu não tivesse idade o suficiente para entender aquele filme, mas ela achou que eu entenderia. Entendi, amei e durante estes meus vinte e seis anos, foi o filme que mais vi na minha vida, também procurei o livro e o li como se não houvesse amanhã, inúmeras vezes, aliás, recomendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Minha mãe também me contou tudo sobre os anticoncepcionais e as verdadeiras intenções masculinas. Ela ainda falou sobre masturbação, AIDS e sexo casual.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Mas quando eu iniciei minha vida sexual, confesso que senti falta de algumas informações e acabei descobrindo a duras penas que existem coisas que sua mãe jamais lhe conta sobre o assunto. São elas:</span></p>
<p><span id="more-1508"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">O pênis pode ser algo realmente estranho. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Sim pode e a maioria é mesmo. Alguns são grandes demais em relação ao tamanho do dono, ou são pequenos e incrivelmente desproporcionais. Alguns são tortos, meio murchos, apontam para um lado. Peludos. Um homem pode parecer terrivelmente feio quando está pelado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Pra tudo dá-se um jeito. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">As pessoas acham que quando se trata de disfunções sexuais, somos como somos e não há o que fazer. Sua mãe nunca lhe diz que sua vagina pode ser assim ou assado e que dependendo do tamanho ou do formato, você pode sim optar por ver seu ginecologista. Ela nunca lhe diz que não chegar sempre ao orgasmo pode ser normal, mas não chegar nunca é algo a se pensar. Enfim, ela nunca lhe diz que problemas sexuais existem e que você pode e deve buscar ajuda médica, caso assim decida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Os homens são simples. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Enquanto nos preocupamos com celulite, lingerie, estrias, performance, a espinha no rosto, a chapinha, o tamanho dos lábios vaginais, da vulva, do seio esquerdo, daquela cicatriz horrenda, o <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>cara só até afim de dar umazinha e não vai reparar em nada disso. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Diversifique ou morra na areia. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Sua mãe nunca, jamais vai lhe falar que é bom variar. Que apesar da posição papai e mamãe ser realmente muito boa, existem outras, muitas outras, e que saber disso é quase vital para seu relacionamento. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Comunicação é fundamental. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Muitas mulheres reclamam do desempenho sexual do seu parceiro. Muitas terminam a relação insatisfeitas, não chegam ao orgasmo e julgam isso perfeitamente normal. É que foram criadas acreditando que não podem dizer o que querem durante o sexo. Não verdade não só podemos como devemos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Sexo Oral. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">O sexo oral é importante, porra. Ela lhe disse isso? Imaginei que não. </span></p>
<h1 style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;">Esta lista eu tirei do texto <em style="mso-bidi-font-style: normal;">“7 Things Your Mother Never Told You about sex”</em> do site The Frisky, já o começo do texto sobre a minha mãe, realmente aconteceu. E se eu falo de sexo tão abertamente é tudo culpa dela, já que ela me ensinou que falar sobre o assunto não tem nada demais. Eu concordo.</p>
<p></span></h1>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amigas, amigas. Amores &#224; parte.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pergunta é clássica: Existe amizade entre homem e mulher? Digo, amizade verdade sem nenhum envolvimento sexual? Muitos dirão que sim, muitos dirão que não e provavelmente você deve ter a sua opinião. O assunto já foi deveras abordado e vira e mexe é discutido em algum boteco por ai. Eu acredito que sim, que <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/03/amigas-amigas-amores-parte/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">A pergunta é clássica: Existe amizade entre homem e mulher? Digo, amizade verdade sem nenhum envolvimento sexual? Muitos dirão que sim, muitos dirão que não e provavelmente você deve ter a sua opinião. O assunto já foi deveras abordado e vira e mexe é discutido em algum boteco por ai. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Eu acredito que sim, que possa existir um homem e uma mulher capaz de se relacionarem sem que para isso precisem tirar as calças. O que eu duvido muito é que exista amizade verdadeira entre mulher e mulher. Ou uma amizade que resista a um homem de sorriso fácil, promessas frágeis e sexo supostamente animal. Ou uma amizade que resista a conselhos verdadeiros e verdades inconvenientes. Se os votos matrimonias entre homem e mulher são selados com a famigerada &#8220;até que a morte os separe&#8221;, os votos entre mulher e mulher certamente seriam &#8220;até que um homem as separe&#8221;.<br />
E vai dizer que não é assim?<br />
É suposto que brigas femininas que envolvam o sexo oposto façam parte da nossa vida colegial, mas após adultas a coisa fica bem séria, acredite. Isso porque passamos a acreditar que amigos talvez tenhamos aos montes, mas um amor-amigo é felicidade em dobro. Num mundo onde cada vez menos homens pessoas querem se relacionar seriamente e os que sobram são gays parecem desinteressados, aquela que conseguir fisgar um pinto homem, é sortuda. Então vale tudo.</span></p>
<p><span id="more-1488"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">No fim do ano, quando deveria estar bêbada em alguma praia por ai e não confinada em casa, quase liguei para minha mais recente ex-amiga, mas o término não foi fácil, então após ensaiar frases em frente ao espelho, decidi não fazer nada, era apenas a tal da carência provocada pelas festas de fim de ano, somada ao fato de eu estar em casa. Considerando que o término foi difícil, a melhor coisa que eu fiz foi me trancar no quarto com uma garrafa de champagne.<br />
Eu poderia facilmente entrar num grupo de apoio a pessoas que tiveram rompimentos traumáticos. Terminar com uma amiga é infinitamente pior do que terminar com o namorado. Até porque quando você termina com o namorado, vai sair, chorar as pitangas e se curar ao lado das amigas, mas quando termina com a amiga, vai sair, choras as pitangas e se curar com quem? Caso não tenha um namorado, que é o meu caso. Então as mulheres criam laços de conveniência, até que a vida lhes de um amor.<br />
Tomarei como exemplo uma das minhas &#8220;amigas&#8221; a quem chamarei aqui de Solineuza, para não causar qualquer desconforto caso ela resolva descobrir o que ando fazendo da minha vida.  Eu e a Solineuza éramos amigas desde a época da escola. Era feinha a coitada, portanto partilhávamos dos momentos de solidão e tardes reclamando sobre homens que preferem  mulheres gostosas bonitas. Mas a Solineuza cresceu e ficou bem grande, digamos assim, e passou a chamar a atenção. Levei numa boa e obviamente ela começou a namorar. Um belo dia enquanto estou indo embora para casa, seu namorado me procura para desabafar, dizendo que era linda, gostosa, engraçada, boa de cama, mas uma psicopata de botar medo até em Hitchcock. Ela armava barracos cinematográficos e lhe faltavam ainda alguns neurônios. Então certa de que estava fazendo o certo, contei a Solineuza a conversa que tive com seu namorado. Ficamos sem nos falar os dois anos seguintes. O filho dum demo resolveu dizer a ela que eu estava a fim dele e ofereci meu corpinho quando nos esbarramos na rua. Não querendo ver a verdade óbvia, ela acreditou nele. Claro que depois, ele fez outra burrada e a verdade que ela não quis ver, veio à tona. Nem foi por isso que paramos de nos falar de novo, mas situações como esta são clichês, ocorrerem quase todos os dias. Se não é o namorado mentiroso, é a amiga que esquece das amigas quando começa a namorar, é aquela que faz novos amigos na faculdade, no trabalho. É aquela que compete com você na balada, no churrasco dos seus avôs, tornando quase impossível viver conflitos realmente “adultos” nos fazendo sentir terrivelmente juvenis brigando com a melhor amiga. Pois era assim que eu me sentia. Cada vez que brigávamos era como estar de volta a 5° série. Ai não deu, tive que dizer adeus. </span></p>
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		<title>Ent&#227;o ele se foi&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
		<category><![CDATA[adeus]]></category>
		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto minha mãe tagarela sobre as facetas do mundo da radiologia, não paro de pensar na maneira como este domingo passou por mim. Era pra ser um domingo qualquer de sol e calor, seguido de nostalgia e tristeza lá pelas vinte e tantas, mas não foi bem assim que aconteceu. Hoje eu perdi alguém, perdi <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/02/ento-ele-se-foi/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; line-height: 200%" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br"></span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Enquanto minha mãe tagarela sobre as facetas do mundo da radiologia, não paro de pensar na maneira como este domingo passou por mim. </span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Era pra ser um domingo qualquer de sol e calor, seguido de nostalgia e tristeza lá pelas vinte e tantas, mas não foi bem assim que aconteceu. </span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Hoje eu perdi alguém, perdi um amigo que há muito tempo não via. Crescemos juntos, dividimos sonhos, sorrisos e lágrimas. Com a adolescência as coisas mudaram e tudo ficou mais complicado quando ele decidiu que o pai ausente, deveria perceber o filho maravilhoso que tinha e não vira crescer. Meu amigo começou a projetar sua felicidade no dia em que seu pai finalmente percebesse que ele existia, reconhecesse seus erros e o amasse como os pais devem amar os filhos. Mas não é exatamente assim que as coisas acontecem. A vida tem sua própria definição do que é viver, e vez ou outra nos esquecemos disso. </span></p>
<p> <span id="more-1412"></span>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br"></span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Distanciamo-nos e nunca mais o vi. Sempre imaginava que um dia nos encontraríamos de novo e falaríamos durante horas sobre tudo que tem acontecido em nossas vidas. Hoje, depois de um telefonema, eu descobri que isso nunca vai acontecer. </span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Há aqueles que defendem que a palavra “nunca” não deve ser utilizada, mas a verdade é que só em casos como este, a gente se lembra que o nunca é bem provável. Aliás, é só em casos como este que a gente pára e pensa na vida. O que eu estou fazendo? O que você está fazendo? Será que eu sou feliz? E se eu morrer amanhã valeu à pena? </span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Estes questionamentos eu costumava fazer quando tinha quatorze anos e alguma disposição para esquecer dramas rapidamente, depois de adulta as obrigações e bem, a vida, não lhe dá muitas opções e a gente simplesmente vive. Não é triste? </span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">Depois de pensar muito cheguei a uma conclusão que, assim como meu amigo, muitas pessoas atribuem sua felicidade a outras pessoas. Sejam aquelas que esperam um relacionamento ou o reconhecimento de alguém, amor, família, chefe, amigo, enfim. Depositar tanta expectativa sobre os ombros de alguém é um indicio forte de uma vida fracassada baseada numa felicidade utópica.<span style="mso-spacerun: yes">&#160; </span>Apesar disso cometemos o mesmo erro todos os dias, esperamos ser amados, esperamos ser reconhecimentos, uns com mais, outros com menos intensidade, mesmo sabendo que isto pode nos custar não viver a vida.<span style="mso-spacerun: yes">&#160; </span>Eu nem sei se estas palavras fazem algum sentido, textos passionais não costumam ser os melhores, logo, os de despedida devem ser piores ainda. Só posso finalizar com as palavras que eu costumava dizer enquanto ele ainda ia ao meu quarto todos os dias à tarde após a escola: </span>    </p>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br">- Apenas viva a sua vida e seja feliz. Se alguém tiver que amá-lo, é exatamente isso que irá acontecer, esta é a razão do amor incondicional. Amar alguém sem motivo algum e com tanta intensidade que qualquer defeito é pequeno diante a possibilidade do seu sorriso. Da mesma forma, ame sem esperar nada em troca, eu sei que é um exercício e tanto, mas no fim das contas é mais fácil do que parece e sempre vale a pena.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"><span style="line-height: 200%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: pt-br"></span>    </p>
</p>
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		<title>Ser&#225; que ainda &#233; amor ??</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 21:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
		<category><![CDATA[esquer]]></category>
		<category><![CDATA[ex]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[separação]]></category>

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		<description><![CDATA[Então eu me apaixonei, muito. Como todo apaixonado, eu achava que aquele sentimento era forte demais para vencer o tempo e que ao contrário do resto do mundo, nossa história duraria para sempre. Mas não durou, um dia ela chegou ao fim.  Mas o fim na verdade, foi uma vírgula. Após o término nos encontrávamos <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/09/ser-que-ainda-amor/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então eu me apaixonei, muito. Como todo apaixonado, eu achava que aquele sentimento era forte demais para vencer o tempo e que ao contrário do resto do mundo, nossa história duraria para sempre. Mas não durou, um dia ela chegou ao fim.  Mas o fim na verdade, foi uma vírgula. Após o término nos encontrávamos de vez em quando, e eu aceitei aquela condição por acreditar piamente que a recíproca era verdadeira e que mais cedo ou mais tarde, ele iria pedir para voltar. Porém, contudo, todavia, não há como saber os planos que a vida tem pra gente. Me mudei e longe continuei nutrindo este sentimento que, era devidamente alimentado por ligações ofegantes durante a madrugada. Mais voltas e voltei para Americana. Ao saber que ele estava oficialmente namorando, resisti a todas as ligações, mas um dia, ele veio até minha porta. Sabe o que eu senti? Nada.</p>
<p><span style="font-size: x-small;">Percebi que estava nutrindo um sentimento que há muito já não existia. Era como se eu houvesse aumentado algumas lembranças e todos os motivos da separação eu convenientemente apaguei da memória. Em três anos eu mudei, ele mudou. Não somos mais as mesmas pessoas e meu corpo simplesmente ficou imune ao seu toque. O que era aquilo? Posso chamar de idéia fixa ou obsessão, mas não era mais amor. Posso garantir que outras mulheres, ou homens porque não?, passam pela mesma situação. Amam uma lembrança que nem de longe representa a realidade ou o que ela já foi um dia. Insiste em algo que não dará mais certo. Seja por orgulho, por insegurança, por conveniência.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Abaixo, história de mulheres que assim como eu, foram obcecadas pelo ex-namorado.  Tais depoimentos fazem parte da matéria </span><a href="http://nova.abril.com.br/edicoes/410/aberto/amor_sexo/conteudo_259483.shtml" target="_blank"><span style="font-size: x-small;">&#8220;Obcecada pelo ex&#8221;</span></a><span style="font-size: x-small;"> da revista Nova (Abril).</span></p>
<p><span id="more-990"></span></p>
<h6><span style="font-size: x-small;"><strong>&#8220;Eu sinto que ele ainda vai voltar&#8221;</strong></span></h6>
<p>A afirmação acima é da auxiliar de escritório Carolina, de 20 anos, que terminou o namoro há dois anos. Mesmo depois de tanto tempo, ela ainda aposta em uma reconciliação. Ela diz:  &#8220;<em>A ex dele morre de ciúme da nossa história e, além disso, o Ale diz para os amigos que somos eternos apaixonados&#8221;. </em></p>
<p>Não precisa nem de psicólogo para dizer que, a atual até pode ter ciúmes da ex, mas ela ainda é a atual, sobrando para Carolina, somente o lugar de ex. Você pode até tentar entender os motivos que levam seu ex-namorado a nutrir seus sentimentos mesmo estando com outra, mas não adianta. Para alguns homens, a mulher que ele ama e a mulher que ele come (com o perdão da palavra) são duas pessoas completamente diferentes. É necessário encarar que, você está no segundo quesito e portanto, tende a não passar disso. Esperar é por sua conta e risco. Se ele quisesse, estaria com você. Ponto final. Só existe esta verdade. Qualquer outra, é uma desculpa esfarrapada e quem acredita, o faz por livre e espontânea vontade.</p>
<h6><span style="font-size: x-small;"><strong>&#8220;A família dele me adora&#8221;</strong></span></h6>
<p>Tenho uma amiga que costuma usar a frase acima para justificar as visitas freqüentes a casa do ex. Sabemos que ela ia até lá na esperança de encontra-lo ou fazer com que ele perceba o quanto seriam perfeitos, já que sua família a ama. Além disso, pode pedir que a ex-sogra, fique lembrando o filho de como ele perdeu uma ótima oportunidade. Tática também utilizada pela coordenadora administrativa Andréia, de 25 anos : &#8220;Minha sogra era minha maior fã. Sempre me contava a que horas eu poderia ligar para achar o Fê, falava bem de mim e ainda me dava uma ótima desculpa para aparecer na casa dele de surpresa. Nada disso adiantou. Não reatamos&#8221;.  Além de pedante, isso é masoquista. Para reatar um namoro, não é a família dele que deve ser louca por você, é ele.</p>
<p><strong>&#8220;Sempre temos recaídas&#8221;</strong></p>
<p>Basta estar sozinho para que o ex a procure sugerindo um flashback dos melhores momentos. E você, que não quer perder nenhuma chance de reconquistar o amado, aceita na hora.  Pois é, foi assim que comecei a sair com meu ex. Acreditava que cada saída, era uma chance para mostrar a ele o quanto ele estava perdendo. No mesmo raciocínio, seguiu a empresária Daniela, de 32 anos : &#8220;Sempre que ficávamos juntos, começava a fazer planos. Imaginava que fôssemos reatar e que seria pedida em casamento&#8221;. Nem preciso dizer que no dia seguinte, ele desaparecia. Canalha? Enganador? Nada disso. A responsabilidade é  sua. Ele a está usando apenas porque você deixa. Enquanto demonstrar que se contenta apenas com uma noite de amor, é isso que terá dele. Pior: atender aos chamados do ex a faz voltar à estaca zero do processo de separação que é a mais dolorida.</p>
<h6><strong><span style="font-size: x-small;">&#8220;Não encontrei nenhum homem melhor que ele&#8221;</span></strong></h6>
<p>O tempo está passando, você se esforça para gostar de outros mas nada de encontrar alguém. Será que não anda procurando um clone do &#8220;falecido&#8221;? Parar de usar o ex como referencial para o próximo namorado, é a lição que a advogada Cristiane, de 28 anos, ainda está tentando assimilar: &#8220;Meu ex era divertido e sincero comigo. Sempre me falava a verdade por mais que fosse dolorosa. Nunca vi alguém como ele. Já sai com outros depois que terminamos, mas caio na cilada da comparação e me decepciono&#8221;. Você tem de estar aberta a novas oportunidades. E vai conseguir isso quando voltar o foco para si mesma, curtir a própria companhia, resgatar seus valores, seu amor-próprio. Aos poucos, diminuirá cada vez mais a importância do ex e se sentirá mais preparada para conhecer outros homens. E eles certamente terão qualidades. Deixe a vida seguir. A fila anda mesmo!</p>
<p>Pronta para virar a página? Não precisa ir atrás, basta estar aberta.</p>
<p>Outro ponto importante, e este é totalmente por minha conta, é esquecer algumas regras inventadas por alguém totalmente maluco. A mulher tende a não fazer certas coisas para não parecer isso ou aquilo ou não violar tais regras. Costumo pensar que da minha vida sei eu, e somente eu posso saber o que irá me magoar e em que intensidade. Em certas ocasiões é preciso jogar a ética e a formalidade para o espaço. Não existe tempo, ou meio termo. Se ele namora,  porque precisa de você? Se não namora, porque está longe? Ou quer, ou não quer.   Se ele não lhe deixa em paz para esquecé-lo e ser feliz como ele é hoje, não merece um segundo de seus pensamentos, quem dirá anos.</p>
<p>Tente refletir se você sente falta dele, ou de estar com alguém. Quais das suas lembranças condizem com o que realmente aconteceu? Foi tão bom assim? Ou não aceita o fato de vê-lo feliz antes que tenha tido tempo de você superar o amor?</p>
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