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Não disse que o problema era você?

Todos os dias homens e mulheres tentam se livrar do passado de seus respectivos parceiros. Eles, desejam mulheres bonitas, de sorriso fácil, ancas largas, inteligentes, com ar angelical, fogosa na cama, do tipo que topa tudo, mas que nunca antes foram tocadas por outras mãos do sexo masculino. Porque, mulheres brincando com suas melhores amigas é a fantasia de todo homem.

Elas, por sua vez, desejam homens bonitos, decididos, fortes, românticos, mas não inseguros. Bons de pegada e que não venham com histórico amoroso. Que de preferência nunca tenham estado em um relacionamento antes. Melhor, que nunca tenham amado outra mulher, senão suas mães.

O passado amoroso e sexual dos nossos parceiros pode nos assombrar durante toda a relação. Mas, já parou para pensar no seu passado amoroso?

Cada vez que levo um pé na bunda sinto que todos os caras que já passaram pela minha vida e, consequentemente, já deixaram a marca de seus pés na minha bundinha, estão todos juntos, comemorando e bebendo, enquanto apontam em minha direção e dizem em coro:

- Não disse que o problema era você?

E se?

Martha Medeiros tem um livro chamado “Tudo o que tudo o que eu queria ter dizer”. Eu nunca li. Mas o título sempre me vem à cabeça quando penso que deveria fazer um esforço, sentar numa cadeira e escrever algumas palavras que tentem traduzir tudo o que eu sinto e que de alguma forma façam com que você entenda como eu sinto. Mas, será que existe algo que eu nunca te disse?

O melhor de nós era poder te dizer o que eu tinha na mente e no coração, sem freios, restrições, pudores ou medos. Era fácil, perigoso e excitante ter pela primeira vez ao meu lado alguém com quem eu pudesse dividir todos os eus que existem em mim.

Acho que foi ai que eu pequei. Ouso dizer que disse mais do que deveria. O que me faz pensar que ao invés de te escrever sobre todas as coisas que eu gostaria de te dizer, deveria me sentar para escrever sobre todas as coisas que eu gostaria de não ter te dito. Palavras soltas no calor do momento. Promessas, ofensas, medos. Engraçado que a primeira lembrança que me vem à cabeça é aquele fim de semana. Sempre volto praquele fim de semana de julho. Eram apenas dois dias, mas minha mente inquieta e minha falta de jeito com o amor, não me deixaram esperar. Então eu sempre volto praquela sexta e me pergunto o que teria acontecido se eu tivesse esperado.

Estaríamos bem? Saberia de você? Mas, enquanto opto por outra forma de narrativa, uma que sempre aparece quando estou me consumindo em culpa e arrependimento e me salva da cegueira causada pelas lembranças que sempre fazem nos lembrar apenas dos momentos bons, eu me pergunto: o que teria acontecido se você tivesse se importado o suficiente para dizer que não poderíamos nos falar naquele fim de semana, mas que na segunda acordaria para notícias suas? Eu certamente teria esperado. Eu sei que sim.

O problema desta história é que eu me importei demais. Você se importou de menos. O que há para dizer?

Amor com hora marcada

Era uma sexta-feira. Uma sexta-feira exatamente como as outras. Tão normal era que não me recordo se fazia calor ou frio. Também não me recordo onde estava. Tudo que sei é que lá pelas oito e tanto meu celular anunciava uma nova mensagem. Abri. Mas não foi assim um abrir de quase parar o coração. Era um abrir diferente. Um diferente assim que combinava com ele e com toda a situação que estávamos vivendo há oito meses. Era um amar sem esperar nada em troca. Era um aproveitar o tempo enquanto estávamos juntos porque outro tempo daquele poderia demorar dias, talvez semanas, para acontecer. Era doloroso? Não exatamente. Condicionei meu coração e minha mente para estarem no lugar certo, na hora certa. Com ele, quando deveria estar. Sem ele, quando deveria estar, mas não estava e nada poderia fazer a respeito, a não ser me permitir não sofrer. E eu não sofri. Eu não esperei, nem desesperei. E acreditem, foi bom, enquanto foi.

Mas, nesta sexta-feira normal que poderia ser qualquer sexta-feira do ano, pois não me lembro se fazia calor ou frio, ele queria me ver. Nossos encontros eram sempre bons e assim eram porque não havia cobranças, tão pouco medo de perder. Éramos só nós, carinhos, beijos e muita conversa. Só que nesta sexta-feira ele decidiu que só isso não bastava. Ele decidiu que era necessário fazer promessas. E fez. Muitas. Ele me olhou nos olhos e me disse que já era hora de estarmos juntos. Que o tempo o preparou para isso. Que éramos ótimos juntos e deveríamos permanecer juntos, afinal, em time que esta ganhando não se mexe, certo?

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Seu passado deveria te condenar?

Sabe quando você esta conhecendo uma pessoa legal e quer devorá-la? É um desejo enorme de saber cada detalhe sobre a vida deste ser que esta diante de você e que até há pouco tempo não estava, mas que agora você ama perdidamente. Claro que uma vida é muito tempo, mas a gente se esforça para saber tudo que pode e, talvez até mesmo sem nos darmos conta, pulamos diretamente para o amor. Normal, não é? Pois bem.

Estava eu lá tentando devorar o cérebro e o coração do moço, quando resolvo lhe perguntar sobre seus relacionamentos passados. Ele respondeu tudo. Como um livro aberto. Tão aberto que aquela história ficou martelando na minha cabeça e eu desejei nunca ter perguntado. Então chegou a minha vez. Fiquei lá uns cinco minutos esperando ele perguntar: e você? E nada. Nadinha. Fiquei frustrada e boa ariana pisciana que sou, resolvi fazer um drama básico e perguntei se ele não se importava com meu passado amoroso.

- Não!

- Nem um pouco?

- Não! Eu só me importo com o presente (eu e você agora) e com o futuro (eu e você lá na frente). Não me importa com quantos caras namorou ou como foi. O que eu deveria fazer com esta informação exatamente?

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Só porque acabou, não foi bom?

Perdoem-me o desabafo, mas eu não sei por que diabos as pessoas têm mania de querer apagar o passado e sair por ai dizendo que quem vive de velharia é museu. É óbvio que ninguém vai debruçar na janela pra ver a vida passar enquanto chora pelo leite derramado, mas ignorar tudo o que você viveu para chegar até aqui, além de tolice, é impossível! O que você é hoje é o resultado de todas as escolhas que fez no passado e até pra mudar e dar um rumo completamente diferente em nossa vida é preciso dar aquela checada no retrovisor.

Eu não quero esquecer aquele cara que me deixou plantada na frente da sua casa e pulou o muro para ir fumar maconha com os amigos. Foi com ele que aprendi a me amar, me olhar no espelho, me curtir e dizer “Tu tá muito gata. Eu te pegava hoje”. Pegava, peguei e continuo pegando, me curtindo, conhecendo cada pedaço de mim, de quem sou e do meu próprio corpo. Só assim posso esperar que outra pessoa me ame, me curta, me conheça. Com ele percebi que eu gosto de me sentir frágil, pequena, cuidada. E que homem tem que cuidar de mim. E enquanto deu certo, ele cuidou. Eu não quero esquecer aquele cara que no meio de uma festa foi dar uns pegas na ex-namorada sem o menor pudor. Com ele eu aprendi que auto-piedade não é atraente e ninguém vai te amar porque você esta implorando. Como ele eu vi várias madrugadas transformarem-se em dias lindos enquanto comíamos pastel na feira após a balada. Com ele eu conheci o Pearl Jam e mostarda. Com ele aprendi que apesar das declarações de amor, do sexo maravilhoso e das mensagens de madrugada, nada mais excitante do que ver seu namorando fazendo os amigos beberem Fanta, porque você odeia Coca.

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Acreditar ou … acreditar!

Em primeiro lugar: Eu não estou namorando não, viu gente? Embora eu quisesse muito acreditar que sim, eu não estou. Não que eu me importe, afinal, tenho 27 anos e desilusões amorosas o bastante para crer que rótulos só servem para impressionar aqueles que nele acreditam.

Já fui traída. Já fui trocada pela ex que o cara supostamente odiava. Já fui trocada por um baseado. Já fui trocada por um homem. Já fui trocada pelos amigos. Já fui trocada pelo carro. Já fui traída por amiga.

Já namorei um cara que gostava de mim, mas morria de vergonha de sair comigo porque, olha só, eu sou negra. Foi a pior fase da minha vida. Fiquei com depressão, não queria sair do sofá e não suportava me olhar no espelho nem por cinco minutos. E ele morava no mesmo bairro que eu. Fiquei saindo com um camarada por oito longos meses. Eis que um belo dia, numa sexta-feira mais precisamente, a bela adormecida resolve desencantar e dizer que gostava de mim e, quem diria, deveríamos ficar juntos. No mesmo fim de semana, no domingo, ele atualizou seu status do Orkut para namorando. Detalhe: NÃO ERA COMIGO! A gente morava na mesma cidade. Teve muito beijo. Teve muita pele. Teve muito toque. E daí?

Fiquei saindo com um cabra durante dois meses. Um dia resolvo que ele era o tal do cara especial com quem eu iria perder minha virgindade. Quando ele ia mandar pra dentro eu disse: “Devagar”. “Por quê?” “Porque eu sou virgem, oras!”. “Você é o que?”. O cara, que já tinha me levado a casa dos pais dele, me apresentado a todos os seus amigos e familiares, brochou tão rápido que eu nem pude acreditar e ainda complementou: “Você tá viajando. Desculpa linda. Eu gosto de você e tal, mas cabaço de mulher eu não tiro não. Depois tu gruda no meu pé? Sai fora. Amor de pica? Nem pagando!”.  Proximidade? Este tava tão perto que eu podia sentir o pau mole dele na porta de entrada.

Mas também teve aquele que ficou me ligando durante dois meses dizendo que não queria somente sexo porque eu era linda, especial, boa de papo e completamente diferente de todas as meninas que ele já tinha conhecido. E quando finalmente eu disse sim, ele me buscou na porta de casa e me levou… direto pro motel.

Ah, e não vamos esquecer daquele namorado que morava há apenas alguns quarteirões da minha casa e antes de terminar comigo mandou na lata: “Se eu terminar com você, a gente ainda vai pode se encontrar de vez em quando pra trepar? Porque sério, essa foi a única coisa boa que sobrou. A gente trepa muito bem”.

Ai eu sou obrigada a aguentar os sabichões me olhando com cara de desdém e perguntando: “Você acredita mesmo que um cara lá do outro lado do mundo pode te amar de verdade?”

Elementar, meus caros Watsons! Até porque, a única coisa que podemos fazer para viver plenamente é acreditar.

Acreditar que pode dar certo. Acreditar que você é mulher/homem o suficiente para seguir em frente se não der.

C’est La Vie.

Nota: Este texto já foi publicado lá no Diário De Casal.

@jackelineaguiar

Seguir em frente. Como faz?

Este não é um blog sobre “Faça isso“ ou “Não faça isso”, afinal, quando o assunto é relacionamento a gente sempre acaba tomando a decisão que melhor nos convém, mesmo tendo consultado milhares de amigos, parentes e revistas femininas, a gente sempre faz o que o coração manda.

Mas, vendo uma amiga minha enfiar o pé na jaca e fazer tudo errado, eu decidi escrever este post com tudo o que eu gostaria de falar para ela, mas não posso.

Para vocês entenderem a história, ela simplesmente não consegue superar o ex, mas o problema não é esse, afinal, no coração a gente não manda. Ela não entende que não é proibido sofrer, chorar, se estatelar no sofá e esperar que o mundo acabe em barranco pra que ela nem se de ao trabalho de se levantar. Ela não entende que é permitido ouvir músicas românticas, assistir comédias românticas e praguejar em frente a TV porque por alguns momentos você se dá conta de que aquilo só acontece em filme.

Sofrer pode! Se forçar a algo é que não pode.

Tenho certeza que aquele desespero de provar para o mundo e principalmente para o ex que você consegue superá-lo, é que fode tudo. Você não tem que provar nada pra ninguém, então sofra que nem uma cachorra por um tempo. O homem que você amava terminou com você, é normal se sentir a pior porcaria do mundo. A bolacha quebrada que sobrou no pacote e ninguém quer.

Não é normal colocar roupas curtas e ir para baladas com a pomba gíria no corpo, rindo igual uma hiena e bêbada como uma vaca, enquanto dança até o chão pra que os amigos dele vejam como você está bem. Aliás, como diria Frejat, rir de tudo é desespero. Os amigos dele estão cagando pra você. Eles fazem parte do clube do bolinha e certamente contarão para o amigo, no caso seu ex, como você estava se comportando de forma ridícula na balada x.

Não fique amiga dos amigos dele. Primeiro porque o intuito é seguir em frente, e ficar amiga dos amigos dele não ajuda em nada, é como continuar parada na mesma situação. E nem água pode ficar parada, não é mesmo? Não importa se você fez uma amizade bacana com eles enquanto namorava seu ex, acabou, its over, lets move on. Eles ainda são amigos dele e não seus amigos. Imagina só se suas amigas quisessem continuar amigas do seu ex?

Seguir em frente não quer dizer que você precisa assumir um novo relacionamento em uma semana.  Nem faz bem porque as comparações são inevitáveis. Seguir em frente não significa que você tenha que colocar fotos de todas as suas baladas no Facebook com homens lindos e roupas curtas. O nome disso é promiscuidade, seguir em frente é outra coisa.

Seguir em frente é saber que não vai ser fácil. É chorar baixinho antes de dormir porque você sente saudades de uma pessoa que não quer mais estar com você e ironicamente, deve se agarrar justamente a isso para lembrar que você tem que seguir em frente.  Porque quando você finalmente se dá conta de que aquela pessoa que um dia te amou, mas naquele momento não quer mais estar com você, não importa o que você faça, seguir em frente é a única coisa que pode fazer.

Para esquecer um ex não existe fórmula, tão pouco prazo. É só acalmar o coração e deixar o tempo correr… Não existe melhor remédio!

Como anda seu carma amoroso?

Eu sempre acreditei em carma, não ao pé da letra, não de uma forma muito fervorosa, mas eu realmente acredito que se você anda por ai passando por cima de tudo e de todos, lá na frente você terá seu troco. A vida neste quesito é infalível. Claro que seria melhor se todas essas regras fossem aplicadas no amor, afinal, seria delicioso ver aquele cara que desapareceu do mapa degustando um chá de sumiço bem amargo, daqueles que ficam presos a garganta. Seria melhor ainda encontrar alguém infinitamente melhor do que o último, em todos os sentidos, e ficar sabendo que o tal que te fez sofrer anda se contorcendo de dor de cotovelo por ai. Mas sabe, nem sempre isso acontece. Ou quando acontece o gosto da vingança nem é tão legal assim porque você realmente gosta do seu atual e, ver o ex sofrendo que nem cachorro em porta de pastelaria é de causar uma angustia inexplicável.

Mas já parou para pensar na lei do carma ao contrário? Sim, porque estamos sempre desejando ver o outro pagar pelos seus erros amorosos. Mas e você? E eu? Como pagamos pelos nossos?

Certa vez conheci o senhor perfeito. Ele realmente era perfeito em todos os sentidos. Legal, bonito, engraçado, ambicioso e tinha um único problema imperdoável, ele gostava muito de mim. Tanto, tanto, tanto que às vezes me colocava em um pedestal e isso me dava calafrios. Mas eu estava lá tentando porque alguém uma vez disse: “Saber amar é saber deixar alguém te amar”. Então eu estava lá sendo amada e talvez quem sabe, aprendendo a amar.

Mas como todo mundo eu tinha um amor resolvido que um dia, sem aviso prévio, resolveu me ligar enquanto eu via TV num sábado a noite com o cara legal deitado no meu colo no sofá. Atendi. Do outro lado da linha alguém avisou:

- Posso passar ai às 11h?

Sim. A palavra escapou da minha boca com uma força capaz de destruir uma cidade toda.

Disse ao cara legal, bonito e engraçado que ele deveria ir embora. Que não estava dando certo. Que era amor demais pra mim.

Me arrumei. Esperei o amor mal resolvido no portão com o coração na mão e nem uma culpa no corpo todo.

O amor mal resolvido só queria o que amores mal resolvidos querem: a promessa da última noite de sexo.

Depois disso nada de cara legal. Nem daquele que assistia TV sábado a noite no meu colo,  nem de nenhum outro. Nunca mais. Nada de cara legal pra mim. Já era. Finito. It´s over.

Ás vezes me pergunto se ainda estou pagando por aquela noite.

E você, já parou para pensar no motivo de só conhecer o cara errado?

Pra onde?

Começo de namoro é uma delícia, estamos conhecendo a outra pessoa, e ao mesmo tempo tão apaixonados que o coração chega a doer de saudades. E não importa quantas vezes já sofremos, a próxima vez, é sempre maravilhosa e uma nova paixão geralmente leva embora todos os resquícios das paixões que não deram certo. Bom, pelo menos as suas.
Como sabemos os homens são famosos pela total falta de jeito ao terminar um relacionamento, logo, ao sair sorrateiramente, ele deixa alguns corações partidos e muito rancor no meio do caminho, não raro, todo começo de namoro,  somos bombardeadas por noticias não muito agradáveis a respeito dos relacionamentos anteriores da pessoa em questão.

Eu aprendi e você também deve ter aprendido, que a confiança é à base de qualquer relacionamento e que o seguro morreu de velho, portanto quando estamos apaixonados devemos fechar os olhos, nos jogarmos rumo ao desconhecido e ignorar qualquer fofoca de supostas mal amadas. O que todos ignoram é que o seguro morreu de velho, mas não é esse o plano?

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É difícil ser a próxima.

Acho que posso seguramente dizer que a fantasia de todo homem, ou quase todos, é participar de um ménage acompanhado de duas belíssimas moças. Bom, posso dizer também que já participei de vários, não por livre espontânea vontade, é que simplesmente acontecia. Ás vezes, assim que tomava consciência, eu dava espaço para outra, nunca gostei de dividir “minhas coisas”, outras vezes era a outra que garantia seu espaço e eu era obrigada a sair de cena e na maioria das vezes, eu percebia, mas masoquista que sou, esperava pra ver no que ia dar e sempre saia chupando o dedo. Desde que me entendo por gente, entro em relacionamentos em que o relacionamento anterior ainda não foi superado.

Ás vezes os sinais de que a história anterior acabou mal resolvida são claros, mas a gente finge que não vê, ou vê, mas se convence de que é o pessimismo ou o tal medo de ser feliz. Mas como saber se a relação anterior é mal resolvida? Você pode me dizer: conversando claro! Mas certamente ninguém lhe dirá: sim, eu ainda sou apaixonado pela minha ex? Então como saber se o elefante na sala é apenas fruto da sua imaginação ou se ele nunca saiu de lá?

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