Era esse o tema do teste que eu encontrei numa destas revistas da vida, não o fiz, claro, mas fiquei pensando sobre o assunto. É possível que alguém domine a arte de encantar á primeira vista? A propósito, existe forma infalível para impressionar no matter what e garantir o segundo encontro?
Se existe, ela pede que você não seja você. E obviamente alguém deve ter lhe dito que agir como se fosse outra pessoa, sempre acaba em merda. Sua mãe deve ter lhe contado uma fábula onde a moral da estória é “A mentira tem pernas curtas”. Pernas de anões, acrescentaria eu.
Estar em um primeiro encontro é motivo de sobra para nervosismo, uns demonstram isso com mais ou menos intensidade. Se você fala demais, pode falar pelos cotovelos. Se você fala de menos, pode ficar mudo. Tudo depende.
Depende do quê?
Da importância do encontro, da importância do encontrado, das expectativas em relação aquele momento ou os que virão depois, se é que virão.
Dia desses eu tive um primeiro encontro e a julgar pelas perguntas feitas no teste, eu teria reprovado com louvor. A julgar pelo que veio depois, eu reprovei mesmo. Mas, dadas as circunstâncias eu realmente merecia um crédito.



