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Homem moderno.

Ai gente, nada como um homem segurando um bebê. Muito amor! Enfim, a revista Marie Claire completa 20 anos e tem lançado em seu site algumas reportagens especiais com antes e depois, e claro, comportamento e relacionamento não poderiam ser esquecidos. O site fez uma pesquisa com leitores de ambos os sexos para avaliar o que mudou nos relacionamentos hoje em dia. Quem são as mulheres, quem são os homens, o que ambos querem agora que parecem estar todos perdidos? Porque tanta mulher reclama de estar sozinha quando muito homem afirma não ter medo de compromisso?  Se quiser, pode ver a matéria completa no site, eu estou para falar de uma coisa específica, a tradução do que é o homem moderno. Quem é o homem de hoje em dia.

A julgar pelos comentários aqui no blog eu podia jurar que eram homens que acham que a mulher é supervalorizada e que por isso ele tem que a colocar no seu devido lugar, fazê-la enxergar que uma bucet* não lhe dá o direito de conquistar o mundo e que se ela quer andar no seu carro, vai ter que fazer melhor que isso. Mas fiquei surpresa, como eu disse milhares de vezes, existem homens de verdade. Dá uma olhada no que revelou a pesquisa.

Da Marie Claire – Abre aspas:

Eles não tinham ideia disso quando responderam à nossa pesquisa, mas derrubaram um dos maiores mitos da atualidade no quesito relacionamentos: os homens não têm medo de compromisso nem das mulheres poderosas. Entre os 250 que responderam às questões online (leitores das revistas Autoesporte e Época Negócios), 84% garantem não fugir de relacionamentos — no segmento dos homens com idade entre 25 e 35 anos, o número não diminui muito: 82%. O fato de a mulher ser mais bem-sucedida que ele profissionalmente também não os afugenta do casamento, é o que afirmam 93% dos entrevistados nessa faixa etária — assim como não os incomoda ter uma parceira com salário maior que o deles (afirmação de 81%). A derrubada do mito se comprova ainda na última pergunta da pesquisa: quais as profissões que mais o instigam em uma mulher? As vencedoras foram as executivas/administradoras, com 53% dos votos dos homens de 25 a 35 anos. Médicas ficaram com 22%, publicitárias/jornalistas com 24% e modelos com apenas 1%!

Então, se eles não estão fugindo de relacionamentos, por que muitas mulheres ainda estão sozinhas? “Mesmo com todas as conquistas que fizeram, elas ainda estão presas a um velho cacoete: a autovitimização. Em vez de olharem para si mesmas em busca dessa resposta, elas prontamente apontam culpados, no caso, o homem. Mas a verdade é que as mulheres estão muito mais seletivas. Querem, no mínimo, alguém igual. É a velha idealização do homem que, agora, tem critérios ainda mais elevados”, afirma Carmita Abdo. Os homens concordam: na opinião de 67% deles, elas estão, sim, muito exigentes.

Fecha aspas.

Eu muito concordo com esta parte. Não que as mulheres estejam exatamente exigentes, mas acabou aquela coisa de se jogar em qualquer relacionamento só para não ficar sozinha.  Bom, pelo menos para algumas.

Clube une mulheres nuas a clássicos da literatura

E essas moças da fota lendo todas peladas, qual é a delas, hein??

Ler Pablo Neruda sem nenhuma peça de roupa no corpo não é exibicionismo. É apenas bonito. Quem defende essa ideia é a dançarina Michelle L’Amour, criadora de um clube de leitura que tem lotado livrarias nos Estados Unidos. Nos eventos, cinco mulheres leem suas passagens literárias preferidas em voz alta, vestindo apenas sapatos de salto, pérolas e algum enfeite na cabeça.

Os encontros são temáticos e já foram pautados por ficção científica, livros censurados, letras de música e até literatura de vampiros. No dia 29, quem estava em Chicago pode conferir o evento especial de Halloween, no qual as participantes recitaram contos de horror.

A ideia de unir nudismo com literatura veio de um velho hábito de L’Amour, que decidiu torná-lo público ao lado de outras mulheres. “Este é apenas um grupo de lindas garotas que gostam de ler… nuas. Não há muito mais além disso”, diz a apresentação de seu site. O voyerismo de quem paga o ingresso para vê-las é apenas o complemento perfeito desse ato, garante.

Em pouco mais de um ano, as apresentações que começaram em Chicago se espalharam por Los Angeles, Nova York e outras oito cidades americanas. Em breve, o grupo deve estrear em Montreal, no Canadá. Entre as pessoas que já assistiram ao espetáculo há quem garanta que a voz é o que mais chama a atenção durante a narrativa. Para as meninas, despir-se e ler para estranhos é bem diferente de fazer striptease. “Continuamos vendo os mesmos rostos nos eventos e é por causa da literatura. Se você nos viu uma vez nuas, já nos viu. Então não se trata disso”, diz uma delas.

Vi na Marie-claire.

E ai pessoal, será que essa moda pega?

Falta de sintonia na cama é motivo para desistir de tudo?

Vou contar outro causo procês. Fiquei saindo com uma determinada pessoa por aproximadamente oito meses, o papo era bom, ele era bom e nós éramos bons juntos. Sempre tínhamos muito que falar, o beijo era perfeito e durante esse tempo não rolou sexo. Até que eu decidi que esse tempo (oito meses) já era tempo o bastante e decidimos partir para as vias de fato. Não rolou, na verdade a tal noite foi no mínimo constrangedora. O que resultou num sumiço, por parte dele, de aproximadamente três meses. Depois, fazendo à compreensiva, voltamos a nos ver, e começamos tudo de novo. E apesar dos nossos esforços, o não sexo era o elefante branco na sala, no carro, em todos os locais. Acabou que acabou tudo.

Daí, fico me perguntando, qual o peso do sexo em uma relação? Será que muito dele ou a falta dele pode prejudicar um casal a ponto de por fim em tudo?

A Carla Zeglio, consultora sentimental da Marie Claire, respondeu assim:

Não creio que a falta de sintonia na cama seja motivo de desistir de tudo, ainda mais se a história reúne vários elementos fundamentais em uma relação como o companheirismo, carinho, amor (que não necessariamente inclui tesão), cuidado, o gostar de conversar com o outro e tudo o que o casal já construiu. O que você não pode fazer é deixar de comunicar essa insatisfação a ele, pois essa atitude dá brecha para que um afastamento ainda maior aconteça e também para a chegada de novos parceiros sexuais. Você diz que não há química no sexo, mas ninguém fica 20 anos com alguém se não houver um enorme cuidado com o outro. E é aí que mora o perigo: se gostamos do outro, uma situação de deslealdade ou de traição descoberta poderá fazê-lo sofrer. Será que é o que queremos para o nosso companheiro de 20 anos de vida? Que tal uma conversa franca sobre suas necessidades? Se depois disso as coisas realmente não ficarem boas para o casal é hora de procurar alternativas, como uma possível separação, mas aí sem tantas mágoas, brigas ou desentendimentos. Uma boa saída pode ser tentar fazer terapia de casal para estimular a conversa entre vocês. Contudo, é importante lembrar que as dificuldades em uma relação só podem desaparecer quando os dois querem. O que será que seu marido pensa sobre isso? Ele vê da mesma maneira? Percebe sua insatisfação? Parecem perguntas estúpidas, mas a maior parte de nós nunca fala exatamente ao parceiro o que realmente precisa. A idealização da vida conjugal e sexual não nos prepara para lidar com os desapontamentos, frustrações e atritos. Calamos-nos diante das necessidades e sucumbimos a um enorme silêncio, culminando na solidão a dois. Cuide de revisitar a sua relação.

Um filme[bb] legal para assistir é “Jantar com Amigos”, baseado na peça do dramaturgo norte-americano Donald Margulies. A história explora a dificuldade de compreender quem deve ou não se separar e as ideias preconcebidas de cada um de nós a respeito da separação e até de nós mesmos.

E ai, ingerir ou devolver? Pergunta marota do dia!

Já falei para vocês do blog “Fale com ele” da Marie-claire, né? Então, não dá pra linkar tudo aqui, mas normalmente eu acho genial e muito engraçado a forma como ele escreve.

Geralmente ele elucida as leitoras acerca das nossas dúvidas mais comuns, a desta semana é tão comum, que não tinha como não trazer pra cá.

E ai, engole ou cospe? TABU.

Dá Marie-claire:

Engolir. Se der, puder e quiser, engolir. Faz diferença. Até meio óbvio, sabe? Pra engolir é necessário fazer a bisnaguinha dar aquela vazadinha. E essas vazadinhas são o topo, o teto, o arco-íris do prazer. Ou seja: engoliu é porque fez não só direito, como fez direito e maravilhosamente bem.

Nojinho? Bolotas! O sexo é um troço meio sujo. Se é pra fazer, é pra se lambuzar. E se é pra se lambuzar, é pra se melecar inteira e sem medo. “Mas João, me dá ânsia! Aquilo ali, grudento, na cara, nos dentes!” Eu sei, eu sei… Mas considere a posição do homem. A gente, quando vai lá, quando desce ao baixo trópico de vocês, a gente mete as caras. Lambe a fé. É um mergulho de cabeça. Encara tudo o que for pelinho, cheirinho e molhadinho.

Sabendo que cada caso é um, a gente já até reparou que algumas de vocês, no ápice da gostosura, no cume do suor, sob delírio sensual, algumas de vocês oferecem cachoeiras íntimas. Cachoeiras íntimas na fuça masculina! Mulher também ejacula!

Minhas Leitinhas de Coco, não acho que homens tenham uma necessidade de ver a moça engolir. Não é obrigação! Acalme-se. Diria até que é um treco bastante especial, restrito. Não façam assim, com qualquer um. Mas saibam: há um fetiche… E tonto ou não, esse fetiche é alimentado por uma boa engolida sexual. Pela sensação de que o moço é único (… ainda que não seja! Homem vive dessas auto-ilusões…).

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Homens de 30 são considerados ruins de cama…

Achei esta nota na MarieClaire:

A imagem dos trintões já foi melhor. Na última pesquisa feita pelo canal a cabo Sexy Hot, os homens na faixa dos trinta anos ficaram em último lugar no quesito “bom de cama”. Das 600 mulheres que responderam à pergunta “Qual tipo de parceiro é melhor na cama?”, 54% apontaram os meninos de 20 anos como seus favoritos. Depois deles, a preferência passou batida pela casa dos 30 e esbarrou nos homens de 40, que levaram 32% dos votos.

Ou seja, as brasileiras preferem os homens mais novos. Dando o meu palpite, poderia supor que o resultado obtido se deve ao fato dos homens mais novos, especialmente na faixa dos vinte, estarem quase sempre tentando agradar, já que estão apenas no começo e se esforçam para mostrar o melhor desempenho possível. Já os homens mais velhos, com alguma bagagem, sabem exatamente o que fazer, como fazer e nem sempre estão preocupados com a parceira, aliás, muitos deles parecem que estão se masturbando, não em uma relação sexual com outra pessoa envolvida.

A questão é, e as mulheres, são melhores em que idade?

Por que ainda pagar por sexo?

Lembra daqueles causos sobre como o pai, o tio ou os primos levavam um virgem para iniciar sua vida sexual com garotas de programa? Certamente você já ouviu ótimas estórias, afinal, este era praticamente um rito de passagem na vida dos meus companheiros do sexo oposto. Hoje, duvido que alguém ainda mantenha tal tradição, digamos assim, afinal, o sexo anda comum e fácil, se me permitem dizer, e os jovens iniciam sua vida sexual cada vez mais cedo. Apesar da facilidade de se obter uma noite de sexo casual e selvagem for free, muitos homens preferem pagar, e por quê? Foi exatamente este pergunta que Julie Bindel, jornalista e ativista Britânica, tentou responder ao entrevistar 700 homens de seis países diferentes.

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Quanto mais estável a relação, menor a vontade de…

Um estudo feito pela Universidade de Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, atesta que existem algumas diferenças de libido entre homens e mulheres e, aposto que você não precisava de pesquisa para saber disto, homens pensam mais em sexo do que a mulher, continuando… a tal pesquisa foi publicada há alguns meses na revista Human Nature, e mostra que a maioria das mulheres apresenta queda no desejo sexual quando está em uma relação estável, enquanto, entre os homens, a libido permanece inalterada. Foram ouvidos 530 homens e mulheres entre 30 e 50 anos. Das entrevistadas entre 30 anos que haviam acabado de se casar, 60% queriam sexo frequentemente no início do relacionamento. Depois de quatro anos de união, o índice caiu para menos de 50% e, após 20 anos, para apenas 20%. Entre os homens, a vontade de transar regularmente se manteve estável em 80% dos entrevistados, em qualquer estágio do relacionamento. Segundo o autor da pesquisa, o psicólogo Dietrich Klusmann, “uma boa razão para que a motivação sexual dos homens permaneça inalterada seria o temor de serem traídos por suas parceiras com outro homem”. Já as mulheres teriam uma alta dose de desejo sexual no início de um relacionamento para afirmar um vínculo com o parceiro.

Hummm, será?

Acho provável.

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Tempos modernos.

“Não use o retrovisor para se maquiar, o homem precisa dele para dirigir”.

Hoje a mulher está praticamente em pé de igualdade com o homem, na hora de “investir em alguém” elas podem facilmente usar os mesmos truques que eles. Aqueles que nomeiam mulher para comer e mulher para casar/namorar, são considerados machistas, apesar de serem muitos, enfim, encontrei hoje na Marie Claire uma matéria sobre alguns conselhos que as mulheres solteiras ouviam sobre métodos para “fisgar um bom partido” quando encontravam um, lá nos 30. Analisando as imagens e dicas, dei muita risada claro, mas não achei que as coisas mudaram tanto assim, primeiro porque alguns deste conselhos ainda são muito utilizados e depois porque, ainda existem aqueles que esperam que a mulher tenha esta ou aquela postura.

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Idéias para usar, já!

Estou de volta, mais ou menos, e como podem ver mudei o layout, again. É que sei lá, eu gostei daquele, mas não gostei tanto assim, então outro está sendo pago, digo, providenciado, do jeitinho que eu quero, em cada detalhe. Ele será baseado neste aqui, estou já vou deixa-lo assim, pois uma idéia nova pode surgir a qualquer momento.

Nestas semanas em que estive longe, algumas coisas legais aconteceram, dentre elas, recebi um e-mail com a seguinte notícia:

Pois é, agora sou oficialmente um testador de camisinhas. Como? É isto mesmo. a Prudence, tem um site bem bacana e lá rola um blog, onde além de textos interessantíssimos, os testadores dividem suas experiências. Para esta difícil tarefa eu recebi em casa um kit com nada mais, nada menos que 180 camisinhas, de todos os efeitos e sabores. Tem retardante, ultra-sensível, tem as que provocam sensações, como a Fire, dá uma olhada:

Kit

Daí que o assunto me inspirou e pesquisando cheguei aos seguintes temas:

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A caçadora…

E completando a minha semana revoltada com o mundo moderno, irei dividir com vocês, caros leitores, uma entrevista que encontrei lá na Marie Claire (Globo), com ninguém mais, ninguém menos que Mara Altman. Não sabe quem é?

Mara é americana, jornalista e tem 26 anos. Até aí tudo normal, mas ela é autora do livro “Thanks for coming”  lançado claro, nos Estados Unidos. No livro, ela conta sua história pessoal da busca pelo orgasmo, que até então desconhecia. “Num relato excitante (na conotação mais sexual da palavra) e divertido — ainda que, muitas vezes, o leitor tenha vontade de pular algumas das 377 páginas para descobrir logo como a protagonista acaba gozando —, a autora mescla experiências pessoais a depoimentos de experts em sexualidade”. – palavras de Marie Claire, não minhas. Na entrevista clara, divertida e bem direta, é possível perceber porque muitas mulheres sofrem pois não conseguem atingir o orgasmo, não tratam o próprio corpo com naturalidade.

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