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Admirável mundo velho (e a paquera ao longo dos anos).

A revista Gloss deste mês aborda o mundo das mulheres que vão à caça, digo, das mulheres que não temem a opinião alheia e vão atrás do que desejam no quesito relacionamento. Para elas pouco importa o cenário, pode ser balada, trabalho ou facul, elas avistam o objeto de desejo e vão a luta.

Nem preciso dizer que eu invejo essas mulheres, primeiro por que elas estão pouco se lixando para a opinião alheia, segundo por que não é tarefa nada fácil perseguir, no bom sentido, um homem.

O admirável mundo novo ainda veste a velha carapuça do machismo, e ou a mulher que conquista pode não ter nenhum valor, além do sexual, ou pode assustar o cabra. Em ambos os casos, a coisa tende a não dar certo.

A matéria também apresenta uma retrospectiva da paquera através dos tempos, e tenho cá pra  mim que muita coisa não mudou, me acompanha?

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Tira-tema.

Em uma época far, far away, meninos tinham medo de se masturbar e criar pêlos na mão ou desenvolver espinhas enormes no rosto. Meninas acreditavam que o beijo poderia engravidar e outras besteiras do gênero. Hoje, muitos destes mitos foram desmistificados, apesar disso, quando o assunto é sexo, novas teorias são criadas todos os dias. Por exemplo, você já deve ter ouvido dizer que todo negro é bem dotado, ao contrário dos japoneses. Todos esses mitos foram discutidos em um tira-teima sexual realizado por Ricky Hiraoka para a edição de junho, da Gloss (abril), o resultado é no mínimo interessante.

Pés, mãos e/ou nariz grandes, pênis idem.

Nenhuma parte do corpo masculino indica a dimensão do pênis. As extremidades do corpo são influenciadas pelo hormônio do crescimento, que pode até ser consumido via medicamentos. Já o tamanho do pênis depende principalmente da quantidade de sangue que ele consegue absorver, predeterminada pela genética. Ou seja: essa história de que existem produtos para aumentar o tamanho do pênis também é puro mito. – Quem respondeu foi Eliane Pellini, chefe do setor de Saúde e medicina sexual da faculdade de medicina do ABC.

Homens gostam mais de sexo.

Gosto é algo extremante subjetivo. Uma pessoa pode transar pouco, mas gostar bastante de sexo. Há a impressão de que os homens gostam mais de sexo porque são educados a manifestar este desejo sempre que possível, já às mulheres são incentivadas a não expressar seus anseios sexuais, muito menos em voz alta. – Quem respondeu foi a sexóloga Ana Canosa.

Esperma faz bem para a pele.

Nenhuma pesquisa cientifica atesta eventuais benefícios do contato do esperma com a pele. Tal crença apareceu porque o líquido seminal contém vitamina C, enzimas, cálcio, potássio, zinco, ácido cítrico, frutose e açúcar, substâncias que permitem que os espermatozóides cheguem até o óvulo. E, além disso, uma colher de chá tem 20 calorias, então se você estava na dúvida, não engula (eu ri). – Quem respondeu é Maria Elisa Bianchi, dermatologista.

Solteiros fazem mais sexo do que casados.

Embora a freqüência sexual de um casal tenda a cair com o passar dos anos, ela ainda é maior do que a dos solteiros. Uma pesquisa feita pela Datafolha com 1.888 pessoas entre 18 e 60 anos, mostra que 24% dos casados fazem sexo todos os dias, contra 12% dos solteiros. O raciocínio é simples, os descomprometidos podem até ter mais liberdades, mas precisam esforçar-se mais para conseguir sexo.

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Porque os homens somem?

É uma pergunta que assombra o imaginário feminino, na nossa cabeça, principalmente se estivermos de TPM, o fato dele não ligar no dia seguinte, nem no outro, nem outro, só pode ser desvio de caráter, e dos grandes, apenas para que conste dos autos.

Eu confesso que já surtei em casos de sumiços masculinos, a gente não sabe o que fazer e geralmente, não existe mulher centrada que não enlouqueça após uma noite maravilhosa, seguida de um longo sumiço. Enquanto o cara provavelmente não está fazendo nada demais ou simplesmente exercitando seu direito de não querer olhar para seu lindo rostinho, nós imaginamos todos os motivos possíveis, e quando eu digo todos, eu digo todos mesmos.

É de se esperar que este assunto já tenha ido parar nas páginas de revistas femininas. Esta matéria eu achei no site da Gloss (Abril) e dentre outras coisas, ela cita possíveis motivos para o desaparecimento do moço.

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Amor 2.0. Será que dá certo??

Há um tempo atrás quando uma pessoa nos contava que tinha encontrado sua alma gêmea na internet, logo a apelidávamos de loser, afinal, quem é tão inseguro e babaca a ponto de procurar alguém na internet? Bom, hora de mudar seus conceitos.

Hoje na internet é possível quase tudo, você sabe disso e nem preciso gastar muitas linhas falando das facilidades do mundo 2.0. Mundo esse que tem grande adesão por parte dos brasileiros. Tá que muitos milhões ainda não tem acesso a internet, mas os que tem, fazem bom proveito.

Você pode vender, comprar, alugar, escrever, reclamar, publicar e ficar famoso. Porque não namorar?  Hoje passamos boa parte do nosso tempo na frente do computador. Nada mais natural do que milhares de casais se formando no mundo virtual.

Certa vez cheguei em casa e havia um convite no meu Orkut. Não costumo aceitar pessoas que não conheço mas, além de achar o convidador um gatinho, constatei que éramos da mesma cidade e tínhamos amigos em comum. O tempo passou e começamos a nos falar com certa frequência, conversas essas que evoluíram e foram levadas para bem longe do computador. Não deu certo, mas foi bom enquanto foi. Depois dele, acabei conhecendo outros e recentemente, aquele que ocupa meus pensamentos, já o fazia bem antes de nos conhecermos pessoalmente.

Tendência?

Difícil dizer, mas o número de adeptos e histórias de sucesso aumentam a cada dia. Prova disso é que o assunto foi pauta na edição da revista Gloss (Abril) deste mês. Na matéria intitulada http://amor, Ricky Hiraoka expõe as possíveis razões para tal fenômeno e como não poderia deixar de ser, relatos de histórias de sucessos e fracassos.

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Como faz… na balada!

Para alguns, estar solteira e curtir parece bem fácil, mas conforme o tempo vai passando, as pessoas começam a cobrar a presença de alguém a seu lado. Embora pareça extremamente feliz e segura, muitos acreditam que existe uma idade limite para a mulher continuar sozinha. Sem namorado aos trinta? Pronto. Virou ponto de referência.

Mas depois de um certo tempo, o “jogo da paquera”, fica cada vez mais difícil. O mundo moderninho que as pessoas pintam, ás vezes se revela não tão moderninho assim afinal.

Encontrei no conteúdo on line da revista Nova (Editora Abril), um bate-papo entre homens e mulheres, sobre os maiores conflitos na hora da paquera. Será que eles prefeririam manter o papel original de conquistadores? Ou acham cômodo quando tomamos a iniciativa? Qual é a linha que separa excesso de ousadia do sexy? Se a azaração acaba rapidamente em sexo, o que eles pensam depois?

Descubra…

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