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Fuck Yeah Romance!

No primeiro post de 2012 quero dividir com vocês, queridas leitoras apaixonadas por romance, algo que aconteceu comigo.

Como sabem, eu sou um pouco difícil de lidar porque imagino minha vida um desses filmes de comédia romântica mamão com açúcar. Pois é, quando eu digo imagino, quero dizer, gostaria que fosse, porque não é.

Sabe a mocinha linda, inteligente e engraçada que nem sonha que tem tais qualidades e conhece um cara igualmente lindo, inteligente e engraçado para mostrá-la que ela é tudo isso?

Aquela menina que fala mais que a boca e tem um jeito de rir engraçado?

Que, seja-lá-por-qual-motivo, tem medo de amar e o cara lhe cai tão bem como uma luva porque vai prová-la que seu medo não tem fundamento?

Pois é, essa não sou eu. Eu sou uma pessoa cansada de uma vida sem romance, mesmo nas coisas mais passageiras. Cansada de abrir mão de toda a beleza que o amor deveria proporcionar porque dizem que isso tudo é besteira e, mais vale um ogro na mão, do que um romance voando.

Pois, eis que nestas férias eu tive a minha tão sonhada cena de filme romântico, no maior estilo Before Sunrise, já viram?

Conheci um cara lindo da Alemanha e começamos a conversar.

A conversa fluiu, falamos sobre tudo. Nunca me senti tão à vontade com alguém na minha vida. Então, inspirada por este filme que tinha acabado de assistir, resolvi tentar, porque não? Eu disse:

- E se passarmos a noite juntos, assistir o sol amanhecer e aproveitar cada segundo que temos antes de você ir embora?

E não estou falando de sexo, espertinhos!

Passamos horas andando, conversando, rindo, nos conhecendo, conhecendo Copacabana. Rindo. Rindo. Rindo.

Foi incrível. O sol chegou. A despedida também.

Doeu dizer adeus. Mas, não mais que a alegria de saber que o romance ainda existe e eu terei este dia – e aquela ponte- para lembrar para o resto da vida.

Sobre amores impossíveis…

Quando li em algum lugar por ai que chegava aos cinemas outro filme que falava sobre relacionamentos a distância, eu fui correndo assistir baixar. Tinha que ver com meus próprios olhos um filme sobre duas pessoas terrivelmente loucas para ficarem juntas. Tão loucas que nem percebem que todo o processo é tão cansativo, que não fim nem sabem mais se era amor mesmo, ou apenas uma ideia fixa que quando finalmente acontece, parece que não faz mais o menor sentido.  Mas lá estava eu, papel e caneta para anotar todas as dicas (mentira) e fazer tudo certo da próxima vez (verdade), e fui totalmente surpreendida pelo filme, já que eles fizeram tudo certo até quando parecia que estavam fazendo tudo errado. Que é mais ou menos a sensação que a gente tem quando eles tentam seguir com suas vidas –separados- e se envolvem com outras pessoas. Quanto menos gente magoada, melhor. Não é?

O problema de amores aparentemente impossíveis, é que o fator impossível só faz a gente querer mais. Querer até o ponto de ficar cego e ultrapassar a barreira do amor e do bom senso e continuar querendo simplesmente por querer. Felizmente uma das duas partes sempre cai em si e lembra a outra parte envolvida, ainda que ela não aceite muito bem, que merdas acontecem. Que se o amor precisa de tanta luta a ponto de te deixar esgotado e sem energia (não no bom sentido), ele não tem razão nenhuma de ser.

Que algumas coisas começam e acabam e nem sempre existem culpados. Que procurar o culpado é o que nos mantém presos no mesmo lugar.

E que loucura mesmo, é ficar parado, quando tudo a sua volta grita que é hora de seguir em frente.

A Bruna (Raquel), o livro e o filme.

Assim que a Raquel Pacheco lançou o livro contando a história de seu alterego e seus dias de garota de programa, eu entrei em uma de “tenho que ter” e tanto falei sobre ele que acabei ganhando de presente de aniversário e embora para muitos possa parecer um enredo sem qualquer atrativo, para mim valeu cada página.

Ao ler uma história sobre uma mulher que se tornou garota de programa, esperamos justificativas ou no mínimo uma infância sofrida e comovente que tenha arrastado a garota aquele vida degradante que era vender o corpo para sobreviver. Claro que, toda mulher detém os direitos de sua vagina e faz dela o que bem entende, mas na prática não funciona exatamente assim, já que proprietárias de vaginas descoladas acabam recebendo fama de puta, só que diferente de uma puta de verdade, elas tem o livro arbítrio, que lhes dá o poder de decidir com quem irá para cama, coisa que uma puta de verdade dificilmente tem. Logo ao adquirir um livro escrito por uma, você espera descrições dos momentos tenebrosos em que ela tinha que se sujeitar a fazer sexo com homens sujos ou velhos babões, mas não encontra nada disso.

A história de Bruna Surfistinha me ganhou e merece todo crédito- para mim- justamente pela verdade e ousadia como os fatos são expostos. Ela é uma puta, sente que sempre foi e não nega. Gostava de sexo, do poder que o sexo lhe confere e já que fazia muito, porque não cobrar?

A honestidade com a qual ela expõe sua história é o que torna o livro merecedor do boom que causou na época, afinal em um país cheio de falso moralismo e até as putas precisam de motivos para ser puta, ela teve a coragem de dizer que era uma puta, porque seu corpo lhe pertencia e era isso que ela faria com ele.

Por isso apesar das piadas rolando na internet mundo afora, tenho certeza que vai valer à pena assistir o filme. Eu verei. ;-)

Se deja llevar…

Para uma mulher sem profissão, existem apenas duas opções. O casamento ou a prostituição”

Este é o veredito dado pela vó de Valére (Belén Fabra) em Diário Proibido. Valére, é uma mulher de 29 anos, bonita, com um bom emprego, que vive sozinha. Bem normal a primeira vista, não fosse por um detalhe, ela é ninfomaníaca. Pratica e pensa em sexo compulsivamente, o que reflete na sua vida pessoal e profissional, por isso é uma mulher infeliz em busca de uma resposta ou solução para seus problemas, já que além disso, uma mulher que pratica sexo com muitos homens, sem a intenção de subir ao altar com todos eles, não é exatamente bem vista. Encorajada por sua vó, ela começa a escrever um diário e nele narra todas as suas experiências e sentimentos.  A princípio ela se entrega e aceita sua condição, baseada noutro conselho:

“Nunca deixe algo que deseje muito”

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Quanto tempo você precisa para se apaixonar?

Dizem que só podemos amar uma pessoa quando de fato a conhecemos. Mas eu te pergunto: quanto tempo levamos para conhecer uma pessoa?

Será que todos os dias somos sinceros ou simplesmente desempenhamos papéis?

Dia desses conversando com um dos muitos caras que tenho no meu msn, fui questionada sobre minha preferência por escrever sobre sexo. Tentei argumentar que não escrevo somente sobre sexo, mas sim sobre relacionamentos e que não são relatos pessoais. Não adiantou nada. Ele acha que sou um furacão sexual e nada posso fazer a respeito. Muitas vezes julgamentos conhecer as pessoas e somos surpreendidos das formas mas bizarras. Como explicar aquele marido certinho, que era alvo da inveja das amigas de sua mulher, que de repente é flagrado aos beijos com a vizinha?

Provavelmente você achava que conhecia aquela garota quietinha da sua sala, que falava tão baixo que mal podia ouvir sua voz, mas que é expulsa de casa porque engravidou do primo. Chega de exemplos?

Bem, todos os dias ficamos presos a padrões pouco inteligentes e, desconfio de que é por causa deles que deixamos de viver ótimos momentos.

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Onde está o problema ???

Hi People…

No dia 05/06 estreou nas salas deste Brasil anil, o filme "A mulher Invisível" com direção de Cláudio Torres e Selton Mello e Luana Piovani no elenco.

Após levar um fora, Pedro (Selton) conhece a mulher perfeita, linda, segura, incrivelmente sexy e sem neuras na hora do sexo. Nada de cobranças ou choramingos tipicamente femininos. O problema é que ela existe somente na cabeça dele.

Além de ser engraçadíssimo pelas cenas em que Selton está sozinho, como as de beijo por exemplo, é curioso pois apesar de ser criada por ele, com o passar do tempo ela apresenta todos aqueles problemas que os homens juram existir somente em mulheres "carentes" do tipo "pega marido", ou seja, onde está o problema?

Apesar de ter entrado em cartaz no começo do mês, por se tratar de uma película nacional, ainda está em exibição em muitos cinemas, e eu particularmente acredito que se você tiver a oportunidade, vale a pena assistir.

= )

 

Papo furadíssimo… = )

Quem lê esta bagaça, já deve Ter percebido que mais uma vez fiquei a ver navios, mas não tem problema porque, depois de tantas experiências mau- sucedidas, eu iria levar um tremendo susto se algo tivesse dado certo, mas vou poupá-los de minhas lamúrias, por que afinal, tenho o pequeno pressentimento de que desta vez, a culpa é quase toda minha, por vários motivos que quem sabe outra hora, poderei contar aqui.

Mas como não tenho nada interessante a dizer, vou é de papo furado mesmo.

Dias desses, após terminar de ler o denso, mais maravilhoso “Quando Nietzsche chorou” de Irvin D. Yalom, achei que precisava de algo mais leve, afinal, Freud ainda era um aprendiz, mas já confundia minha cabeça como ninguém, e para me livrar de tantas dúvidas existenciais plantadas após tal leitura, decidi buscar por algo que me causasse menos impacto. Então, foi assim que comecei a ler ” O noivo da minha melhor amiga” de Emily Giffin.

Já falei aqui sobre traição, e a forma como encaro tal assunto, mas não podemos negar que toda história tem dois lados. No livro, Rachel é uma advogada, quase bem sucedida, que mora sozinha e anseia desesperadamente por um amor, mas tem na bagagem experiências desastrosas; Já Darcy, sua melhor amiga, sempre foi detestavelmente bem sucedida, tanto em sua vida profissional, quanto em sua vida amorosa. As duas são amigas desde a infância, mas assim como em quase toda amizade entre mulheres, rolava discretamente uma disputasinha, onde Rachel, sempre saia perdendo. Um dia tudo isso muda, quando a grande comédia romântica com direito a frio na barriga, tão sonhada por Rachel finalmente acontece, mas como nem toda história é perfeita, seu grande amor, é Dex, o noivo de sua melhor amiga.

É uma história que envolve, e mesmo tendo horror a pessoas que traem e especialmente a mulheres que se submetem a ficar com caras comprometidos, você acaba torcendo para que Dex e Rachel fiquem juntos no final, que aliás é surpreendente.

Ps: Eu avisei que era só papo furado.

Ps2: Odeio dia dos namorados.

Ps3: Ainda bem que aqui na minha cidade nois comemora o dia na festa do peão sô, simbora enche a cara de ypioca e esquecer o pé na bunda sooooo.

Bom, se tiver afim de ver uma besteirinha de leve, só pra animar o finzinho de Domingo, que tal ver uma perereca toda peladinha sentada no pau ?

Aos meus amigos: Gente você sabem que eu tenho bom gosto né? Confiem em mim, clica ai.

Bjs!