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Com que frequência você beija?

Depois de algum tem de relacionamento, é comum os casais beijarem menos. Depois de casados então, menos ainda. Mas o beijo pode ser o ingrediente que dá sabor ao relacionamento, por isso, achei muito interessante a matéria publicada na Gloss ( Editora Abril) em setembro/08 sobre a importância do beijo de língua em um relacionamento, essa matéria foi selecionada para continuar lá no site, então, vai rolar link para ler na integra.

Escrita por Thiago Bronzatto “beija eu?” trás depoimentos de mulheres que terminaram namoros de anos, por falta de beijo na boca, como Samara, que namorava há três anos e só recebia beijo de língua quando ela e o namorado estavam transando : ” Para mim não bastava. Para ter vontade de de cair na cama, eu precisava beijar antes, precisava me inspirar. Como não acontecia não sentia vontade de transar”, disse ela a revista. Opinião essa dividida pela maioria das mulheres, devidamente comprovada em uma pesquisa realizada com 7.100 pessoas, que foram entrevistadas pela terapeuta sexual Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O beijo foi defendido por 89% dos entrevistados como preliminar necessária, já o restante disse que só se interessa em beijar na hora do sexo.

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…e o amor, também muda !

Sempre preferi o termo “almas gêmeas” à “metade da laranja” ou “tampa da panela”, isso porque acredito, como já disse aqui, que se você precisa de alguém para se sentir completo, provavelmente está fadado a levar sua relação ao fracasso. Se você se sente meia-pessoa, o que terá para oferecer ao outro?

Elas são pessoas completas, que buscam outras pessoas completas. E, embora diferentes muitas vezes, são iguais no desejo de amar por inteiro, de conhecer por inteiro, de oferecer por inteiro. Dividem a opinião de que “estar junto” não é abrir mão de sua individualidade e personalidade, por isso são “almas gêmeas” , pois compartilham o mesmo desejo, a mesma vontade, e embora incrivelmente diferentes ás vezes, sabem que o segredo é compartilhar.

Por isso fiquei impressionada quando li o seguinte texto:

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Dizem por aí…

Pois é, andam dizendo por aí que esta é a Madonna sem maquiagem, claro que rola um certo exagero, mas ainda sim, é de assustar. No entanto, devo admitir que esta semana não fiquei muito longe disso, não existe nada de glamour na vida cotidiana, por isso eu tinha decidido que hoje não iria postar coisa alguma, afinal há dias durmo mais ou menos e acordo com olheiras enormes, passo o dia a base de café e luto para não dormir enquanto cobro pessoas inadimplentes durante horas seguidas. Mas, foi só chegar em casa que comecei a procurar assuntos publicáveis, porém, acho que meus vinte e cinco anos pesam sobre mim e todas as matérias pareciam grandes demais para serem lidas, entendidas e interpretadas. Daí que por total falta do que fazer, bati o olho em uma matéria da Gloss (Editora Abril), publicada em dezembro/08, por isso não vai rolar link. A princípio ela parecia bobinha, mas não é que eu também aprendi alguma coisa ? Então compartilho com você “Dez coisas que para se aprender com a Madonna”.

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Papo furadíssimo… = )

Quem lê esta bagaça, já deve Ter percebido que mais uma vez fiquei a ver navios, mas não tem problema porque, depois de tantas experiências mau- sucedidas, eu iria levar um tremendo susto se algo tivesse dado certo, mas vou poupá-los de minhas lamúrias, por que afinal, tenho o pequeno pressentimento de que desta vez, a culpa é quase toda minha, por vários motivos que quem sabe outra hora, poderei contar aqui.

Mas como não tenho nada interessante a dizer, vou é de papo furado mesmo.

Dias desses, após terminar de ler o denso, mais maravilhoso “Quando Nietzsche chorou” de Irvin D. Yalom, achei que precisava de algo mais leve, afinal, Freud ainda era um aprendiz, mas já confundia minha cabeça como ninguém, e para me livrar de tantas dúvidas existenciais plantadas após tal leitura, decidi buscar por algo que me causasse menos impacto. Então, foi assim que comecei a ler ” O noivo da minha melhor amiga” de Emily Giffin.

Já falei aqui sobre traição, e a forma como encaro tal assunto, mas não podemos negar que toda história tem dois lados. No livro, Rachel é uma advogada, quase bem sucedida, que mora sozinha e anseia desesperadamente por um amor, mas tem na bagagem experiências desastrosas; Já Darcy, sua melhor amiga, sempre foi detestavelmente bem sucedida, tanto em sua vida profissional, quanto em sua vida amorosa. As duas são amigas desde a infância, mas assim como em quase toda amizade entre mulheres, rolava discretamente uma disputasinha, onde Rachel, sempre saia perdendo. Um dia tudo isso muda, quando a grande comédia romântica com direito a frio na barriga, tão sonhada por Rachel finalmente acontece, mas como nem toda história é perfeita, seu grande amor, é Dex, o noivo de sua melhor amiga.

É uma história que envolve, e mesmo tendo horror a pessoas que traem e especialmente a mulheres que se submetem a ficar com caras comprometidos, você acaba torcendo para que Dex e Rachel fiquem juntos no final, que aliás é surpreendente.

Ps: Eu avisei que era só papo furado.

Ps2: Odeio dia dos namorados.

Ps3: Ainda bem que aqui na minha cidade nois comemora o dia na festa do peão sô, simbora enche a cara de ypioca e esquecer o pé na bunda sooooo.

Bom, se tiver afim de ver uma besteirinha de leve, só pra animar o finzinho de Domingo, que tal ver uma perereca toda peladinha sentada no pau ?

Aos meus amigos: Gente você sabem que eu tenho bom gosto né? Confiem em mim, clica ai.

Bjs!