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A Bruna (Raquel), o livro e o filme.

Assim que a Raquel Pacheco lançou o livro contando a história de seu alterego e seus dias de garota de programa, eu entrei em uma de “tenho que ter” e tanto falei sobre ele que acabei ganhando de presente de aniversário e embora para muitos possa parecer um enredo sem qualquer atrativo, para mim valeu cada página.

Ao ler uma história sobre uma mulher que se tornou garota de programa, esperamos justificativas ou no mínimo uma infância sofrida e comovente que tenha arrastado a garota aquele vida degradante que era vender o corpo para sobreviver. Claro que, toda mulher detém os direitos de sua vagina e faz dela o que bem entende, mas na prática não funciona exatamente assim, já que proprietárias de vaginas descoladas acabam recebendo fama de puta, só que diferente de uma puta de verdade, elas tem o livro arbítrio, que lhes dá o poder de decidir com quem irá para cama, coisa que uma puta de verdade dificilmente tem. Logo ao adquirir um livro escrito por uma, você espera descrições dos momentos tenebrosos em que ela tinha que se sujeitar a fazer sexo com homens sujos ou velhos babões, mas não encontra nada disso.

A história de Bruna Surfistinha me ganhou e merece todo crédito- para mim- justamente pela verdade e ousadia como os fatos são expostos. Ela é uma puta, sente que sempre foi e não nega. Gostava de sexo, do poder que o sexo lhe confere e já que fazia muito, porque não cobrar?

A honestidade com a qual ela expõe sua história é o que torna o livro merecedor do boom que causou na época, afinal em um país cheio de falso moralismo e até as putas precisam de motivos para ser puta, ela teve a coragem de dizer que era uma puta, porque seu corpo lhe pertencia e era isso que ela faria com ele.

Por isso apesar das piadas rolando na internet mundo afora, tenho certeza que vai valer à pena assistir o filme. Eu verei. ;-)

Nada complicado…

Sabe aquele papo de que o mundo dá voltas? Provavelmente alguém te disse isso quando levou um pé na bunda e você deve ter dito isso a um pobre coitado que também levou um pé na bunda.

Geralmente é assim que acontece, quando somos terminados de uma relação, esperamos que o outro sinta em dobro todo o sofrimento que está nos causando. Vez ou outra isso acontece mesmo, mas é raro. Por isso eu tive todos os meus sonhos realizados, ok menos, ao assistir “Simplesmente complicado” de Nancy Meyers. Quando vi o trailer fiquei apaixonada e após chamar todo mundo para ir ao cinema e levar bolo atrás de bolo, eu desisti, baixei o filme e assisti em casa, sozinha, ainda sim, dei muita risada e chorei, porque não?

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Que tal uma DR?

Eu não sou muito fã destas matérias publicadas em revistas tipicamente femininas, mas como boa consumista que sou, não consigo evitar comprá-las. Muitas vezes não leio, apenas compro, folheio e deixo num canto. Então quando estou terrivelmente entediada, procuro por elas novamente. Pois bem, olhando a Gloss (edição dezembro/09) fui surpreendida por uma matéria sobre o pavor dos homens quando o assunto é discutir a relação, escrita por Silvia Amélia De Araújo que em outras palavras, atribui todo o fracasso da falta de diálogo nos relacionamentos a mulher. Ok, ela não diz exatamente com estas palavras, mas eu peguei nas entrelinhas.

Veja bem, estudos científicos comprovam que mulheres são mais emotivas e expressam com mais facilidade seus sentimentos porque o sistema límbico delas – formado por neurônios que controlam as emoções- é mais desenvolvido, além disso enquanto eles usam mais o lado esquerdo do cérebro, o racional, elas utilizam mais o lado direito, o intuitivo. Portanto, sabendo da dificuldade que os homens têm em falar sobre suas emoções/sentimentos, porque elas insistem em fazer do jeito errado? Muitas vezes é mais fácil tentar adaptar-se ao jeito deles, do que modificá-los, é aquela velha história, se Maomé não vai à montanha, de nada vai adiantar ficar parado do outro lado da rua gritando. Isso não significa necessariamente que você não deva mais conversar, apenas faça com jeitinho, na hora certa e do modo certo. Eis as dicas da autora:

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Se deja llevar…

Para uma mulher sem profissão, existem apenas duas opções. O casamento ou a prostituição”

Este é o veredito dado pela vó de Valére (Belén Fabra) em Diário Proibido. Valére, é uma mulher de 29 anos, bonita, com um bom emprego, que vive sozinha. Bem normal a primeira vista, não fosse por um detalhe, ela é ninfomaníaca. Pratica e pensa em sexo compulsivamente, o que reflete na sua vida pessoal e profissional, por isso é uma mulher infeliz em busca de uma resposta ou solução para seus problemas, já que além disso, uma mulher que pratica sexo com muitos homens, sem a intenção de subir ao altar com todos eles, não é exatamente bem vista. Encorajada por sua vó, ela começa a escrever um diário e nele narra todas as suas experiências e sentimentos.  A princípio ela se entrega e aceita sua condição, baseada noutro conselho:

“Nunca deixe algo que deseje muito”

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Você levou um pé-na-bunda, aceite!

Eu sinceramente achava que as mulheres não tinham mais este tipo de dúvida, até que recebi um e-mail de uma das minhas amigas, pedindo que eu falasse com um dos caras que escrevem no Diário De Solteiro, onde, diga-se de passagem, eu também escrevo, solicitando um texto sobre a dificuldade que o homem tem em dar foras ou ligar no dia seguinte. O assunto já foi discutido lá, de certa forma, e em outros blogs também, mas geralmente as pessoas decidem que o homem simplesmente não tem dom para terminar relacionamentos e fica por isso mesmo. Mas eu penso um pouquinho diferente, pra variar.

Penso diferente porque existem situações e situações e, em algumas destas situações, não é exatamente possível dizer que o homem está errado, não totalmente.

Primeiro, era realmente um relacionamento?

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Outro post curto…

Eu amo cinema. Acho que esta é uma afirmação completamente normal, chega a ser entediante, mas ultimamente é um dos lugares que menos frequento. Ok, não tenho ido nada ao cinema. Não gosto de fazer certas coisas sozinha e está difícil conseguir uma companhia, mesmo de amigas. Mas “Nova York – Eu te amo” é um destes filmes que me deixam com uma vontade louca de parar de frescura e ir ao cinema desfrutando apenas da minha companhia.

O filme é dirigido por vários diretores, tem vários atores (bons) no elenco e conta várias histórias de amor que, apesar de diferentes, acontecem no mesmo cenário: Nova York.

 

O longa estreou por aqui no dia 18/12. Eu ainda não assisti, se tiver coragem de faze-lo sozinha, narrarei minha experiência. Se por ventura assistir primeiro que eu, volta aqui e me conta o que achou do filme. ;-) Fica a dica…

O amor é uma dor de cabeça.

Recebi este texto de um amigo e leitor do blog. Achei interessante e vou dividir com vocês. Entre outras coisas, ele discute acerca do famoso “sempre desejamos o que não temos” ou “a grama do vizinho é mais verde”. Mas tirem suas próprias conclusões.

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Quanto tempo você precisa para se apaixonar?

Dizem que só podemos amar uma pessoa quando de fato a conhecemos. Mas eu te pergunto: quanto tempo levamos para conhecer uma pessoa?

Será que todos os dias somos sinceros ou simplesmente desempenhamos papéis?

Dia desses conversando com um dos muitos caras que tenho no meu msn, fui questionada sobre minha preferência por escrever sobre sexo. Tentei argumentar que não escrevo somente sobre sexo, mas sim sobre relacionamentos e que não são relatos pessoais. Não adiantou nada. Ele acha que sou um furacão sexual e nada posso fazer a respeito. Muitas vezes julgamentos conhecer as pessoas e somos surpreendidos das formas mas bizarras. Como explicar aquele marido certinho, que era alvo da inveja das amigas de sua mulher, que de repente é flagrado aos beijos com a vizinha?

Provavelmente você achava que conhecia aquela garota quietinha da sua sala, que falava tão baixo que mal podia ouvir sua voz, mas que é expulsa de casa porque engravidou do primo. Chega de exemplos?

Bem, todos os dias ficamos presos a padrões pouco inteligentes e, desconfio de que é por causa deles que deixamos de viver ótimos momentos.

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Alvo fácil …

Impressionada com o filme “Ele não está tão afim de você” postei minhas opiniões assim que os créditos anunciavam o fim da história, opiniões essas que você pode ver aqui . De fato o me intrigou foi a utilização do termo “Regra e Exceção”, explico:

Se um cara pede seu telefone na balada dizendo que vai te ligar no dia seguinte e não liga, você é a regra. Desencana e segue em frente. Se o cara liga no dia seguinte, você é a exceção, seja feliz, mas não espalhe a boa nova, pois levara suas amigas à acreditarem que exceções acontecem o tempo todo, quando não é verdade.

Teoria essa que o próprio filme põe por água a baixo, já que destila um previsível happy end.

O fato é que muitas mulheres acreditam nesse papo de regra e exceção, como exemplo, utilizarei uma matéria publicada na Nova on line , onde mulheres que conseguiram “fisgar” seu pretendente, dão dicas infalíveis para o sucesso.

Confissões de paqueradoras muito espertas. Será?? Acho que os homens da história, deixaram elas pensando que tinha algo a ser conquistado, quando o jogo na verdade já estava ganho. Eles já estavam interessados mas não queriam parecer fáceis. Dá só uma olhada : ( Itálico leitora, em negrito eu).

1. Leitora diz : ” No nosso primeiro encontro, fingi que amava futebol.Queria que o Rafa achasse que eu era a mulher ideal (leia-se: que curte passar o domingo vendo programas esportivos). Perguntei aos rapazes do escritório como andava o Campeonato Brasileiro, até decorei nomes de jogadores para a história ficar mais real.” Em primeiro, podemos e devemos usar de artifícios, como fingir ser o que não somos, quando estamos afim de uma noite e nada mais. Quando queremos ser lavadas a sério e provar ao alvo que somos ótimas candidatas a namorada cool, começar mentindo é uma péssima idéia. Aqui, ela seria a exceção, porque ninguém gosta de mentiras. O que prova minha teoria de que o jogo já estava mais do que ganho, já que ela não foi bombardeada de perguntas e análises a respeito do campeonato em questão. Homem quando gosta de futebol, não costuma saber só sobre o seu time, ele sabe tudo sobre todos os times, imagina só se ele decidi levar o papo mais a fundo. Poderia ter feito, mas não fez. Porquê? Como eu disse, já estava interessado e deixou ela bancar a cheerleader porque achou bonitinho.

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Olho por olho…

Eu nem gosto tanto de Ashley Tisdale, as musicas são legais e acaba pegando, mas acho que ela se esforça muito para parecer sexy e faz caras e bocas que acabam me causando crises de risos.

Mas quando eu vi o clipe da sua nova música de trabalho " It´s Allrigth, It´s Ok" não teve como não gostar.

Sabe quando você leva um fora e fica de mãos atadas?  Na hora da vontade de planejar algo incrível para se vingar, assim que você acabar de chorar é claro, e milhares de coisas passam pela nossa cabeça, mas no fim decidimos que é melhor não fazer nada, o importante é manter a dignidade, sempre.

No clipe, Ashley é enganada por um lobo em pele de cordeiro, desses tipos lindos, fofos e mentirosos que existem aos montes por aí, e decide se vingar. Ela pega uma câmera e tira fotos com gatos lindos, depois invade a casa dele e deixa a câmera lá com a seguinte mensagem "Está tudo bem, Está certo". Sentiu o clima? Não ? Dá só uma olhada, vê se não dá vontade de levantar do sofá e fazer a mesma coisa…