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Mão na cabeça que vai começar…

Ou melhor, vai estrear! o/

Bom, eu já falei aqui duas vezes sobre o “personagem” bem real da senhora Raquel Pacheco. O filme chega hoje as salas dos cinemas brasileiros e eu estou morrendo para ver. Sério, hoje vou ser bem exagerada. Estava ansiosa.

Acho que é bem mais do que uma história de uma garota de programa. É uma reflexão sobre a vida, sobre o perder-se sobre ela. Pode parecer superficial para muita gente, mas para mim é meio que um novo olhar sobre o que é certo e errado. Sobre como nossos anseios e esse desejo de chegar não sei onde pode nos levar. Para alguns essa inquietação que a gente leva na alma não é preenchida facilmente e daí a vida pode tomar rumos imprevisíveis. E é na inquietação que eu me identifico. É no sentir-se muitas vezes presa a uma vida que parece não ser sua. Para mim, é bem mais que uma história sobre uma garota que decidi se prostituir.

Então estou ansiosa para ver o filme, para ver se será fiel ao livro. Para checar a interpretação da Deborah Secco, por que afinal, deve haver um motivo para uma que pessoa deseje tanto um papel. Para conferir o que há de diferente na história da Bruna Surfisitinha que a gente não encontrou em qualquer outra história sobre essas garotas.

As fotos são da Marie-Claire.

Da menina que se sentia estranha…

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Ex-Namorado: Modos se usar

Muitas pessoas dizem que ex bom é ex morto. Eu tive um único namoro que durou apenas seis meses, mas a relação, digo, o problema, já tem quatro anos.

Ou…

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Nada complicado…

Sabe aquele papo de que o mundo dá voltas? Provavelmente alguém te disse isso quando levou um pé na bunda e você deve ter dito isso a um pobre coitado que também levou um pé na bunda.

Geralmente é assim que acontece, quando somos terminados de uma relação, esperamos que o outro sinta em dobro todo o sofrimento que está nos causando. Vez ou outra isso acontece mesmo, mas é raro. Por isso eu tive todos os meus sonhos realizados, ok menos, ao assistir “Simplesmente complicado” de Nancy Meyers. Quando vi o trailer fiquei apaixonada e após chamar todo mundo para ir ao cinema e levar bolo atrás de bolo, eu desisti, baixei o filme e assisti em casa, sozinha, ainda sim, dei muita risada e chorei, porque não?

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Strip tease ??

Se você procurar no Youtube verá que existem aproximadamente três mil vídeos sobre strip tease, desde os clássicos do cinema, até mulheres anônimas com fetiche pela fama. Para dar vida ao meu texto, escolhi uma cena clássica, do mais clássico ainda, 9 1/2 Semanas de Amor.

A pergunta é, será que o strip tease só cabe no cinema e nas casas noturnas, onde bem, homens buscam certo entretenimento?

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Outro post curto…

Eu amo cinema. Acho que esta é uma afirmação completamente normal, chega a ser entediante, mas ultimamente é um dos lugares que menos frequento. Ok, não tenho ido nada ao cinema. Não gosto de fazer certas coisas sozinha e está difícil conseguir uma companhia, mesmo de amigas. Mas “Nova York – Eu te amo” é um destes filmes que me deixam com uma vontade louca de parar de frescura e ir ao cinema desfrutando apenas da minha companhia.

O filme é dirigido por vários diretores, tem vários atores (bons) no elenco e conta várias histórias de amor que, apesar de diferentes, acontecem no mesmo cenário: Nova York.

 

O longa estreou por aqui no dia 18/12. Eu ainda não assisti, se tiver coragem de faze-lo sozinha, narrarei minha experiência. Se por ventura assistir primeiro que eu, volta aqui e me conta o que achou do filme. ;-) Fica a dica…

Só mais uma de amor …

Talvez seja porque não tenha lido o livro, já que muitas pessoas que o leram e posteriormente assistiram o filme, ficaram decepcionados. De fato li alguns livros que depois viraram filmes e é muito difícil sentir que a transição foi perfeita.

Acabo de assistir “Ele não está tão afim de você” baseado no best-seller de mesmo nome, escrito por Greg Behrendt e Liz Tuccillo.

A história é baseada nas desculpas que “nós” mulheres inventamos quando um cara some, ou diz que vai ligar e não liga, quando na verdade ele não ligou porque não quis, já que não estava afim. Ponto final.

Sim, sabemos que isto é verdade pois funciona tanto para homens quanto mulheres, por isso Anna, personagem interpretada por Scarlett Johansson, tem grande importância na trama, já que sofre por se relacionar com um homem casado, mas toda vez que fica deprimida ou é rejeitada, liga para Conan (Kevin Connolly) em busca de consolo. Este assim como as mulheres, passa grande parte do filme tentando interpretar sinais e entender porque ela não retorna sua ligações.

Ou seja, homens costumam achar que as mulheres se apaixonam e esperam promessas do primeiro que encontram na rua. Mas não é bem assim. Normalmente também temos aquela pessoa que aguarda nossas ligações, que nos cobram sinceridade e nos enchem de promessas pesadas demais para suportar.

Já que o filme é baseado num livro de auto-ajuda, achei que assim que terminasse de assistir, um peso sairia das minhas costas, mas  não foi bem assim, já que no fundo sabemos que ele não estava interessado, só temos medo de admitir. Contudo consegui chegar a outras conclusões que certamente me foram muito úteis.

1. A grama do vizinho é sempre mais verde.

Muitas vezes fazemos comparações com a suposta felicidade alheia. Tudo que sabemos é que fomos feitas para namorar, casar e ter filhos. Eu tenho 25 anos, só, e em algumas situações me sinto incrivelmente constrangida por estar sozinha, as pessoas se surpreendem, começam a me questionar se eu não procuro demais, se não sou exigente demais e sempre finalizam com a famosa ” quem escolhe demais, acaba sendo escolhido”, talvez por isso em certos momentos de distração, me pego incomodada e invejando amigas que estavam comemorando aniversário de namoro, esposas que recebem flores no trabalho. Comecei a achar que elas eram mais felizes, realizadas. Janine (Jennifer Connely) é casada com Ben (Bradley Cooper) e era até então a conselheira de Gigi (Ginnifer Goodwin), sobre o modo como as mulheres devem se comportar no começo de um possível relacionamento. Gigi se espelhava na amiga pois julgava que ela tinha o casamento perfeito, até que Ben começa a ter um caso com Anna. Da mesma forma que Beth ( Jennifer Aniston) acredita que existe um tempo para todo namoro evoluir para casamento e passa a ser comparar com pessoas de sua idade, já casadas, que supostamente vivem felizes, desta forma decidi dar uma chamada em seu namorado, que eu sinceramente não me lembro o nome mas é interpretado por Ben Afleck, que recusa a chantagem e vai embora. E somente após conviver com as irmãs casadas ela percebe que todo mundo é diferente e não são todas as pessoas casadas que são felizes.

O que é verdade. Quantos namoros já não vi acabarem de forma surpreendente? Quantas amigas minhas estavam vivendo uma relação e descobriram que estavam sendo traídas?

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Onde está o problema ???

Hi People…

No dia 05/06 estreou nas salas deste Brasil anil, o filme "A mulher Invisível" com direção de Cláudio Torres e Selton Mello e Luana Piovani no elenco.

Após levar um fora, Pedro (Selton) conhece a mulher perfeita, linda, segura, incrivelmente sexy e sem neuras na hora do sexo. Nada de cobranças ou choramingos tipicamente femininos. O problema é que ela existe somente na cabeça dele.

Além de ser engraçadíssimo pelas cenas em que Selton está sozinho, como as de beijo por exemplo, é curioso pois apesar de ser criada por ele, com o passar do tempo ela apresenta todos aqueles problemas que os homens juram existir somente em mulheres "carentes" do tipo "pega marido", ou seja, onde está o problema?

Apesar de ter entrado em cartaz no começo do mês, por se tratar de uma película nacional, ainda está em exibição em muitos cinemas, e eu particularmente acredito que se você tiver a oportunidade, vale a pena assistir.

= )