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	<title>Nem sempre é doce, mas é sempre amor... &#187; Bate-Papo</title>
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		<title>Voc&#234; consegue encarar uma separa&#231;&#227;o numa boa?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu não e também não vejo porque deveria. Levar um pé na bunda dói, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário, o sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/04/voc-consegue-encarar-uma-separao-numa-boa/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Eu não e também não vejo porque deveria. Levar um pé na bunda dói, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário, o sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de cabeça. É tanta tristeza que não cabe no quarto ou nos cantos da casa. Dependendo do tempo da relação ou das promessas ditas e ouvidas, as coisas pioram uns noventa por cento, chutando alto. E por que não sentir? Por que não chorar? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Cada lágrima que vai embora leva um pouquinho desta dor, cada vez que tocamos no assunto tentando entender as razões para o fim, a alma se sente mais leve e pouco a pouco as coisas voltam ao lugar.<br />
Uns demoram mais outros demoram menos para esquecer, ainda sim esquecem, todos nós esquecemos. Pode parecer que não, mas os dias passam e quando nos damos conta, nem lembramos mais do dito-cujo. A questão é como você encara este rompimento.</span></p>
<p><span id="more-1511"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Existem aquelas que não se conformam com a separação e passam dias tentando reatar a relação ou fazer a vida do ex um inferno. Ok, eu acho válido tentar quando acreditamos que existe a possibilidade, por mais remota que seja. Ou para deitarmos a cabeça no travesseiro tendo a sensação confortante que só um &#8220;eu tentei&#8221; é capaz de provocar. Mas para tudo existe um limite e acho que este tem a ver com a palavrinha &#8220;amor-próprio&#8221;, porque sinceramente, nenhuma relação seja lá de quantos anos, vale isso. E façamos aqui uma ressalva, perder o amor próprio significa também fazer da vida do seu ex um inferno alegando que ele tem que sentir tudo o que você sentiu. Um dia passa e a gente se arrepende por cada coisa estúpida que fizemos.<br />
Se ele não quer mais, senta e chora. Come um chocolate. As lágrimas secam, a dor passa e as espinhas somem, cedo ou tarde. O importante é que seu amor-próprio permaneça intacto e, eu faço outra ressalva, amor-próprio nada tem a ver com orgulho, mas um pouquinho não faz mal a ninguém. </span></p>
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		<title>Por que ainda pagar por sexo?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 22:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eles]]></category>
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		<description><![CDATA[Lembra daqueles causos sobre como o pai, o tio ou os primos levavam um virgem para iniciar sua vida sexual com garotas de programa? Certamente você já ouviu ótimas estórias, afinal, este era praticamente um rito de passagem na vida dos meus companheiros do sexo oposto. Hoje, duvido que alguém ainda mantenha tal tradição, digamos <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/01/por-que-ainda-pagar-por-sexo/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormalCxSpFirst" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-size: 10pt;">L</span><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">embra daqueles causos sobre como o pai, o tio ou os primos levavam um virgem para iniciar sua vida sexual com garotas de programa? Certamente você já ouviu ótimas estórias, afinal, este era praticamente um rito de passagem na vida dos meus companheiros do sexo oposto. Hoje, duvido que alguém ainda mantenha tal tradição, digamos assim, afinal, o sexo anda comum e fácil, se me permitem dizer, e os jovens iniciam sua vida sexual cada vez mais cedo. Apesar da facilidade de se obter uma noite de sexo casual e selvagem for free, muitos homens preferem pagar, e por quê? Foi exatamente este pergunta que Julie Bindel, jornalista e ativista Britânica, tentou responder ao entrevistar 700 homens de seis países diferentes. </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="line-height: 200%; mso-pagination: none;">
<p><span id="more-1284"></span></p>
<p class="MsoNormalCxSpFirst" style="line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">A pesquisa ainda não está pronta, mas Julie escreve para o jornal britânico The Gardian onde publicou uma matéria sobre a falta de resultados precisos.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>De acordo com ela não existe uma razão comum e compreensível, já que os homens são, na maioria das vezes, dão respostas completamente diferentes uns dos outros, a exemplo destas: </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpFirst" style="line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">“Não ganho nada ao fazer sexo com prostitutas, a não ser sentir-me mal”.<br />
“Eu gostaria que a prostituta fingisse ser minha namorada ou até um sexo casual, mas algo que não envolvesse dinheiro, que parecesse um negócio.”<br />
“É apenas um ato, sem sentimento. Esteja preparado para aceitar isso ou não procure uma. A prostituta não é sua mulher ou sua namorada.”<br />
“Algumas vezes você sente que poderia estuprar alguém, então é melhor procurar uma prostituta.” </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpFirst" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">A idéia era não cair num estereótipo óbvio de homens que buscam prostitutas, então foram selecionados homens com idade entre 18 e 70 anos, brancos, negros, asiáticos, europeus, a maioria com empregos fixos e muitos educados em colégios tradicionais. A maioria, segundo ela, era de homens bem apresentáveis, educados, casados ou comprometidos. </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Muitas afirmaram se sentir insatisfeitos, vazios, envergonhados e até arrependidos, após terem pago por sexo, mas continuam mesmo assim. Existem também os que procuram por não conseguir criar relacionamentos ou relações afetivas em suas vidas. </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Mas o mais impressionante, para Julie, foi ouvir de muitos deles que os homens que precisam pagar por sexo ou acabariam estuprando, um dos entrevistados chegou a dizer: “Um homem desesperado por sexo precisa se aliviar. Senão ele é capaz de cometer um estupro”. Será? </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Bem, só sei que depois de ler esta matéria fiquei pensando, hoje as pessoas falam tanto sobre sexo casual que não praticá-lo é que parece incomum, então porque tantos homens ainda pagam por sexo? </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Você já leu? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p><a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2010/01/5489o_doce_veneno_do_escorpiao.jpg"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px;" title="5489o_doce_veneno_do_escorpiao" src="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2010/01/5489o_doce_veneno_do_escorpiao_thumb.jpg" border="0" alt="5489o_doce_veneno_do_escorpiao" width="179" height="244" /></a></p>
<p class="MsoNormalCxSpFirst" style="text-align: justify; line-height: 200%; mso-pagination: none;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">No livro “O doce veneno do escorpião” Bruna Surfistinha, vulgo Raquel Pacheco, relata as experiências que viveu enquanto garota de programa. Dá pra ter uma noção do que se passa na cabeça de homens que pagam por sexo. Desde fantasias bizarras, até homens com síndrome de Édipo e pedófilos tentando reprimir o desejo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="line-height: 150%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;">Dados da pesquisa <a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI117271-17758,00-POR+QUE+OS+HOMENS+PAGAM+POR+SEXO+FEMINISTA+INGLESA+ENTREVISTA+HOMENS+PARA+T.html" target="_blank">aqui.</a> </span></p>
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		<title>A arte da auto-sabotagem.</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 23:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Opnião]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia desses conversava com um dos meus amigos no MSN, você mesmo Daniel, e enquanto falávamos sobre nosso passado amoroso, ele disse ter ficado espantado com o fato de eu nunca ter namorado. Surpresa fiquei eu quando ele me perguntou o porque, já que na minha cabeça não podem existir motivos para isto, as coisas <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2010/01/a-arte-da-auto-sabotagem/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Dia desses conversava com um dos meus amigos no MSN, você mesmo Daniel, e enquanto falávamos sobre nosso passado amoroso, ele disse ter ficado espantado com o fato de eu nunca ter namorado. Surpresa fiquei eu quando ele me perguntou o porque, já que na minha cabeça não podem existir motivos para isto, as coisas apenas acontecem assim e ponto. Ainda não deu certo com ninguém, continuo andando e tudo bem.</span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Mas ele não se deu por satisfeito e começamos a filosofar sobre meus relacionamentos mais relevantes, se é que posso chamar assim, e de fora, a que tudo indica, a impressão que ele teve é de que estou evitando o amor e inconscientemente, conheço a pessoa errada ou entro em relacionamentos com grandes chances de fracasso. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Até então achava que não existe pessoa certa ou errada. Mas existe sim e, por vários motivos. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Você pode conhecer um cara que sonhou fazer intercâmbio a vida toda e mesmo sabendo que seu romance tem prazo de validade, decide investir nele até o dia do embarque e depois choraminga por acreditar que ele deveria ter desistido de tal sonho por vocês. Claro que, existem exemplos mais clássicos como se envolver com pessoas comprometidas. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Olhando assim, é bem provável que eu estivesse mesmo me auto-sabotando, afinal, a vida dos meus pais sempre foi uma novela mexicana que parece jamais ter fim, e eu que odeio dramalhões, morro de medo de entrar em algo parecido. Mas não estou sozinha. </span></p>
<p><span id="more-1264"></span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Em seu último livro, <a href="http://www.drmichelle.com/aboutdrmichelle.htm">Michelle Callahan</a>, ajuda mulheres a descobrir qual seu perfil afetivo e assim reconstruir sua vida amorosa. O Site <a href="http://yourtango.com/200925646/10-dating-mentalities-sabotaging-your-love-life?page=0%2C0">Your Tango</a> listou os principais perfis femininos que, como devo dizer, espantam os homens e acabam com suas chances de entrar em um relacionamento sóbrio e sério. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Segundo Lugar:</span></strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> Para este tipo de mulher qualquer coisa vem em primeiro plano, menos ela mesma. Então quando está com alguém, vive para e por ele. Suas vitórias passam a ser baseadas nas conquistas do outro. Provavelmente porque depois de vários relacionamentos ruins ela tenha perdido a auto-estima, portanto tem baixas expectativas, aceitando permanecer em um relacionamento ruim por não se julgar merecedora de algo melhor. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Sexo casual:</span></strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> Sexualmente, as mulheres estão bem resolvidas. Mas muitas trocaram o amor pelo sexo, e geralmente praticam o segundo a espera do primeiro. Ela acredita que o corpo é a única forma de conquistar os homens, mas geralmente não está preparada emocionalmente para um relacionamento. Tive uma amiga que agia exatamente assim. Ela fazia sexo esperando que os caras que levava para cama, acordassem apaixonados no outro dia. Se fazia de segura, mas sempre acabava chorando quando eles passavam a ligar esporadicamente apenas quando queriam uma boa foda. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Cara-metade:</span></strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> Ela acredita no príncipe encanto. No cara perfeito que tem sonhos e gostos parecidos com os dela, a metade da laranja. Após um término ela tende a ficar presa ao ex por acreditar que ele é o único homem de sua vida e passa a não olhar ao redor e por isso não se dá conta das oportunidades que está perdendo, ou quando o faz, desiste logo pois procura alguém que provavelmente só existe na sua cabeça. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"><a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2010/01/mstyped_0.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border: 0px;" title="mstyped_0" src="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2010/01/mstyped_0_thumb.jpg" border="0" alt="mstyped_0" width="203" height="184" align="left" /></a> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Rainha do drama:</span></strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> Esta mulher adora um desafio, uma competição e conseqüências dramáticas. Ela se envolve com homens ciumentos, possessivos ou inseguros. O  relacionamento é marcado por altos e baixos. Barracos, choros. Tinha um casal de amigos que nem faço idéia de como, namoraram por cinco anos. Durante todos esses anos presenciei barracos cinematográficos. Quando finalmente se viram livres desta situação, ambos passaram a se envolver com pessoas igualmente desastrosas e mesmo com parceiros diferentes, as cenas voltavam a se repetir. Ambos eram viciados em drama, mas não há relacionamento que resista a tanto. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Anaconda:</span></strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> Achei muito engraçado o nome que é justamente uma comparação com a cobra gigante que engolia pessoas, filme horrível por sinal. Trata-se daquela mulher que sufoca o parceiro. Que é ciumenta e insegura. Aquela que enche a boca para dizer que o mantém na coleira. Mantém sim, por pouco tempo. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">A independente:</span></strong><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> Depois de um rompimento particularmente doloroso, ela constrói uma fortaleza emocional, a fim de evitar mais dor. Sua perspectiva agora faz com que ela não enxergue boas qualidades em homem algum. Desconfia de todos e não se permite envolvimento. Deixa claro que é uma mulher bem resolvida e não precisa de colo ou carinho. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"><strong><span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;">A otimista:</span></strong> Esta queria tanto encontrar alguém que põe um óculos cor de rosa e passa a ignorar todos os sinais de que aquele relacionamento não irá durar nada. Ela não ouve as amigas, os parentes, não ouve a si mesma. Só enxerga a verdade quando pega o namorado na cama com a vizinha bunduda. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">E ai, se viu em alguma delas? Confesso já ter vivido um pouco de todas e ainda me comportar como algumas. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Eu não acredito que exista uma receita pronta para resolver todos esses “problemas de comportamento”. O máximo que posso dizer é: permita-se. Amar é estar vulnerável, é correr o risco de quase sem querer pertencer à outra pessoa, é precisar de alguém. Eu sei bem o quanto isso parece extremo, porém, hora ou outra vai acontecer, e eu prefiro que não seja baseado em nenhum roteiro de Nelson Rodrigues, portanto, passarei a evitar certos hábitos á partir de agora. </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="line-height: 200%; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color: black; font-size: 10pt;">Obs: Daniel, valeu pelo papo&#8230; <img src='http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  </span></p>
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		<title>Relacionamentos 2.0 ?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 19:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes você ficava sentada aguardando o tal do telefonema que não vinha nunca, hoje a resposta pode surgir de vários meios. Enquanto você olha o celular a cada segundo, confere se ele não fez atualizações em nenhum dos seus perfis nas redes sociais do momento. Pior, caso tenha saído de um relacionamento recentemente, será praticamente <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/12/at-que-ponto-vale-expor-seu-relacionamento-na-web/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Antes você ficava sentada aguardando o tal do telefonema que não vinha nunca, hoje a resposta pode surgir de vários meios. Enquanto você olha o celular a cada segundo, confere se ele não fez atualizações em nenhum dos seus perfis nas redes sociais do momento. Pior, caso tenha saído de um relacionamento recentemente, será praticamente impossível evitar que passe horas na internet a procura de qualquer movimentação suspeita. Horrível não?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Eu já fiz isso. Já chequei scraps, depoimentos, juntei peças e imaginei que estava sendo traída, ou trocada. Contudo, me atrevo a dizer que este processo é natural e hora ou outra você supera. O que me deixa intrigada é toda esta exposição por parte de blogueiros, ou não, a respeito de seus relacionamentos.</span></p>
<p><span id="more-1221"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Já é detestável ter que ir a um almoço de domingo na casa da vó e explicar o fim do namoro, os motivos e ouvir toda aquela ladainha, certamente deve ser pior ter que dar satisfações a pessoas que não te conhecem de verdade, embora a proximidade da internet as faça crer que sim, e que acompanharam cada passo do seu namoro através do Flickr, Twitter, Orkut, Facebook, MySpace, através dos posts que o namorado (a) escreveu no blog, caso tenha um, e etc. O engraçado é que depois de ter feito da vida um livro aberto, tais pessoas acham que simplesmente não devem tocar no assunto, o que causa o efeito contrário, e o blá blá blá em cima do ocorrido é maior ainda.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Será que é realmente necessário ilustrar cada segundo da sua vida amorosa? Atualizar o status para “namorando” não é o suficiente? </span></p>
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		<title>Quantos anos voc&#234; tem?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 13:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Finalmente estou de férias, portanto, já que não irei viajar, pretendo escrever muito! Eu nunca gostei de Lily Allen, aliás, meu gosto musical sempre foi o mais básico possível, mas depois de ver, ou melhor, ler 22, minha opinião sobre ela mudou completamente. Para que você entenda o que eu estou falando, leia também: Daí <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/12/quantos-anos-voc-tem/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Finalmente estou de férias, portanto, já que não irei viajar, pretendo escrever muito!</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Eu nunca gostei de Lily Allen, aliás, meu gosto musical sempre foi o mais básico possível, mas depois de ver, ou melhor, ler 22, minha opinião sobre ela mudou completamente. Para que você entenda o que eu estou falando, leia também:</font></p>
<p><font size="2" face="Arial"></font></p>
<div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 425px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:1acc3cbe-e341-45ae-bd47-a47d66a03b7b" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tjgehW7sAVA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1&amp;hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tjgehW7sAVA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355"></embed></object></div>
</div>
<p><font size="2" face="Arial"></font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Daí eu te pergunto: Quantos anos você tem?</font></p>
<p> <span id="more-1202"></span>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial"></font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Eu tenho vinte cinco e nesta idade, costumo ouvir absurdos a respeito do namorado que não carrego a tiracolo, mas que supostamente deveria existir.</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Onde eu trabalho, tenho uma coordenadora que recentemente virou supervisora e que apesar disto, tem 30 anos e nenhum namorado. Algumas das minhas companheiras de trabalho insistem em dizer que tudo o que falta para a vida dela ficar perfeita, é um namorado, ousam ainda dizer que ela não deveria ser preocupar tanto com a carreira, já que assim não dá devida atenção ao amor e apesar de bem sucedida, continua sozinha.</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">As mesmas moças estavam me mostrando fotos de uma apresentação que fizeram na faculdade e contando um pouco sobre cada personagem que ocupava aquela imagem. Dentre eles uma mulher de 28 anos, que já estava na segunda faculdade, morava sozinha e ainda não tinha namorado, coitada. Veja bem, hoje em dia, é muito difícil que as pessoas façam uma faculdade, quem dirá duas. É mais difícil ainda conseguir o tão sonhado imóvel próprio, ainda mais aos 28 anos. Mas para as duas moças que estavam a me contar a estória, aquela mulher de 28 anos deveria se sentir miserável por não ter um namorado.</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">A sorte é que nem minha coordenadora, agora supervisora, nem a moça miserável de 28 anos, pensam desta maneira. O problema é que existem aquelas que deixam-se levar pela imbecilidade alheia e passam a crer que tudo o que precisam é de um homem que venha resgatar-lhes levando-as nos ombros, e todo resto é balela. Elas trabalham apenas para cumprir o papel, ás vezes se empenham, fazem armações, dão o melhor de si, competem de igual para igual com as demais, viram chefes, deixam outras tantas frustradas por ocuparem o cargo que elas almejavam, e largam tudo isso no dia do casamento. Afinal, o ápice da vida de uma mulher é o casamento e, se ocorrer antes dos 30, melhor. Por isso, corram. NÃO!</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Este texto não é nada feminista, tão pouco peço que as pessoas se preocupem menos com o casamento, ou não se preocupem nada. Apenas deixe que ele aconteça de forma natural, como deve ser. A neura para casar ou ter alguém antes dos trinta é tão grande, que fatalmente impede que isto aconteça.</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Além disso, quem disse que a vida acaba depois dos trinta?</font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial">Vamos parar de ser tão idiotas e arrotar feminismo quando tudo não passa de uma grande mentira. Espere um casamento sim, porque não? Mas até que ele aconteça, viaje, leia milhões de livros, beije milhões de caras, faça uma tatuagem. Não faça. Tenha subordinados, ganhe o suficiente para não saber como vai gastar. Aprenda a trocar um pneu. Assista quantas comédias românticas puder e deixe de viver como se ainda estivesse no tempo em que a mulher ficava sentada ouvindo o homem contar sobre as maravilhas que aprontou até conhecer você.</font></p>
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		<title>Amy Winehouse compra acess&#243;rios er&#243;ticos. E ??</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ok, confesso que este não é bem o perfil do &#8220;Doces Ou Travessuras&#8221;, mas acontece que vi esta notícia lá no Portal do MSN e achei bem interessante. Ok, confesso que achei engraçada, but I&#8217;ve got a point. Amy Winehouse é famosa por todos os motivos que você e eu já conhecemos, mas apesar da <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/11/amy-winehouse-compra-acessrios-erticos-e/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Ok, confesso que este não é bem o perfil do &#8220;Doces Ou Travessuras&#8221;, mas acontece que vi esta notícia lá no </span><a href="http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=22712570" target="_blank"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Portal do MSN</span></a><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"> e achei bem interessante. Ok, confesso que achei engraçada, but I&#8217;ve got a point.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Amy Winehouse é famosa por todos os motivos que você e eu já conhecemos, mas apesar da loucura aparente, ela foi vista recentemente, de acordo com um tablóide inglês nada sensacionalista, gastando uma fortuna em acessórios eróticos. So what?</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Muitas mulheres reclamam do desempenho sexual de seus parceiros e lamentam pelos corredores a falta de tato de alguns homens, mas para muitas, é impossível falar de sexo abertamente. O assunto, por incrível que pareça, ainda é tabu. Digo isso porque lá no meu trabalho, chegou de maneira clandestina, um catálogo de produtos eróticos e, enquanto eu folheava de maneira natural, em meu horário de almoço claro, minha colega soltava gritinhos avergonhados e pedia que eu escondesse aquele absurdo.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Oi?</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">De acordo com a nota, a senhorita Amy adquiriu calcinhas exóticas, perfumes afrodisíacos e um chicote caríssimo, cravado com diamantes. Ignorando o fato de que este chicote deve machucar pra dedéu, ela não vê problema algum em experimentar e ousar, o que nem as declaradas &#8220;moderninhas&#8221; tem coragem de fazer. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Mulheres, eu defendo e sempre defenderei que, o importante não é a quantidade de homens com quem você faz sexo, casual ou não, o importante é como você faz.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A ca&#231;adora&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 02:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E completando a minha semana revoltada com o mundo moderno, irei dividir com vocês, caros leitores, uma entrevista que encontrei lá na Marie Claire (Globo), com ninguém mais, ninguém menos que Mara Altman. Não sabe quem é? Mara é americana, jornalista e tem 26 anos. Até aí tudo normal, mas ela é autora do livro <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/11/a-caadora/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;">E completando a minha semana revoltada com o mundo moderno, irei dividir com vocês, caros leitores, uma entrevista que encontrei lá na <a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI102095-17733,00-A+CACADORA+DE+ORGASMO.html" target="_blank">Marie Claire (Globo),</a> com ninguém mais, ninguém menos que Mara Altman. Não sabe quem é?</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;">Mara é americana, jornalista e tem 26 anos. Até aí tudo normal, mas ela é autora do livro &#8220;Thanks for coming&#8221;  lançado claro, nos Estados Unidos. No livro, ela conta sua história pessoal da busca pelo orgasmo, que até então desconhecia. &#8220;Num relato excitante (na conotação mais sexual da palavra) e divertido — ainda que, muitas vezes, o leitor tenha vontade de pular algumas das 377 páginas para descobrir logo como a protagonista acaba gozando —, a autora mescla experiências pessoais a depoimentos de experts em sexualidade&#8221;. – palavras de Marie Claire, não minhas. Na entrevista clara, divertida e bem direta, é possível perceber porque muitas mulheres sofrem pois não conseguem atingir o orgasmo, não tratam o próprio corpo com naturalidade.</span></p>
<p><span id="more-1144"></span><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>Marie Claire Por que você demorou tanto tempo para ter um orgasmo?</strong><br />
<strong>Mara Altman</strong> Perdi a virgindade na época da escola, na casa dos meus pais. No dia seguinte, fui correndo contar pra eles. Sabe o que eles fizeram? Me presentearam com um Kama Sutra! Para os meus pais, mais natural do que transar, só mesmo transar bem. Os dois são da geração paz e amor dos anos 60 e sempre falaram de sexo com tanta naturalidade que acho que me rebelei contra isso. Achava que um príncipe encantado me conduziria até o orgasmo. Só que, quando comecei a ter meus primeiros parceiros, percebi que não sabia como conseguir isso deles. Saquei que essa busca deveria ser minha. Senão, viveria na inércia orgástica e com uma vagina autista. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Como você podia afirmar que nunca tinha gozado se não sabia exatamente qual era essa sensação?</strong><br />
<strong>MA</strong> Eu sabia que nunca tinha alcançado nada parecido com um clímax. Tinha sensações prazerosas, mas não uma “erupção”, nem aquela clássica contração do útero. Além disso, minhas amigas sempre me contavam o que elas sentiam durante um orgasmo e eu, quando comparava com as minhas experiências, só me sentia mais frustrada e insatisfeita. Era como uma coceira que nunca alivia&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC</strong> <strong>No livro, você recorda uma cena da infância em que, andando de bicicleta, sentiu prazer no atrito contra o selim. Diria que esse foi seu primeiro momento de excitação sexual? </strong><br />
<strong>MA</strong> Tinha 9 ou 10 anos e apenas gostava daquela sensação, sem pensar a respeito. Só depois, mais madura, é que fui prestar atenção no meu corpo e no prazer que ele poderia me dar. Nas minhas primeiras transas, quando deveria explorar minha sexualidade, só me preocupava com o prazer do outro, se ele estava gostando, se eu estava fazendo certo. Com isso, fui deixando a consciência sexual para trás. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong> <strong>Como o livro a ajudou nessa descoberta tão íntima?</strong><br />
<strong>MA</strong> A idéia partiu de um amigo que sabia das minhas dificuldades. Como ele é escritor e sabia que eu queria escrever um livro, sugeriu que eu falasse da minha busca pelo orgasmo. Fiquei chateada com o comentário. Aquilo era muito íntimo pra dividir! Mas repensei e a idéia começou a fazer sentido. Era, no mínimo, original. Me ajudaria a desenvolver a escrita e, de quebra, desmistificaria algo que vinha tirando meu sossego e gerando frustração. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Essa jornada teve mesmo tudo o que você descreve? Clubes de sadomasoquismo, workshops de masturbação, aulas de sexo tântrico&#8230; </strong><br />
<strong>MA</strong> Tudo o que está no livro é verdade. Consultei e entrevistei pelo menos 20 profissionais do sexo. Uma das figuras mais curiosas é o Barry, que no livro chamo de Sr. B. Ele foi fundamental para a minha incursão na cena sadomasoquista de Nova York, o chamado mundo BDSM [sigla para Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo]. Barry me levou a uma festa de podolatria [adoração por pés], num clube sadomasô no Chelsea. Havia todo tipo de fetichista, gente que se amarrava, ajoelhava e beijava os pés umas das outras&#8230; fiquei chocada. Até que Sr. B me levou a um podólatra que queria muito uma mulher tipo mignon. Entrei em pânico porque estava com as unhas do pé supermalfeitas! Mas, a pedido do Sr. B, lavei os pés e me entreguei ao tal fetichista&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC</strong><strong> O que isso quer dizer?</strong><br />
<strong>MA</strong> Que o cara desejava tanto meus pés que os devorou. Ele beijava, lambia e chupava como se tivesse mesmo uma relação com meu pés. Foi uma sensação incrível! E ele chegou a me oferecer dinheiro para que eu não fosse embora. Depois de 45 minutos, ganhei 100 dólares! Só que , mesmo adorando as lambidinhas, um misto de cócegas com prazer, não curti o lance do dinheiro. Me senti uma prostituta. Ainda assim, foi uma experiência libertadora — apesar de eu não ter chegado nem perto do orgasmo. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Você tinha medo de nunca conseguir gozar?</strong><br />
<strong>MA</strong> Sentia mais frustração do que medo. Vivia excluída de algo que parecia ser tão bom. Achava que havia algo “incrível, maravilhoso, sensacional” [muda o tom de voz, como se imitasse as amigas] que todo mundo vivenciava, menos eu! À medida que fui escrevendo o livro, descobri que há milhares de mulheres que têm o mesmo problema [segundo estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo, 43% das mulheres brasileiras têm dificuldade de atingir o orgasmo], mas têm vergonha de assumir. Isso não é motivo para vergonha, é motivo para querer mudar quanto antes. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Você é de uma geração de garotas que assiste a Sex &amp; the city, usa vibradores e está acostumada a transar na primeira noite. Por que acha que saiu tão diferente das suas amigas?</strong><br />
<strong>MA</strong> Como disse, passei a vida toda achando que um parceiro me levaria ao orgasmo. E o fato de o meu pai ser psicólogo especializado em sexualidade e de ele e minha mãe serem tão bem resolvidos nessas questões me irritava, impunha uma pressão silenciosa. Eu queria um atalho, queria que um cara me mostrasse o caminho. Mas isso não aconteceu e quase nunca acontece. Minhas amigas cresceram mais distantes dos pais e mais próximas delas mesmas. Só me dei conta do quanto eu estava distante de mim depois que o livro me obrigou a olhar, de fato, para a minha genitália.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC</strong><strong> O que é esse “olhar de fato”?</strong><br />
<strong>MA</strong> Até meus 26 anos, nunca tinha me tocado. Não sabia, de verdade, como era uma xoxota. Por causa do livro, comecei a pesquisar muito sobre o orgasmo e sobre a genitália feminina. Descobri a Universidade da Vulva [Vulva University], um workshop on-line ministrado por mulheres que ensinam outras a se conhecer melhor. Uma delas, a Dorrie Lane, produz vulvas de pelúcia e as vende na internet. Comprei uma pra mim e batizei de Picchu, em referência a Machu Picchu, porque a pelúcia dos grandes lábios era Made in Peru. Durante alguns meses, fiz com que várias mulheres falassem com ela sobre suas experiências orgásticas e confessassem o que achavam de sua própria genitália. Ouvir os medos e as conquistas de outras mulheres me ajudou a repensar a relação com a minha própria vagina. Até então, eu só a chamava de “lá embaixo”, não olhava para ela como deveria. Tinha aflição do meu cheiro, do meu formato, me achava feia. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Entre todos os sexólogos que você consultou, qual foi o que mais a ajudou nesse processo?</strong><br />
<strong>MA</strong> Acho que foi a Zola [nome fictício], uma professora de sexo tântrico, da minha idade, que conheci em 2007 num grupo de discussão sobre orgasmo feminino, o OneTaste, em Nova York. Sua missão, segundo ela, era “ajudar as pessoas a experimentar a totalidade<br />
potencial de seus prazeres”. Ela costuma dar cursos de aperfeiçoamento em que se empresta para o cliente como “terapeuta nua”, cobrando 300 dólares por atendimento individual e 800 para grupos de três pessoas. Não chega a transar, mas deixa que explorem seu corpo e tirem todas as dúvidas que bloqueiam o prazer. Ela também ensina técnicas de respiração e ajuda a liberar suas fantasias. Zola é libertária e feliz, muito feliz.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC</strong><strong> Qual foi a importância do Eric, “o prostituto sagrado”, para você?</strong><br />
<strong>MA</strong> Conheci o Eric quando fui ao consultório da Betty Dodson, uma senhora de quase 80 anos que é a mãe da masturbação nos EUA. Foi ela quem escreveu Sex for one, a bíblia do feminismo sexual. Hoje em dia, ela se intitula “a coaching do orgasmo” e chega a cobrar 1.100 dólares por sessão de self-love techniques [técnicas de autossatisfação]. Eric, que tem 31 anos, é seu assistente e parceiro não monogâmico. Ele é alto, tem 1,90 m, abdome tanquinho e pouquíssimo percentual de gordura. Quando as aulas de Betty não são suficientes para que a cliente coloque as lições em prática, ele entra em cena como personal trainer, podendo inclusive transar com as pacientes. Os dois são amantes e não ligam para monogamia. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Você transou com ele?</strong><br />
<strong>MA</strong> Não chegamos a transar nem a gozar, mas foi ele quem me ensinou a usar um vibrador, a perceber os sinais de tesão que o corpo me dava. Nunca havia conhecido um cara tão sintonizado com as necessidades da mulher. Nos vimos várias vezes e, no dia seguinte aos encontros, ele escrevia e-mails dizendo como tinha sido minha performance e o que eu poderia fazer para me aprimorar. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC </strong><strong>E não se apaixonou?</strong><br />
<strong>MA</strong> Na época, achava que isso seria inevitável. Mas não aconteceu. Criamos um muro emocional. Ele era meu professor e eu a aluna. Além do mais, não me imaginava namorando um professor de sexo.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC</strong><strong> Qual era sua expectativa em relação ao orgasmo? Que sensação buscava, afinal?</strong><br />
<strong>MA</strong> Eu achava que seria algo explosivo, como um vulcão. Que seria a melhor sensação que poderia existir, que fosse sentir meu corpo flutuando, algo do gênero. No final, acaba sendo isso mesmo, né [risos]? Mas não foi de cara que tive essas sensações. Precisei de tempo, conhecer melhor meu corpo e praticar bastante.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC</strong><strong> E como foi o grande dia?</strong><br />
<strong>MA</strong> Tive meu primeiro orgasmo no apartamento da minha tia, em 2007. Ela mora em São Francisco, na Califórnia, e eu estava lá, de férias, depois de passar pelas aulas do Eric e por uma conferência de sexo em Indianápolis, onde comprei um vibrador. Comecei a brincar com o aparelho, mas decidi seguir o conselho da Betty Dodson, a tal mãe da masturbação, e passei a usar só a minha mão. Não havia música tocando nem velinhas acesas. Nem sequer deitei na cama. Foi no chão mesmo, e sem carpete! Tinha acabado de chegar de uma festa de sacanagem que acontece todo fim de ano e estava louca por um orgasmo. Decidi que ia me esfregar com força até conseguir. E consegui. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Foi como você esperava?</strong><br />
<strong>MA</strong> Não. Foi mais fraco, não respondeu a todas as minhas perguntas e eu não me senti tão realizada quanto sonhei. Mas foi um bom passo para me conhecer melhor. Foi meu divisor de águas. Não podia me cobrar um primeiro orgasmo tão satisfatório depois de passar 26 anos sem saber o que era isso. Tanto que meu segundo orgasmo, o que tive no Pussy Willow Ranch, uma espécie de acampamento do orgasmo, foi bem diferente. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Diferente como?</strong><br />
<strong>MA</strong> Ali, a palavra de ordem era DO — Deliberate Orgasm [em português seria algo como “provoque seu orgasmo”]. Tudo era DO. Cerca de dez pessoas vivem nessa comunidade e se dedicam exclusivamente ao DO, como se isso fosse uma religião. Elas ganham para isso e estão lá só para te ajudar a gozar: sozinho ou com os dedos mágicos do super DO-Er, um profissional deliberador de orgasmo chamado Collin. Ele faz as clientes do acampamento gozarem de uma a oito vezes por dia. É tudo muito técnico e ao mesmo tempo muito excitante. Collin chegou ao quarto onde eu estava com Charlotte, outra instrutora do grupo, e me pediu para deitar na cama. Depois, colocou as luvas de borracha, como um médico, e pôs lubrificante no dedo indicador. À medida que Collin me acariciava, ele e Charlotte descreviam as reações da minha vagina. “Você está ficando mais lubrificada, seu clitóris está rígido&#8230;” Quanto mais eles<br />
descreviam, mais excitada eu ficava. Chamei isso de “eargasm”, um prazer auditivo, que a gente sente quando escuta coisas incríveis&#8230; </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Você continua sua pesquisa em relação ao orgasmo, mesmo depois de ter resolvido a sua questão? </strong><br />
<strong>MA</strong> Não exatamente. Colaboro para revistas como New York Magazine e Inside Jersey, publicada em New Jersey. Estou escrevendo um novo livro de ficção. E, de todos os profissionais que consultei durante o ano de elaboração do livro, continuo apenas com minha terapeuta Rori, uma vez por semana. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> A maioria das mulheres lembra perfeitamente a primeira transa, mas raramente o primeiro orgasmo. Por que acha que isso acontece?</strong><br />
<strong>MA</strong> Acho essa pergunta importante e pensei muito sobre isso ao escrever meu livro. Perguntei a muitas mulheres se elas se lembravam do primeiro orgasmo e a grande maioria não sabia. A única coisa que tinham em comum é que o orgasmo aconteceu entre os 13 e os 15 anos de idade. Acho que existe um grande problema da sociedade, claro. Valoriza-se demais o amor. Espera-se que o homem entre dentro de você e você goze instantaneamente, por amor. Não é assim! E tem todo o papo de como evitar a gravidez, como evitar a aids&#8230; discussões<br />
importantes, sem dúvida, mas o prazer feminino fica em último lugar. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Hoje em dia você goza também com sexo oral ou penetração? </strong><br />
<strong>MA</strong> Não gozo só com penetração. Imagino que algumas mulheres devam conseguir, mas eu, para gozar, preciso estimular meu clitóris durante a transa. Meu namorado é gentil e paciente, e de uns tempos para cá comecei a ter orgasmos até no sexo oral. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Você está namorando?</strong><br />
<strong>MA</strong> Sim, estou com o Hank há um ano e meio. Ele está no livro. É aquele namorado que conheci no site de relacionamentos Jdate. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Com o que ele trabalha?</strong><br />
<strong>MA</strong> Prefiro não falar, para que ele não seja exposto. Foi um acordo que fizemos antes de o livro ser publicado, para que ele não se sentisse mal. Se o sobrenome do Hank sair em algum lugar, será suficiente para que todo mundo dê um Google, descubra quem ele é e passe a apontá-lo na rua como “o cara que namora a menina que nunca gozava”.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"><br />
<strong>MC </strong><strong>Isso acontece com você?</strong><br />
<strong>MA</strong> Não chegam a me apontar na rua, mas recebo muitos e-mails e pedidos de ajuda de mulheres que têm dificuldade de atingir o orgasmo. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Unicode MS';"><strong>MC</strong><strong> Que conselhos você dá a elas?</strong><br />
<strong>MA</strong> Não sejam tão duras consigo mesmas. Não se julguem nem fiquem revoltadas. Deixem as expectativas de lado. Esqueçam o “tem que”. Outra dica que eu acho valiosa é a da Zola: “Seja a rainha do seu prazer”. É um jeito sexy de dizer “brinque com você mesma”. Faça isso muitas vezes. Brinque com seu corpo todos os dias. Acenda velas. Tome banhos especiais. Compre um brinquedo novo. A gente merece! </span><span style="font-family: 'Arial Unicode MS'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2009/11/orgasmo.jpg"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px;" title="orgasmo" src="http://www.docesoutravessuras.com.br/wp-content/uploads/2009/11/orgasmo_thumb.jpg" border="0" alt="orgasmo" width="204" height="112" /></a></p>
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		<title>A mulher perfeita&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
		<category><![CDATA[Opnião]]></category>
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		<category><![CDATA[Travessuras]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
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		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O grande desafio feminino é saber ousar sem ultrapassar os limites, não deixar a porta fechada tampouco escancarada, e sim entreaberta.&#8221; Quando leio a frase acima, fatalmente meus pensamentos mudam de direção e lembram desta aqui: &#8220;Vá pro diabo que te carregue&#8221;. Ás vezes me cansa esta definição tão óbvia de que mulher deve viver <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/11/a-mulher-perfeita/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">&#8220;O grande desafio feminino é saber ousar sem ultrapassar os limites, não deixar a porta fechada tampouco escancarada, e sim entreaberta.&#8221; </span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">Quando leio a frase acima, fatalmente meus pensamentos mudam de direção e lembram desta aqui: &#8220;Vá pro diabo que te carregue&#8221;.<br />
Ás vezes me cansa esta definição tão óbvia de que mulher deve viver a procura do príncipe encantado. Não importa o quanto o mundo tenha evoluído, ainda vivemos como damas que precisam aprender a bordar e costurar para conseguir o casamento perfeito, só que trocamos as agulhas por camisinhas e temos que saber como fazer sexo de primeira, mantendo a pose de boa moça durante o dia. </span><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold';"><strong><em>Boring. </em></strong></span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">O resultado? Milhares de revistas femininas que ensinam a mulher do novo século a preparar a armadilha e fisgar o partido perfeito. Na verdade não importa o meu salário, o tamanho do meu quadril ou o carro que eu dirijo. Todo esse papo de carreira foi criado para distrair a mulher, já que ela só passa a ser interessante, feliz e bem sucedida, quando tem um homem em sua cama. Diga-se de passagem, um homem que ainda esteja  lá no dia seguinte.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span id="more-1130"></span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">Eu Jackeline Aguiar, esta que vos escreve, pode não concordar com isso ou pode não viver a vida esperando que um homem lindo, alto e forte (ui) venha me resgatar, mas também não posso ignorar o fato de que muitas mulheres o fazem, e por isso receitas prontas vendem como água.<br />
Se for reparar, estas matérias são exatamente iguais, ainda sim, nada é maior do que a insegurança daquelas que acreditam que somente serão mulheres á partir do momento que um homem puder olhar em seus olhos e dizer : &#8220;Case-se comigo&#8221;.<br />
Provavelmente alguém já deve ter lhe dito: &#8220;Seja você mesma e se alguém não gostar, foda-se&#8221; e eu repito, seja você mesma e se alguém não gostar, foda-se, foda-se bonito, foda-se de verde e amarelo e um pauzinho no meio do c* pra ficar mais bonito.<br />
Na matéria intitulada &#8220;Sexy ou vulgar: O veredicto masculino&#8221; da </span><a href="http://nova.abril.com.br/edicoes/390/aberto/amor_sexo/conteudo_120418.shtml" target="_blank"><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">revista Nova (Abril)</span></a><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;"> é quase possível dizer que finalmente alguém teve bom senso e deixou a falta de criatividade em casa, eu disse quase.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;"><strong>Quem vê cara e não gosta&#8230; acaba não vendo coração.<br />
</strong></span><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">Bonito hein? Mas apesar do que sugere o título, esta não é uma crítica a homens babacas que acham que pode separar o joio do trigo por causa do tamanho do saco. Não senhores, o texto diz que já que os homens realmente não conseguem ir além das aparências, que tal dar uma ajudinha e mostrar aquilo que eles não podem ver?<br />
Ao invés de mostrar o decote, deixe a vista aquela linda tatuagem na nuca, por sinal, ela diz muito sobre você. Ele que é um homem sensível, certamente irá saber apenas de bater o olho, que aquele desenho foi feito em homenagem a sua tataravó, e em cinco segundos cairá de amores por você. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;"><strong>Um gesto vale mais que mil palavras.<br />
</strong>O que define se uma mulher é vulgar ou sexy é a maneira como ela se comporta. Na visão masculina, interessante é aquela mulher que tem bom papo, que tem boas tiradas, que aparentemente não estão a caça e estão se divertindo tanto quanto eles. Mas cuidado, seja espontânea, mas não espontânea demais. Rir alto ou falar alto demais, pode espantar seu pretendente. Portanto, seja você mesma, mas não exagere. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;"><strong>Princesa inatingível ou gata guerreira?</strong><br />
</span><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">Bancando a difícil, correrá o risco de ser taxada de bundinha doce. Se não bancar a difícil, poderá ser taxada de &#8220;fácil&#8221;. O que fazer então?<br />
Pode parecer que todos os homens pensam da mesma forma, mas não é verdade. Ainda sim, se conhecer um tipo que lhe invente nomes porque não caiu sem calcinha por ele logo de cara, não perca tempo tentando mudar este julgamento, é exatamente isso que ele quer. E, se conhecer um cara que lhe invente nomes porque caiu de calcinhas logo de cara, vista-se e vá embora. Tenha certeza que nenhum dos dois vale a pena.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Rounded MT Bold'; font-size: x-small;">Claro que você pode ler a matéria de verdade e utilizar um dos artifícios propostos, mas tenha em mente que o importante é ser você mesma. Se não souber disto, nem todo o armamento do mundo será capaz de lhe conferir ares de mulher poderosa.</span></p>
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		<title>&#201; que voc&#234; &#233; bom demais pra mim&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre a incapacidade dos homens em por um ponto final no relacionamento de forma verbal. Mas cá entre nós, olhar nos olhos de alguém para dizer que acabou, não é tarefa muito fácil. No vídeo abaixo, que me fez rir muito por sinal, Débora Falabella interpreta a namorada que quer terminar mas <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/11/que-voc-bom-demais-pra-mim/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Muito se fala sobre a incapacidade dos homens em por um ponto final no relacionamento de forma verbal. Mas cá entre nós, olhar nos olhos de alguém para dizer que acabou, não é tarefa muito fácil.</p>
<p align="justify">No vídeo abaixo, que me fez rir muito por sinal, Débora Falabella interpreta a namorada que quer terminar mas não consegue.</p>
<p>&#160;</p>
<div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 362px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:eb2ee9eb-66eb-47ce-90e2-cb64974b055d" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><object width="362" height="302"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/62_S0pdx9sA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/62_S0pdx9sA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="362" height="302"></embed></object></div>
</div>
<p>E você? Já esteve a um passo de terminar com alguém mas não conseguiu?</p>
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		<title>Ao som do pancad&#227;o&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 02:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E desde que a mulher resolveu queimar seu sutiã em praça pública, as coisas mudaram. Isso você já sabe. Sabe também que desde então, as mulheres vem desejando agir como os homens. Muitas o fazem. Hoje, não existem diferenças gigantescas entre os sexos, aliás, quando o assunto é sexo, praticamente não existe diferença alguma. Mentira. <a href="http://www.docesoutravessuras.com.br/2009/10/ao-som-do-pancado/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E desde que a mulher resolveu queimar seu sutiã em praça pública, as coisas mudaram. Isso você já sabe. Sabe também que desde então, as mulheres vem desejando agir como os homens. Muitas o fazem. Hoje, não existem diferenças gigantescas entre os sexos, aliás, quando o assunto é sexo, praticamente não existe diferença alguma. Mentira.</p>
<p>As pessoas podem anunciar por aí o quanto são modernas, no entanto, ainda continuam classificando as mulheres de acordo com sua disponibilidade sexual e o tamanho do seu sorriso. Mas calma lá com andor, antes que pense que este texto trata-se de uma defesa a momentos de insanidade, aviso que não, não é nada disso. Sou a favor daquela mulher que é bem resolvida sexualmente. Que diz sim ou não, quando quer e inclusive dita a maneira como quer. Sou a favor daquela mulher que realiza seus desejos e suas fantasias, que busca o prazer e literalmente não fica na mão. Ou fica, se quiser. Contudo, sou contra a obviedade que leva muitas mulheres a anunciarem sua disponibilidade e flexibilidade para multidões. Por isso, apesar de achar que quando o assunto é sexo nada é estranho, desde que os dois estejam de acordo, fui obrigada a bancar a careta quando meu ex-namorado me convidou para uma noite que chamaríamos de “a última” e por ser a última, deveria ser memorável.</p>
<p><span id="more-1111"></span></p>
<p>Enquanto combinávamos como e quando seria, ele decide me pedir uma performance. Para tanto, me mostra um link para o Youtube pedindo que eu fizesse exatamente igual a protagonista do vídeo, pois ele achava muito sexy. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com uma “potranca” usando quase nada e descendo até o chão ao som de um pancadão? Veja bem, eu nem gosto de funk, mas essa nem é a questão. Ao ver aquela mulher se requebrando , me imaginei numa suíte, pétalas de rosas e velas perfumadas espalhadas pelo local. Clima de mistério e sensualidade. Lingerie cara. Chego no quarto, o empurro até a cama e aviso que irei começar o meu show. Então, ao fundo, a mulher melancia anuncia: <em>“Tipo cinturinha fina, um popô GG gigante, sou a mulher melancia e rebolo a todo instante”</em>. Sexy? Não senhor.</p>
<p>Concordo que para o homem a imagem da bunda grande rebolando pode ser bem estimulante, mas vamos e convenhamos, nem é preciso muito para estimular um homem (!), portanto, já que era para criar um clima, porque apostar no óbvio?</p>
<p>Diante da perspectiva da falta de imaginação do meu ex-namorado, resolvi antecipar a “última noite”, porém, sem encontro. O adeus foi pelo MSN mesmo.</p>
<p>Quem não sabe a diferença entre sexy e vulgar, tão pouco é capaz de apreciar uma lingerie cara e de muitos feixes.</p>
<p>Mas se você está ao lado de um homem que adora criar um clima, aproveite. Faça surpresas. O fato de estarem juntos a dois ou um milhão de anos, não significa que não possa mais seduzir seu parceiro. Pode e deve. Para o bem da sua relação, para o bem do seu ego.</p>
<p>Já pensou em fazer um bom Strip- Tease? Aposto que sim, mas geralmente muitas coisas passam pela nossa cabeça e acabamos sempre deixando para depois, contudo, é necessário lembrar que a prática leva a perfeição, então comece hoje mesmo. Precisando de inspiração? Pode dar uma olhada <a href="http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&amp;vid=68941fcc-ffaa-4625-a524-3077e64cc75e" target="_blank">neste vídeo</a> altamente didático e com ótimas dicas que achei lá no Portal do MSN. E lembre-se, não é necessário se preocupar com a sua possível falta de jeito durante o “show”, antes de tudo, uma mulher sexy é dotada de muito bom humor.</p>
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