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Você consegue encarar uma separação numa boa?

Eu não e também não vejo porque deveria. Levar um pé na bunda dói, dói demais, dói cada pedacinho da alma e embora saibamos que não é uma dor física e está longe de ser uma doença, sentimos exatamente o contrário, o sofrimento é capaz de adoecer o corpo, causar calafrios, insônia e dores de cabeça. É tanta tristeza que não cabe no quarto ou nos cantos da casa. Dependendo do tempo da relação ou das promessas ditas e ouvidas, as coisas pioram uns noventa por cento, chutando alto. E por que não sentir? Por que não chorar?

Cada lágrima que vai embora leva um pouquinho desta dor, cada vez que tocamos no assunto tentando entender as razões para o fim, a alma se sente mais leve e pouco a pouco as coisas voltam ao lugar.
Uns demoram mais outros demoram menos para esquecer, ainda sim esquecem, todos nós esquecemos. Pode parecer que não, mas os dias passam e quando nos damos conta, nem lembramos mais do dito-cujo. A questão é como você encara este rompimento.

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Por que ainda pagar por sexo?

Lembra daqueles causos sobre como o pai, o tio ou os primos levavam um virgem para iniciar sua vida sexual com garotas de programa? Certamente você já ouviu ótimas estórias, afinal, este era praticamente um rito de passagem na vida dos meus companheiros do sexo oposto. Hoje, duvido que alguém ainda mantenha tal tradição, digamos assim, afinal, o sexo anda comum e fácil, se me permitem dizer, e os jovens iniciam sua vida sexual cada vez mais cedo. Apesar da facilidade de se obter uma noite de sexo casual e selvagem for free, muitos homens preferem pagar, e por quê? Foi exatamente este pergunta que Julie Bindel, jornalista e ativista Britânica, tentou responder ao entrevistar 700 homens de seis países diferentes.

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A arte da auto-sabotagem.

Dia desses conversava com um dos meus amigos no MSN, você mesmo Daniel, e enquanto falávamos sobre nosso passado amoroso, ele disse ter ficado espantado com o fato de eu nunca ter namorado. Surpresa fiquei eu quando ele me perguntou o porque, já que na minha cabeça não podem existir motivos para isto, as coisas apenas acontecem assim e ponto. Ainda não deu certo com ninguém, continuo andando e tudo bem.

Mas ele não se deu por satisfeito e começamos a filosofar sobre meus relacionamentos mais relevantes, se é que posso chamar assim, e de fora, a que tudo indica, a impressão que ele teve é de que estou evitando o amor e inconscientemente, conheço a pessoa errada ou entro em relacionamentos com grandes chances de fracasso.

Até então achava que não existe pessoa certa ou errada. Mas existe sim e, por vários motivos.

Você pode conhecer um cara que sonhou fazer intercâmbio a vida toda e mesmo sabendo que seu romance tem prazo de validade, decide investir nele até o dia do embarque e depois choraminga por acreditar que ele deveria ter desistido de tal sonho por vocês. Claro que, existem exemplos mais clássicos como se envolver com pessoas comprometidas.

Olhando assim, é bem provável que eu estivesse mesmo me auto-sabotando, afinal, a vida dos meus pais sempre foi uma novela mexicana que parece jamais ter fim, e eu que odeio dramalhões, morro de medo de entrar em algo parecido. Mas não estou sozinha.

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Relacionamentos 2.0 ?

Antes você ficava sentada aguardando o tal do telefonema que não vinha nunca, hoje a resposta pode surgir de vários meios. Enquanto você olha o celular a cada segundo, confere se ele não fez atualizações em nenhum dos seus perfis nas redes sociais do momento. Pior, caso tenha saído de um relacionamento recentemente, será praticamente impossível evitar que passe horas na internet a procura de qualquer movimentação suspeita. Horrível não?

Eu já fiz isso. Já chequei scraps, depoimentos, juntei peças e imaginei que estava sendo traída, ou trocada. Contudo, me atrevo a dizer que este processo é natural e hora ou outra você supera. O que me deixa intrigada é toda esta exposição por parte de blogueiros, ou não, a respeito de seus relacionamentos.

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Quantos anos você tem?

Finalmente estou de férias, portanto, já que não irei viajar, pretendo escrever muito!

Eu nunca gostei de Lily Allen, aliás, meu gosto musical sempre foi o mais básico possível, mas depois de ver, ou melhor, ler 22, minha opinião sobre ela mudou completamente. Para que você entenda o que eu estou falando, leia também:

Daí eu te pergunto: Quantos anos você tem?

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Amy Winehouse compra acessórios eróticos. E ??

Ok, confesso que este não é bem o perfil do “Doces Ou Travessuras”, mas acontece que vi esta notícia lá no Portal do MSN e achei bem interessante. Ok, confesso que achei engraçada, but I’ve got a point.

Amy Winehouse é famosa por todos os motivos que você e eu já conhecemos, mas apesar da loucura aparente, ela foi vista recentemente, de acordo com um tablóide inglês nada sensacionalista, gastando uma fortuna em acessórios eróticos. So what?

Muitas mulheres reclamam do desempenho sexual de seus parceiros e lamentam pelos corredores a falta de tato de alguns homens, mas para muitas, é impossível falar de sexo abertamente. O assunto, por incrível que pareça, ainda é tabu. Digo isso porque lá no meu trabalho, chegou de maneira clandestina, um catálogo de produtos eróticos e, enquanto eu folheava de maneira natural, em meu horário de almoço claro, minha colega soltava gritinhos avergonhados e pedia que eu escondesse aquele absurdo.

Oi?

De acordo com a nota, a senhorita Amy adquiriu calcinhas exóticas, perfumes afrodisíacos e um chicote caríssimo, cravado com diamantes. Ignorando o fato de que este chicote deve machucar pra dedéu, ela não vê problema algum em experimentar e ousar, o que nem as declaradas “moderninhas” tem coragem de fazer.

Mulheres, eu defendo e sempre defenderei que, o importante não é a quantidade de homens com quem você faz sexo, casual ou não, o importante é como você faz.

A caçadora…

E completando a minha semana revoltada com o mundo moderno, irei dividir com vocês, caros leitores, uma entrevista que encontrei lá na Marie Claire (Globo), com ninguém mais, ninguém menos que Mara Altman. Não sabe quem é?

Mara é americana, jornalista e tem 26 anos. Até aí tudo normal, mas ela é autora do livro “Thanks for coming”  lançado claro, nos Estados Unidos. No livro, ela conta sua história pessoal da busca pelo orgasmo, que até então desconhecia. “Num relato excitante (na conotação mais sexual da palavra) e divertido — ainda que, muitas vezes, o leitor tenha vontade de pular algumas das 377 páginas para descobrir logo como a protagonista acaba gozando —, a autora mescla experiências pessoais a depoimentos de experts em sexualidade”. – palavras de Marie Claire, não minhas. Na entrevista clara, divertida e bem direta, é possível perceber porque muitas mulheres sofrem pois não conseguem atingir o orgasmo, não tratam o próprio corpo com naturalidade.

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A mulher perfeita…

“O grande desafio feminino é saber ousar sem ultrapassar os limites, não deixar a porta fechada tampouco escancarada, e sim entreaberta.”

Quando leio a frase acima, fatalmente meus pensamentos mudam de direção e lembram desta aqui: “Vá pro diabo que te carregue”.
Ás vezes me cansa esta definição tão óbvia de que mulher deve viver a procura do príncipe encantado. Não importa o quanto o mundo tenha evoluído, ainda vivemos como damas que precisam aprender a bordar e costurar para conseguir o casamento perfeito, só que trocamos as agulhas por camisinhas e temos que saber como fazer sexo de primeira, mantendo a pose de boa moça durante o dia.
Boring.

O resultado? Milhares de revistas femininas que ensinam a mulher do novo século a preparar a armadilha e fisgar o partido perfeito. Na verdade não importa o meu salário, o tamanho do meu quadril ou o carro que eu dirijo. Todo esse papo de carreira foi criado para distrair a mulher, já que ela só passa a ser interessante, feliz e bem sucedida, quando tem um homem em sua cama. Diga-se de passagem, um homem que ainda esteja  lá no dia seguinte.

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É que você é bom demais pra mim…

Muito se fala sobre a incapacidade dos homens em por um ponto final no relacionamento de forma verbal. Mas cá entre nós, olhar nos olhos de alguém para dizer que acabou, não é tarefa muito fácil.

No vídeo abaixo, que me fez rir muito por sinal, Débora Falabella interpreta a namorada que quer terminar mas não consegue.

 

E você? Já esteve a um passo de terminar com alguém mas não conseguiu?

Ao som do pancadão…

E desde que a mulher resolveu queimar seu sutiã em praça pública, as coisas mudaram. Isso você já sabe. Sabe também que desde então, as mulheres vem desejando agir como os homens. Muitas o fazem. Hoje, não existem diferenças gigantescas entre os sexos, aliás, quando o assunto é sexo, praticamente não existe diferença alguma. Mentira.

As pessoas podem anunciar por aí o quanto são modernas, no entanto, ainda continuam classificando as mulheres de acordo com sua disponibilidade sexual e o tamanho do seu sorriso. Mas calma lá com andor, antes que pense que este texto trata-se de uma defesa a momentos de insanidade, aviso que não, não é nada disso. Sou a favor daquela mulher que é bem resolvida sexualmente. Que diz sim ou não, quando quer e inclusive dita a maneira como quer. Sou a favor daquela mulher que realiza seus desejos e suas fantasias, que busca o prazer e literalmente não fica na mão. Ou fica, se quiser. Contudo, sou contra a obviedade que leva muitas mulheres a anunciarem sua disponibilidade e flexibilidade para multidões. Por isso, apesar de achar que quando o assunto é sexo nada é estranho, desde que os dois estejam de acordo, fui obrigada a bancar a careta quando meu ex-namorado me convidou para uma noite que chamaríamos de “a última” e por ser a última, deveria ser memorável.

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