Toda mulher sabe que pegar o telefone e ligar para o cara no dia seguinte antes que ele faça isso, é bem arriscado. Tal ato tem um toque de desespero, embora levantemos a bandeira das mulheres também podem, tudo parece ter um limite e azucrinar o cara pelo telefone, é um deles.
Mas sempre existe um jeito de amenizar a situação, o SMS, por exemplo, parece uma boa maneira de entrar em contato de forma mais sutil. Mas o que será que eles pensam disso? Será que eles realmente não sentem o mesmo toque de desespero das ligações?
Do blog “Fale com ele” da Marie-Claire:
Depende do dia anterior. Se deu tudo certo, a saída foi uma promessa de alegria, deixou bafinho de quero mais, aí um SMS pode fazer deliciosas diabruras no coração do moço. Agora, se a noite foi meio torta, meio zero a zero, ou se foi um fiasco completo, a telefonada de desespero é veneninho de rato, corda com laço, faca amolada e bilhete de adeus.
A dica é besta mas é a que mais funciona: escuta o grilo falante. Se a tua cabeça diz “liga”, “escreve”, então liga ou escreve. Se ela não diz nada, espera um bocadinho. A grande verdade é que love hurts e amor é risco. E a gente tá muito careta, numa transa muito anos 80. Eu acho que sentiu vontade, liga. Sentiu necessidade, escreve. O que o homem vai achar é um mistério que nem ele sabe. Como eu disse lá em cima, depende. Depende mesmo.
TRÊS TOQUES SOBRE O “SMS PÓS”
1) SEJA CAUTELOSA: ser o gatilho mais rápido do teclado de celular não é uma boa tática no bangue-bangue do amor. A princípio, dá uma esperada de um dia antes da primeira tentativa de repeteco. Um pouquinho de desprezo – mas só um pouquinho – é a medida certa de fermento para o desejo de querer te ver de novo.
2) SEJA SUTIL: Homens são soldadinhos de manteiga. É que a coragem masculina é firme feito paçoquinha. Esfarela num sopro. A gente fica igualzinho a vocês depois de um primeiro beijo: pensa se vai dar em namoro. Tortura, arranha a própria coluna imaginando se ela gostou do passeio. Daria um cascudo no santo em troca de ouvir de fonte segura quais foram os erros e acertos: se a gente beijou bem, se falou coisas interessantes, se a roupa estava certa ou se avançou o sina. Às vezes a gente não liga só porque tem medo e fica torcendo pela sua iniciativa.
3) APOSTE: mandar um SMS bem leve, docemente dúbio, nas horas seguintes ao fim do encontro é uma boa pedida. Receber um: “Boa Noite!” da garota é uma alegria. Acho que na vida a gente tem é que arriscar. Se não der certo, não ia dar ligando ou não ligando. Não sofra não, meu Doce! Vou dizer mais uma vez: não tem uma só resposta. E não existe manual. Cada história, uma história. Eu sei e você também sabe que o coração é uma palha de aço: tem mil e uma possibilidades.
Ou seja, é tudo uma questão de bom senso. Se você não tem, é melhor não tentar.






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