Monthly Archives: março 2011

Voltar ou não? Eis a questão!

Nem sempre só o amor basta – já ouviu esta frase? Com certeza sim. Ela pode ferir os ouvidos dos mais românticos que acreditam que o amor pode vencer tudo. Desde guerras, a catástrofes naturais e longos períodos de orgia ou pobreza. Mas na realidade a coisa está longe de funcionar assim. Pelo menos deveria.

Eu acho que muita frustração seria evitada se todo mundo tivesse a consciência de que só o amor não basta. De que amar o outro não é garantia de um relacionamento duradouro e feliz e que de boas intenções o inferno está cheio.  Dito isso, eu estou aqui na verdade para falar sobre término. Aquele período do término em que você recebeu a irresistível proposta de reatar o namoro e não sabe se aceita a oferta ou não. Então você sai à procura de conselho dos seus familiares ou amigos e tudo o que eles dizem é:

- Você ama ele?

Porra! Não fode! Já começou errado. Neste caso sinto informa-lhes que não se trata apenas de amor. Que na verdade por mais estranho que pareça, o amor não entraria nem no meu top cinco motivos para reatar um namoro. Na verdade ele entraria no top três de motivos para não reatar.

Para ser mais clara usarei exemplos de amigas e sim, elas são amigas porque se me lembro bem, já disse aqui várias vezes que nunca namorei. Tive apenas um relacionamento meia boca que passou bem longe de ser um namoro, então elas são mesmo minhas amigas, não são eu contando histórias disfarçadas de mim, okay?

Eu acho que para reatar o namoro, as mulheres ao invés de se apegarem ao amor deveriam levar em consideração uma coisa bem simples, a mulher de malandro! Sabe aquela teoria que diz assim: me bate uma vez e a culpa é sua, me bate de novo e a culpa é minha? Pois é, eis a verdade universal.

Dependendo dos motivos pelos quais vocês terminaram, o amor, não faz nem cosquinha.

Amiga 01 – Tenho uma amiga que sofre até hoje com o fim de um relacionamento conturbado. O cara é violento, a persegue e sai por ai contando podres safadinhos sobre ela. Ela costuma repetir “O que foi que eu fiz de errado além de amá-lo de mais?”. Pois eu digo, quando você perde o respeito pela pessoa ao lado, não há amor no mundo que salve sua relação. Uma vez que vocês começam a trocar ofensas como “seu corno, sua puta, seu chifrudo” e daí para baixo, não há como voltar atrás, E quando você termina um relacionamento para tentar dar um equilibrada e resgatar o respeito, você está subliminarmente dizendo que é mulher de malandro, que pode xingar, ofender e você está estará ali, de pé, pronta para outra ofensa. Neste caso o único amor que pode salvar esta relação é o amo próprio.

Amiga 02 – Traição. Esta aí o pior dos casos. Sempre quando o término envolve traição a decisão de voltar ou não pode ser bem pior. Voltar significa que você perdoou completamente e deve jogar o assunto para debaixo do tapete, sem jamais trazer a tona. Nada de: “Nossa, você me traiu e não consegue pegar nem um copo de água para mim?” A questão é: você é capaz de esquecer completamente uma traição?

Além disso, quando você aceita uma traição é o mesmo que dizer, pode me trair de novo!

É por isso que eu digo, por mais que as pessoas queiram se enganar e resolver tudo com amor, voltar, dependendo dos casos, diz bem mais do que eu amo você. Geralmente diz, eu não me amo!

Mulheres bonitas não gostam de dividir a conta no primeiro encontro!

Isso de acordo com uma pesquisa feita pela Universidade de St Andrews, na Escócia, citada em reportagem do site “Daily Mail”. Mas, por outro lado, homens atraentes também se mostraram menos dispostos a arcar com todos os custos do primeiro jantar a dois.

Ou seja, ninguém come.

Brincadeiras a parte, o estudo foi feito com 416 homens e mulheres que foram questionados sobre quão atraentes acreditavam ser antes de ir a uma série de encontros hipotéticos. Em cada caso, foram mostradas fotos do acompanhante e eles tiveram que imaginar um jantar com a pessoa. Depois, tiveram que dizer quem deveria pagar a conta. Eles podiam escolher entre pagar a conta inteira, pedir ao parceiro que o fizesse ou dividir.

As respostas revelaram que as mulheres bonitas estavam menos dispostas a querer contribuir. Homens bonitos também relutaram a arcar com tudo. Mas reparem neste detalhe revelado na pesquisa, as coisas podem mudar se o homem quiser impressionar. O estudo, publicado no jornal “Psicologia Evolucionária”, mostrou que eles são mais dispostos a pagar para uma mulher bonita. O pesquisador Michael Stirrat explica: “ Quando um homem se oferece para pagar o jantar, é como se ele dissesse: “Estou interessado, gostaria de sair de novo, de te ver de novo”.

O que eu me leva ao seguinte, esta pesquisa combina com tudo o que eu tenho pensado ultimamente quando um psêudo machista vem aqui no blog e diz algo assim: “Mulher é tudo puta! Dança no colo de homens novos, aproveita a vida e ainda acha que o que importa é dinheiro. Pagar a conta do primeiro encontro uma ova, as mulheres não queriam direitos iguais, agora toma”

Amigo, conta esta história pra outra. Eu só tenho uma coisa pra dizer, nem no meu toba!

Quando o homem conhece uma puta de uma mulher gata, daquelas de parar o trânsito, não somente no quesito beleza, mas gostosa de dentro pra fora. Do tipo que parece que ele jamais vai encontrar de novo na vida, ele paga a conta, ele paga tudo.

Porque homem adora cantar de galo, mostrar que esta no comando e que tipo de homem ele seria se ele não pudesse pagar pelo menos a merreca do jantar ou de um cinema para uma mulher? (assim ele pensa, não eu)

Se no primeiro encontro, no primeiríssimo encontro, quando ele ainda está tentando te impressionar ele pedir para rachar a conta é porque ele não está tentando te impressionar, ou seja, tu não vale o esforço. Ele não está nem ai para o machismo, muito menos para o feminisno, ele ta pouco se importando é com você! Reparem que não estou falando de uma relação, não acho que o homem deva pagar tudo pra mim, estou me referindo ao primeiro encontro! Aquele que supostamente vem antes de todos os outros!

Isso me lembra que dando uma volta em blogs por ai, você percebe que se o leitor acha que a blogueira que está ali falando de sexo é gata, ele aplaude a coragem da menina em falar de forma tão objetiva e simples sobre um assunto que ainda é tabu pra muitas, agora, se ele não acha a blogueira em questão bonita, é tudo puta.

Isso me lembra este vídeo aqui que eu vi no Acidez Feminina.

E só pra encurtar, como diz meu alguém especial, quando o cara acha uma menina uma puta gostosa e quer muito ficar com ela, ele enfia o machismo no toba!

Encontros

Lembra que escrevi aqui minhas impressões sobre o primeiro encontro? Daí vadiando pelas interwebs, eu achei um texto delicioso que explica exatamente o porque eu desisti de relacionamento há quase um não.

“Só uma vez eu queria ter um “encontro”, aquela coisa de cinema, hora marcada, me pega em casa, jantar, muita conversa, um vinho de uma cartela de verdade, me levar em casa e não sair com o carro até eu ter entrado no prédio, ligar no dia seguinte pra saber se está tudo bem, ligar no final do dia pra dizer que sente saudade, segundo encontro, a vontade de ficar junto aumenta também, terceiro encontro, ligações só pra dar bom dia e boa noite, um e-mail com uma música pra mim, um beijo no pé da orelha e escondidinho, mãos dadas como adolescentes, um olhar diferente, sexto encontro, acordar junto com bafo, ouvir que mesmo descabelada e sem maquiagem eu sou linda, vigésimo encontro, um puxão de orelha por mau comportamento, uma reconciliação, trigésimo sexto encontro, escovar os dentes juntos e sair correndo pra trabalhar, nonagésimo oitavo encontro, fingir que estou dormindo e ouvir que sou a mulher da vida inteira, encontro oito mil trezentos e noventa e sete, família reunida, papel de parede ou suvinil, sofa ali, microondas novo, notícia boa, chá de bebê, fraldas, noites sem dormir, encontro vinte e quatro mil e quinhentos, naquele lugar do primeiro, o mesmo vinho, o mesmo olhar apaixonado…

Eu poderia querer tudo isso, tudo mesmo, mas eu me contento em ficar só até o terceiro, só uma vez, só pra fazer diferente”.

Texto do blog Estafermo.

É uma pena que isso não aconteça mais hoje em dia!

O que seria um péssimo primeiro encontro?

Tenho certeza que você já leu por ai várias dicas e casos de como se portar no primeiro encontro, como impressionar o candidato a futuro pais dos seus filhos e tentar parecer ser a mulher que ele sempre buscou, mas parecia não existir. Muita gente caga regra, formas de conduta e qualquer coisa que ponha as moçoilas em um caminho que esteja próximo ao altar.

Eu não sei o que tornaria um primeiro encontro o encontro perfeito. Nem sei se seria capaz de discorrer sobre minhas preferências em relação ao assunto porque a bem da verdade é que o primeiro encontro é um saco. Muita expectativa e, expectativa gente, sempre fode tudo. Vai você achando que finalmente vai encontrar o príncipe encantado e vai ele achando que quer muito acabar a noite em sexo. Só pode dar merda!

Somente isso já basta para cagar a situação toda. Mas sempre fica pior.

No primeiro encontro está todo mundo tentando agradar todo mundo. Nervosos, evitando o silêncio constrangedor.

Mas me deixa completamente brocha e estraga a coisa toda?

A obviedade do sexo. É claro que hoje muita gente não se importa mais de ir para a cama no primeiro encontro. Acho até que isso não é fator decisivo na hora de escolher alguém da outra espécie para ficar ao seu lado. Se o cara pensa assim, bom mesmo que ele tenha ido cantar de galo em outras bandas. A questão é que não entra na minha cabeça que por mais que os dois queiram fazer sexo a coisa tenha que ficar explicita!

Não sei se já aconteceu com vocês, mas já aconteceu comigo muitas vezes do cara querer ir direito para o motel. Você marca um encontro com o camarada, se arruma toda. Entra no carro, a conversa no caminho flui de maneira gostosa e de repente se dá conta de que ele está indo direto para o motel. Assim, sem vinho, sem entrada, sem jantar. Sexo direto, reto e óbvio. Brochante. Já fiz vários caras darem meia volta e me deixarem em casa. Assim, brochamos juntos.

O inverso também acontece. A conversa foi ótima, o jantar e o vinho perfeitos. E você está quase no papo, praticamente com as pernas abertas e a calcinha na mão e o camarada vem e pergunta:

- “Que motel você prefere?” Ou “Vamos para um motel” ou qualquer merda equivalente.

Não é porque a mulher quer dar que você deve fazê-la dizer as palavras. Tenha feeling, deu tudo certo, viu que ela está no papo? Vai direto pro motel, cassete! Se ela recusar, dá meia volta.

Pra mim, deixar o sexo tão óbvio assim é tão brochante quanto aquela sua tia que insiste em fazer aquela piadinha do pavê.

Acho que todo homem de verdade tem que ter feeling! E se ele não souber só de olhar pra cara da guria que ela ta querendo dar pra ele, então recusar o convite certamente terá valido a pena, porque bom de sexo, esse não deve ser.

Como anda seu carma amoroso?

Eu sempre acreditei em carma, não ao pé da letra, não de uma forma muito fervorosa, mas eu realmente acredito que se você anda por ai passando por cima de tudo e de todos, lá na frente você terá seu troco. A vida neste quesito é infalível. Claro que seria melhor se todas essas regras fossem aplicadas no amor, afinal, seria delicioso ver aquele cara que desapareceu do mapa degustando um chá de sumiço bem amargo, daqueles que ficam presos a garganta. Seria melhor ainda encontrar alguém infinitamente melhor do que o último, em todos os sentidos, e ficar sabendo que o tal que te fez sofrer anda se contorcendo de dor de cotovelo por ai. Mas sabe, nem sempre isso acontece. Ou quando acontece o gosto da vingança nem é tão legal assim porque você realmente gosta do seu atual e, ver o ex sofrendo que nem cachorro em porta de pastelaria é de causar uma angustia inexplicável.

Mas já parou para pensar na lei do carma ao contrário? Sim, porque estamos sempre desejando ver o outro pagar pelos seus erros amorosos. Mas e você? E eu? Como pagamos pelos nossos?

Certa vez conheci o senhor perfeito. Ele realmente era perfeito em todos os sentidos. Legal, bonito, engraçado, ambicioso e tinha um único problema imperdoável, ele gostava muito de mim. Tanto, tanto, tanto que às vezes me colocava em um pedestal e isso me dava calafrios. Mas eu estava lá tentando porque alguém uma vez disse: “Saber amar é saber deixar alguém te amar”. Então eu estava lá sendo amada e talvez quem sabe, aprendendo a amar.

Mas como todo mundo eu tinha um amor resolvido que um dia, sem aviso prévio, resolveu me ligar enquanto eu via TV num sábado a noite com o cara legal deitado no meu colo no sofá. Atendi. Do outro lado da linha alguém avisou:

- Posso passar ai às 11h?

Sim. A palavra escapou da minha boca com uma força capaz de destruir uma cidade toda.

Disse ao cara legal, bonito e engraçado que ele deveria ir embora. Que não estava dando certo. Que era amor demais pra mim.

Me arrumei. Esperei o amor mal resolvido no portão com o coração na mão e nem uma culpa no corpo todo.

O amor mal resolvido só queria o que amores mal resolvidos querem: a promessa da última noite de sexo.

Depois disso nada de cara legal. Nem daquele que assistia TV sábado a noite no meu colo,  nem de nenhum outro. Nunca mais. Nada de cara legal pra mim. Já era. Finito. It´s over.

Ás vezes me pergunto se ainda estou pagando por aquela noite.

E você, já parou para pensar no motivo de só conhecer o cara errado?

10 coisas que, se eles dissessem, nós correríamos para as montanhas.

E para começar a semana com bom humor, já que neste fim de semana, fim de semana do meu aniversário, eu não recebi AQUELA ligação e ainda estou lidando com meus impulsos suicidas de ligar para ele ou xingar muito no Twitter, não farei filosofias sobre, sexo, amor e relacionamento. Pelo contrário, vamos debochar dos nossos amiguinhos do sexo masculino.

O The Frisky fez uma lista com 10 coisas que eles diriam que nos fariam correr para as montanhas. Devo confessar que achei todos meio sem cabimento. Okay, nem todas, mas daí pense: E se fizermos nossa própria lista?

Dá uma olhada na lista do The Frisky:

1-     Minha ex é louca ou Tenho uma ordem de restrição contra minha ex.

2-     Eu vendo drogas.

3-     Não namoro mulheres que não se depilam completamente. (Já ouvi isso! Hahaha)

4-     Eu estou sempre certo.

5-     Ás vezes eu tenho pensamentos violentos. (E quem não tem?)

6-     Ganhar dinheiro é a coisa mais importante na minha vida.

7-     Paris Hilton é meu ideal de mulher.

8-     Eu sou um cientista.

9-     Porque você não se veste de forma mais sexy?

10-  Todo mundo me chama de ______________ insira um apelido safadinho.

Enquanto digitava, me dei conta de que não é tão descabida assim. E que existem muitas mulheres que não correm para as montanhas, muito pelo contrário, elas correm de encontro a Maomé. E depois reclamam, não é?

Que item você acrescentaria a esta lista? O meu seria: “Quando nos casarmos, iremos morar no fundo da casa da minha mãe”. É uma cilada. Definitivamente, Bino.

2.7 e contando…

Eu não costumo postar de domingo, e pra falar a verdade, o texto a seguir nem de minha autoria é, mas poderia ser se assim fosse. Nele, todos os meus sentimentos, pensamentos, vibrações e mais que isso, desejos. Por que hoje, meu aniversário, é como um ano novo para mim. Só que desta vez eu estou pronta para abandonar as listas e partir para a ação, do contrário, essa urgência do novo que cresce no meu peito de forma a me deixar sem ar, vai acabar me matando.  A ironia é que em muitos aspectos eu me sinto morta. Morta porque acredito não haver discrepância maior do que viver em arrependimento, afinal, como diria o seu Juca ali da esquina “Não se chora o leite derramado”. Porque uma vez espalhado pelo chão, seu destino é escorrer pelo ralo e ir embora sem olhar pra trás. Subir, preencher o vazio que ele deixou? Não é possível não. Então, ou você senta e chora encarando o ralo esperando um milagre que fere as leis de Newton ou você sai e compra mais leite. Pode ser que na sua vizinhança o preço do leite esteja caro demais. Pode ser que não exista padaria/mercearia/mercados ou contrabandistas de leites na sua região. Então você decide ficar por ali mesmo. Resolve beber água, suco, refrigerante, mas a garganta continua seca. É sede de leite. É sede da coisa derramada não recuperada. É sede da sede. Do desejo de pegar o martelo, quebrar o ralo e encontrar uma forma de recuperar o leite derramado. Mas por algum motivo você ainda está parado com o martelo na mão encarando o ralo e a porta da saída. Quebrar o ralo e fazer uma bagunça ou sair para comprar algo totalmente novo?

Essa é a pergunta. Essa é a urgência.

Mas ano novo e aniversário está ai para isso. Se você largou o martelo e se perdeu pelos cantos da casa sem procurar a porta de saída, pode ser um bom momento para criar um plano. Hoje, é ano novo pra mim.

E hoje, quando eu soprar as velinhas, é isso que eu vou pedir:

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Porque gostamos de quem gostamos?

“Quem eu quero não gosta de mim e quem gosta de mim eu não quero” Certamente você já deve ter repetido esta frase milhares de vezes enquanto pensava como a vida era injusta por te fazer gostar de quem não gosta de você, ao invés de gostar de quem gosta de você também. Em algum momento da vida, geralmente aquele em que a gente acaba de levar um fora, nos perguntamos “Porque gostamos de quem gostamos?”

Apesar da explicação romântica que envolve um coração que quer fugir do peito e borboletas que dançam no seu estômago, a ciência pode explicar isso de uma maneira nada simpática, por assim dizer. Ocorre que nos esquecemos que apesar de toda a evolução, fala e razão, que convenhamos não foi dada a todos, somos simples animais. É isso mesmo! Animais que agem por instinto e que só pensam que estão sobre o controle da situação. A gente costuma dizer: “Eu gosto dele porque ele é lindo, engraçado, inteligente e temos gostos parecidos”. Mas quantas pessoas lindas, engraçadas, inteligentes e com gostos parecidos com os seus, você encontrou ao longo da vida? Mas você não gostou de todas elas, gostou? Muito pelo contrário, geralmente a gente encontra uma pessoa exatamente deste jeito e se chicoteia por não gostar dela.

A ciência explica que assim como seu animalzinho, você fareja o que seria a pessoa ideal. Uma pesquisa revela que mulheres se sentem atraídas por homens que tenham o sistema imunológico bem diferente que o dela, assim a procriação se daria de forma mais eficiente. Já outra pesquisa revela que as mulheres não medem o parceiro ideal pelas características físicas, elas querem saber se ele é um bom partido. Matemática pura. Nada de romantismo.

Será? Eu não sei, mas só isso explica porque a gente encontra um cara alto, lindo, saído de um livro de contos de fadas, bem humorado, inteligente e quando beija o dito cujo… nada! A gente diz que o beijo não bate, o cara não tem pegada, a voz dele é fina ou simplesmente que a química não bateu. A gente tenta porque o cara mais parece que caiu do céu, ainda sim, não rola. Nessas horas eu penso: Se a coisa se dá pelo olfato, um bom descongestionante resolveria todos os nossos problemas?

Certamente muitas pessoas comprariam o produto, visto que, embasados pela teoria do DNA e do olfato, o site Match promete encontrar seu par ideal pelo DNA. Basta se cadastrar, deixar uma mostra do seu DNA, pagar um bom valor e seus dados serão cruzados com as pessoas cadastradas e a genética encontrará a melhor possibilidade para você, assim, quimicamente falando, você não deverá se preocupar, a relação ocorrerá a mil maravilhas.

Mas só isso basta?

Não, a própria agência diz que a busca não pode garantir sucesso porque é necessário levar em consideração as características sociais e culturais. Ou seja, nem a ciência consegue explicar porque diabos você ainda gosta daquele idiota que quebrou seu coração em pedaços, ao invés de aceitar o convite daquele príncipe que surgiu em sua vida como num passe de mágica.

Diante disso eu só tenho uma coisa para dizer: “Porra ciência! Porra coração! Vocês se resolvem ai porque não tá fácil não!”

E você, já cruzou com um príncipe num cavelo branco ou quem sabe uma princesa, mas ficou empacada(o) no meio do caminho e não conseguiu seguir em frente?

Por que os relacionamentos esfriam? Tem volta?

Daí que você está achando que está tudo indo de vento e popa e de repente começa a ter a sensação de que seu barquinho está se movendo mais devagar. De repente ele para e você fica no meio de toda aquela água se perguntando se é hora de abandonar o barco ou se o vento hora ou outra voltará a soprar forte como outrora.

Não é mais ou menos isso que você sente quando está em um relacionamento tão quente que causaria queimaduras as pessoas ao redor e de repente ele simplesmente esfria?

Primeiro você pensa: “Okay, tudo bem! É sinal de que nossa relação está amadurecendo” Afinal, nem só de sexo e juras de amor vivem os relacionamentos. Mas quando você sente seu corpo congelar e começa a bater os dentes, é hora de se perguntar: isso é normal? Aliás, porque os relacionamentos esfriam?

Que tal saber esta resposta diretamente da cabeça complicada dos nossos amigos do sexo oposto?

Do blog Fale com ele da Marie Claire: Porque os relacionamentos esfriam?

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Sobre conselhos: quem é você, o mártir ou o preguiçoso?

Toda vez que estamos inseguros recorremos à fonte mais próxima de energia, nossos amigos ou familiares ou quem quer que seja que está mais próximo de você. Ficamos tão fixados no medo de estarmos errados ou temporariamente desaprovidos das nossas faculdades mentais, que saímos pelas ruas com placas gigantes a procura de socorro. No fundo tudo o que queremos ouvir é: “Pode continuar, você está no caminho”. Mas, por algum motivo estranho, ouvimos justamente o oposto. Quando o assunto é dar conselhos nosso próximo faz valer o ditado “Antes magoar com a verdade do que alegrar com a mentira”, para disparar sua versão dos fatos com a alegria de uma criança de cinco anos que acaba de ganhar um doce. Nós, no auge do desespero, ouvimos, porque ainda precisamos da aprovação alheia. Não importa o quão bem sucedido, maduros ou fodões somos, é sempre bom olhar para o camarada ao lado e sentir o ar de aprovação. Quando esse não vem, a coisa pode fugir do controle.

A insegurança pode te levar a tomar medidas drásticas e estragar algo que poderia ser bom. E ai quando você faz tudo o que te pediram para fazer e mesmo assim assisti a coisa desandar, procura um bode expiatório para descarregar toda sua ira, mas a é verdade é que a culpa é toda sua. Por quê? Porque você ouviu.

Todo mundo tem uma opinião sobre tudo e ouvir todo mundo é meio difícil, não acha? Ainda sim, nós fazemos. Colocamos-nos como mártir e saímos por ai a procura de redenção. A procura de alguém que nos mostre um caminho. Ou tudo isso pode ser apenas preguiça de pensar e escolher o caminho que nos apontaram, assim quando tudo der errado podemos culpar alguém.

Quem é você? O mártir ou o preguiçoso?

Nós temos uma pequena habilidade chamada intuição, que por algum motivo costumamos ignorar, mas só quem sabe o que acontece com a sua vida, é você mesmo, por isso tape os ouvidos e ouça o que você tem a dizer.

Se não conseguir fazer isso, o mínimo que pode fazer é aguentar os conselhos sem cara feia.  Nem sempre a aprovação alheia é uma coisa boa. Aliás, na maioria das vezes não é, afinal, o que eles sabem sobre você que você mesmo não sabe?