Monthly Archives: outubro 2010

Falta de sintonia na cama é motivo para desistir de tudo?

Vou contar outro causo procês. Fiquei saindo com uma determinada pessoa por aproximadamente oito meses, o papo era bom, ele era bom e nós éramos bons juntos. Sempre tínhamos muito que falar, o beijo era perfeito e durante esse tempo não rolou sexo. Até que eu decidi que esse tempo (oito meses) já era tempo o bastante e decidimos partir para as vias de fato. Não rolou, na verdade a tal noite foi no mínimo constrangedora. O que resultou num sumiço, por parte dele, de aproximadamente três meses. Depois, fazendo à compreensiva, voltamos a nos ver, e começamos tudo de novo. E apesar dos nossos esforços, o não sexo era o elefante branco na sala, no carro, em todos os locais. Acabou que acabou tudo.

Daí, fico me perguntando, qual o peso do sexo em uma relação? Será que muito dele ou a falta dele pode prejudicar um casal a ponto de por fim em tudo?

A Carla Zeglio, consultora sentimental da Marie Claire, respondeu assim:

Não creio que a falta de sintonia na cama seja motivo de desistir de tudo, ainda mais se a história reúne vários elementos fundamentais em uma relação como o companheirismo, carinho, amor (que não necessariamente inclui tesão), cuidado, o gostar de conversar com o outro e tudo o que o casal já construiu. O que você não pode fazer é deixar de comunicar essa insatisfação a ele, pois essa atitude dá brecha para que um afastamento ainda maior aconteça e também para a chegada de novos parceiros sexuais. Você diz que não há química no sexo, mas ninguém fica 20 anos com alguém se não houver um enorme cuidado com o outro. E é aí que mora o perigo: se gostamos do outro, uma situação de deslealdade ou de traição descoberta poderá fazê-lo sofrer. Será que é o que queremos para o nosso companheiro de 20 anos de vida? Que tal uma conversa franca sobre suas necessidades? Se depois disso as coisas realmente não ficarem boas para o casal é hora de procurar alternativas, como uma possível separação, mas aí sem tantas mágoas, brigas ou desentendimentos. Uma boa saída pode ser tentar fazer terapia de casal para estimular a conversa entre vocês. Contudo, é importante lembrar que as dificuldades em uma relação só podem desaparecer quando os dois querem. O que será que seu marido pensa sobre isso? Ele vê da mesma maneira? Percebe sua insatisfação? Parecem perguntas estúpidas, mas a maior parte de nós nunca fala exatamente ao parceiro o que realmente precisa. A idealização da vida conjugal e sexual não nos prepara para lidar com os desapontamentos, frustrações e atritos. Calamos-nos diante das necessidades e sucumbimos a um enorme silêncio, culminando na solidão a dois. Cuide de revisitar a sua relação.

Um filme[bb] legal para assistir é “Jantar com Amigos”, baseado na peça do dramaturgo norte-americano Donald Margulies. A história explora a dificuldade de compreender quem deve ou não se separar e as ideias preconcebidas de cada um de nós a respeito da separação e até de nós mesmos.

Uma via. Duas mãos.

Essa semana uma das minhas amigas veio me contar que conheceu o cara perfeito. Bonito, carinhoso, engraçado e com muita pegada. Ela me disse que os dois se identificaram logo de cara e que além da atração física, passaram um tempão conversando. Conversa é tudo minha gente, aliás, como devem saber, é somente o que sobra á partir de certa idade, enfim, só que antes de ir embora suspirando, ela me pediu que guardasse segredo por que o príncipe encantando namora há sete anos.

Fiquei pensando, obviamente que não existe ninguém perfeito, mas assim que ficamos encantadas por determinada pessoa, logo nos apossamos deste termo, só não fui capaz de entender como um cara que namora há sete anos e sai às escondidas com outra, pode ser considerado perfeito.

Deve ser pelo mesmo motivo que outra amiga, não perde, nunca, jamais, sob hipótese alguma, uma festa flash black que acontece aqui na minha cidade, eu tenho pavor, já ela, acha que não há lugar melhor para encontrar um homem casável, afinal, lá esta cheio de homens na faixa dos 35 ou 40 anos, que são bem sucedidos e já passaram da fase da indecisão, e que portanto, estão mais propensos a assumir um namoro do que caras de vinte e poucos anos.

Quase como a minha amiga lá de cima, que acha que um cara que namorou sete anos, é um cara que gosta de namorar, logo, ele não verá problemas em namorá-la. O que ela esquece é que ele AINDA namora, e embora seja um namoro de longa data, ele não demonstra o mínimo respeito pela relação.

Da mesma forma que minha segunda amiga não percebe que o cara bem sucedido, de trinta e poucos anos não está na balada sozinho por que não consegue nada. Ele está sozinho por que QUER.

Veja como é incrível a inversão de papéis, se por um lado algumas gritam “nada de compromisso, me dá minha liberdade sexual” aos quatro cantos, por outro lado, outras gritam com as saidinhas que gritam “calem essa merda de boca, nós ainda queremos e precisamos de amor”.

Uma via. Duas mãos.

Conspiração

Sabe quando você está sozinho há algum tempo, carente que nem o cão e começa a perceber que existe certa conspiração contra você por que toda vez que olha para os lados lá estão os casais, na fila do banco, no supermercado, na faculdade, enquanto espera o ônibus, duplas felizes e apaixonadas que estão ali para reforçar o sentimento de miséria que vem sentindo, então?

Ruas francesas foram lindamente invadidas com artes safadinhas. O nome do projeto é  Claire Streetart, um trabalho cheio de requinte e NADA de pudor. Apenas linhas grossas e formas simples, contrastando entre o  p&b e cores. Seus personagens acabam nos surpreendendo com paixão e fogo e certamente inspiram uns casaizinhos franceses sedentos por safadesa.

Dá uma olhada:

Será que serve de inspiração também para quem está sozinho?

Sex in the air.[bb]

Vi no Mycool.

Nem mais uma palavra.

E ai, tudo bem?

O texto que eu publicarei agora é um dos primeiros que eu publiquei lá no Diário De Solteiro, e que conta uma estória verídica, aliás, que eu vivo bastante e que não poderia me irritar mais. O texto fala sobre homens que querem garantir sexo antecipadamente, sabe aquele cara que te liga já querendo ter certeza se a foda vai rolar por que daí ele saberá que não vai desperdiçar o rico dinheiro e tempo dele em cinema+jantar+ sei lá o que só pra ir para casa chupando o dedo? Então, esse.

Aos homens eu aviso, o texto é cheio de exageros, por que né? O povo quer confete, mas a idéia é essa, não ligue para uma pessoa querendo ter a certeza se a noite vai acabar em sexo ou não. Isso broxa, pelo menos, me broxa.

Segue:

Pior do que as desculpas esfarrapadas que eles contam diante da incapacidade de terminar de forma decente, são as razões esfarrapadas que eles dão quando querem fazer sexo.

Não existe nada que me deixa mais irritada do que a reação de alguns homens mediante a negativa feminina. Primeiro que sexo não se pede. Vai lá, pega de jeito e, se tiver talento, a coisa vai rolar. Se não tiver talento meu filho, seu vasto repertório de frases ridículas persuasivas não irão nos deixar sem calças.

Semana passada, um ser com quem estudei há zilhões de anos me chamou no MSN e começou com o papinho de sempre. Quando lhe disse que não, ele disparou a pergunta mais cretina e óbvia, porém, muito usada pelos homens:

- Qual é amorzinho, está com medo de quê?

É sério. Parem com isso.

A menos que você seja o Jack Estripador, o JigSaw ou dono de um membro absurdamente gigantesco, não há porque temê-lo. Apenas encare o fato de que ela não quis dar. Não pra você.

Após o episódio, me lembrei de outros inúmeros momentos irritantes que passei enquanto tentavam inutilmente, garantir o sexo com a minha pessoa. De todas as coisas que eles dizem, apresento-lhes as mais usadas e piores em minha opinião:

- Nossa, eu entendo que você não é adepta do sexo casual, mas sou eu. Achei que fosse diferente dos outros.

- Não farei nada que você não queira.

- Porque o bloqueio paixão? Prazer é bom, todo mundo gosta. Você não gosta?

- Qual é gata? Cadê aquele fogo todo? Vai mijar pra trás agora?

- Nossa não faz isso linda, tô fissurado.

- Quero você.

- Eu também não faço sexo logo de cara, mas rolou química entre a gente. Vamos deixar acontecer.

- Olha nos meus olhos e diz que não está sentindo vontade alguma?

Para o Zé Mayer garanhão que acredita ser tão irresistível que “não” para seu fabuloso sexo, só pode ser pegadinha do Malandro.

- Você é careta hein?! Achei que fosse diferente. Que neura ridícula.

Nem se dá conta de que ridículo é ele choramingando há três horas enquanto poderia: (1) Ter pago uma garota de programa (2) Ter jogado um belo cinco contra um.

Reparem que a questão não é o sexo casual. A questão é alguns homens acreditarem que podem garantir sexo com frases como essas, e pior, que pode garantir sexo com frases. Essa história de combinar a transa por MSN, ou por telefone, seja como for, é coisa de homem mimado que não sabe pegar uma mulher de jeito. Que não sabe quebrar os joelhos e desconcertar até as mais “puritanas”.

Você que anda tomando sopa de letrinhas demais, isso mesmo, você meu amigo, larga isso aí e põe na cabeça que um puxão de cabelo de forma estratégica, vale mais do que mil palavras, ou melhor, vale mais do que mil pedidos.

Mulheres, concordam?

O dia em que o amor pulou o muro.

Hoje em uma conversa inspirada com alguns amigos, relembrei casos amorosos desastrosos e pensei, por que diabos eu não conto essas peças no blog? Bem, por que ele envolve outras pessoas, algumas posições sexuais e um cadinho de mim que talvez enfrentasse julgamento, mas depois pensei, pensei e cheguei à conclusão: “Pro diabos com isso, vou postar”.

Quando digo as pessoas que cago de medo na calças só de pensar em relacionamento, elas me olham meio desconfiadas, algumas me chamam de covarde, mas certamente elas não passaram o que eu passei. Contarei um dos causos mais nosense da minha existência amorística.

Eu tinha uns vinte anos e a essa altura já deveria ser madura o suficiente para não me envolver com certos tipos. Eu disse, deveria ter, por que obviamente eu não tinha.

Então lá fui eu me apaixonar pelo Fernando, que outrora fora um cabra cobiçado pelas moças do bairro. Jogador de futebol, santista, bonito, conversador e de boa pegada, mas fez decisões erradas na vida e em certo momento desistiu de tudo para viver um caso de amor com a Marijuana, se é que vocês me entendem.

Toda mulher, óbvio, achava que poderia trazê-lo de volta para o caminho do bem, fazê-lo se apaixonar e abandonar as drogas de tanto amor. Síndrome de mãe? Yes, nós temos. Por nós quero dizer que eu também cai nas graças do moço. Me apaixonei de verde e amarelo e como dizem, comia um caminhão de esterco por ele.

Eu jurava que quando ele estava comigo, era carinhoso, engraçado e bom pegador. Até romântico ele era, juro. Mas claro que ele tinha seus maus momentos, muitos, aliás. De vez em quando sumia, dias e dias, e eu sabia que ele estava em algum mato bolando um banza com os amigos, e já que não era mulher, eu aceitava. A falta de amor próprio faz loucuras por você.

Eis que um belo dia, depois de um ano insistindo nisso que eu inocentemente chamava de relacionamento, tive meu momento de claridade, que não foi um dos melhores.

Depois de ter ficado dias sem saber dele fui até sua casa, não entrei por que morria de vergonha da sua mãe que já havia presenciado cenas vergonhosas, então ficamos lá fora conversando. Em certo momento um grupo de amigos passou o avisando que uma tal de manga rosa, das boas, havia chegado no bairro e ele tinha que experimentar, ao que ele respondeu:

-Vale cara, to aqui com a minha mina. A gente quer se acertar, tô de boa na lagoa!

Fiquei até feliz.

De repente ele disse que iria entrar para pegar uma blusa, pois estava escurecendo e ficando frio. Então ele entrou, e nunca mais saiu. Eu me toquei uns quarenta minutos depois e fui embora, de cabeça baixa, arrastando meu coração e catando os pedaços da minha dignidade pelo chão.

Ai você pode dizer: “Mas também, olha o tipo do cara. Mulher de malandro”, mas calma, de onde veio essa, tem muito mais. Calma lá.

E ai, ingerir ou devolver? Pergunta marota do dia!

Já falei para vocês do blog “Fale com ele” da Marie-claire, né? Então, não dá pra linkar tudo aqui, mas normalmente eu acho genial e muito engraçado a forma como ele escreve.

Geralmente ele elucida as leitoras acerca das nossas dúvidas mais comuns, a desta semana é tão comum, que não tinha como não trazer pra cá.

E ai, engole ou cospe? TABU.

Dá Marie-claire:

Engolir. Se der, puder e quiser, engolir. Faz diferença. Até meio óbvio, sabe? Pra engolir é necessário fazer a bisnaguinha dar aquela vazadinha. E essas vazadinhas são o topo, o teto, o arco-íris do prazer. Ou seja: engoliu é porque fez não só direito, como fez direito e maravilhosamente bem.

Nojinho? Bolotas! O sexo é um troço meio sujo. Se é pra fazer, é pra se lambuzar. E se é pra se lambuzar, é pra se melecar inteira e sem medo. “Mas João, me dá ânsia! Aquilo ali, grudento, na cara, nos dentes!” Eu sei, eu sei… Mas considere a posição do homem. A gente, quando vai lá, quando desce ao baixo trópico de vocês, a gente mete as caras. Lambe a fé. É um mergulho de cabeça. Encara tudo o que for pelinho, cheirinho e molhadinho.

Sabendo que cada caso é um, a gente já até reparou que algumas de vocês, no ápice da gostosura, no cume do suor, sob delírio sensual, algumas de vocês oferecem cachoeiras íntimas. Cachoeiras íntimas na fuça masculina! Mulher também ejacula!

Minhas Leitinhas de Coco, não acho que homens tenham uma necessidade de ver a moça engolir. Não é obrigação! Acalme-se. Diria até que é um treco bastante especial, restrito. Não façam assim, com qualquer um. Mas saibam: há um fetiche… E tonto ou não, esse fetiche é alimentado por uma boa engolida sexual. Pela sensação de que o moço é único (… ainda que não seja! Homem vive dessas auto-ilusões…).

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Quando colocamos o outro num pedestal!

Já disse que estou no último ano da faculdade e o projeto experimental e o TCC estão tomando conta da minha vida?

Pois bem, posto isso, digo que não tinha nada de novo para contar ou escrever, então vou deixar aqui um texto que escrevi para o Diário De Solteiro, texto este escrito na ocasião da minha paixão platônica por um cara que eu achava (ainda acho) incrivelmente lindo e engraçado, sabe como é, mulheres não resistem a homens engraçados. Hoje não me sinto mais assim,  ficou tudo no campo platônico mesmo, hoje penso que os papos que trocamos valem mais do que qualquer noite de sexo selva… ah, pro diabos, quem eu quero engranar? Mas passada a coisa, o texto me arrancou várias risadas. Me acompanha? (adoro isso):

Reza a lenda que nascer de saco roxo não é fácil, principalmente por que é ele que sempre faz a voz ativa. Alguns homens dizem que a mulher deveria fazer menos doce, poxa, é difícil ir lá, dar a cara a tapa e fazer papel de bobo por causa de alguns beijinhos, quem sabe um orgasmo logo mais tarde. Afinal, há muitos riscos. Ela pode bancar a difícil a noite toda, pode pedir que as amigas fiquem por perto, pode fazer você gastar todo seu dinheiro em bebidas e no fim deixá-lo chupando o dedo, resumindo, é preciso ser muito macho para aguentar horas, dias, meses, anos de paquera, quando a mulher, ah a mulher, tudo o que ela tem que fazer é estar cheirosa, com cabelos sedosos, bem vestida e munida de um lindo sorriso. Basta mexer os cabelos, olhar nos olhos, tocar a pele do outro levemente e depois mirar a boca, este tá no papo, pode levar pra casa e fazer o que quiser, oras, muito marmanjo canta por ai que mulher é mulher e o que importa é o material que ela leva entre as pernas.

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Admirável mundo velho (e a paquera ao longo dos anos).

A revista Gloss deste mês aborda o mundo das mulheres que vão à caça, digo, das mulheres que não temem a opinião alheia e vão atrás do que desejam no quesito relacionamento. Para elas pouco importa o cenário, pode ser balada, trabalho ou facul, elas avistam o objeto de desejo e vão a luta.

Nem preciso dizer que eu invejo essas mulheres, primeiro por que elas estão pouco se lixando para a opinião alheia, segundo por que não é tarefa nada fácil perseguir, no bom sentido, um homem.

O admirável mundo novo ainda veste a velha carapuça do machismo, e ou a mulher que conquista pode não ter nenhum valor, além do sexual, ou pode assustar o cabra. Em ambos os casos, a coisa tende a não dar certo.

A matéria também apresenta uma retrospectiva da paquera através dos tempos, e tenho cá pra  mim que muita coisa não mudou, me acompanha?

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Conselhos (in)úteis.

Para algumas pessoas o amor é simples, ele acontece, sem aviso prévio ou pedido de permissão, portanto, há que se viver. Para outros tantos o buraco é mais embaixo, logo, eles criam regras tentando medir algo impossível de controlar. Por que cá entre nós, quando o coração diz “é agora”, é agora e ponto.

Seus vizinhos, seus pais, seu amigos e até seu cachorro pode ladrar um pedido estranho de “sai dessa”, mas você não sai, por que né? Não é uma questão de querer. Daí com o intuito de te deixar menos apressadinha, o povo monta manuais e técnicas amorosas. Coisas do tipo, mulher não liga de volta, mulher não diz eu te amo primeiro. Quando ele ligar finja desinteresse. Aliás, quando ele ligar não atenda, espere três horas e depois liga de volta, mas liga num tom casual, de três voltas no quarteirão para parecer cansada, daí ele vai pensar que você estava por ai fazendo algo mais interessante do que esperar a ligação dele.

Vá para a cama no primeiro encontro. Não vá para a cama no primeiro encontro.

Não de perfume de presente por que assim que ele acabar o amor de vocês vai junto. De perfume de presente por que sempre que ele usar vai lembrar de você. Compre um ovo de páscoa, mas, esconda. Só entregue para ele se tiver a certeza que ele comprou um ovo para você também.

Sabe o que você faz com tudo isso? Nada. Tape os ouvidos, siga seu coração e boa sorte. As pessoas se sentem atraídas somente por um tipo de pessoa, aquela que não tem medo de ser quem ela é. Ninguém vai gostar mais ou menos de você por causa do número de ligações que faz, ou da pressa com o qual declara seus sentimentos. Vão gostar de você por causa do seu humor, do modo que sorri, dos gostos musicais em comum (ou não), o jeito como fica vermelha quando recebe elogio ou como fica roxa quando é contrariada. O cantarolar sem perceber quando escreve e principalmente, o jeito como consegue ser você mesma sem se sentir culpada por isso.

E as favas com as etiquetas amorosas. O amor, ah o amor, a gente não mede não.
A gente vive e ama, sô!

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Texto escrito para o Depois dos Quinze.

#comofaz?

Há uns dias publiquei um post sobre os erros que os homens cometem na hora de fazer o sexo oral, e ao contrário do que eu esperava, recebi vários contatos femininos pedindo um post com a opinião masculina sobre suas preferências, ou seja, o que é preciso para ser a mestra no sexo oral.
O que?
Eles respondem.

Compulsivo: eu aprecio muito a arte do sexo oral. Pra dizer a verdade, não sei se gosto mais de receber ou de oferecer a minha parceira. Na verdade também gosto muito do ato simultâneo ;-)
Acredito que: sexo sem oral, não é sexo é rapidinha. O boquete é parte fundamental do ato sexual na minha opinião. Não tem como partir para a penetração sem as preliminares nem sem uma boa lubrificação. E não há nada melhor para isso que o sexo oral. (A não ser, é claro, no caso do sexo anal, onde o KY é fundamental ;-)
É muito importante que a mulher queira fazer, e que ela goste de fazer. Cara de nojinho na hora de cair de boca não dá! Também tem que ter cuidado com os dentes, pra não arranhar e tem que ter ritmo, continuidade, cadência.
E, claro, não pode se esquecer de passear pelas adjacências. Tipo mulher multi-tarefas, sabe? Enquanto a boca faz uma coisa, as mãos fazem outra. Gosto que ela pegue no meu saco enquanto paga o boquete. Também gosto de um hand job, enquanto a boca vai lá pra baixo. Criatividade meninas, é fundamental!

Caco Ignatti: O que vou dizer é politicamente incorreto, mas real: sexo oral com camisinha é uma bosta. Sério, se você tem restrições ou mesmo nojinho do pau do cara, não chupe. Antes isso do que fazer com camisinha.
Isto posto, pra um sexo oral bom não basta a garota ter uma boca de aspirador de pó, tem que ter técnica. E isso significa variar os movimentos, suga-lo na medida certa, lambe-lo de baixo pra cima, brincar só com a cabeça, esfrega-lo na parte interna da bochecha, sempre intercalando com uma punhetinha rápida, tudo isso bem molhado, sem miséria. E quando a mulher faz essas coisas olhando com cara de safada pro homem, é perfeito. Mas meninas, saibam que vocês devem exigir que o rapaz mantenha seu brinquedo muito limpinho e a região em volta com os pêlos muito bem aparados. Nada mais escroto e desnecessário que engasgar com um pêlo comprido.

Chaveiro: Acho que o sexo oral melhora com a conversa, cada um se conhece bastante para saber como gosta. No caso alguns pontos são mais sensíveis, mas pode ser que seu parceiro ache sensível demais. O que a maioria gosta é quando a pessoa que está fazendo acaba abocanhando o máximo que consegue do membro do rapaz e faz pequenas sucções com ele todo (ou boa parte) dentro da boca. Acariciar, chupar, apertar de leve o saco escrotal (as bolas) também ajuda a estimular. O que acho ser desagradável é aquela punhetinha errada na hora H, não sei se é defaut para todos, mas o correto seria pegar o pau do cara uns 2 dedos antes da cabeça do pau dele, apertar um pouco e ai sim fazer os movimentos para cima e para baixo. Acho que a sensação da mulher masturbar o cara errado é como o cara tentar masturba-la no seco, friccionando o clitóris com força… creio que seja o mesmo ardor. Well, fora isso acho que uma boa conversa após o sexo é o melhor para aquecer qualquer tipo de relação no sexo.

Aguardando mais opiniões masculinas! ;-)