Monthly Archives: setembro 2010

A expectativa sempre fode tudo!

Acho que grande maioria das pessoas já sabem, ser rejeitada aumenta ainda mais seu interesse por alguém. Mas há uma grande chance de que esse desejo diminua assim que você reconquista a pessoa. Em um estudo, voluntários que tentaram ganhar um prêmio e não conseguiram concordaram em pagar para obtê-lo. Mas, assim que conquistaram o prêmio, 78 % quiseram trocá-lo. A descoberta pode ser aplicada no amor, segundo a autora do estudo, Ab Litt, pesquisadora da universidade de Standord, nos EUA, se você sonha com alguém que a rejeita, não seria tão feliz tão feliz quando imagina num caso de reconcialição.

Eu, que sou a pessoa que mais sonha neste mundo, sei bem que isso é verdade e não apenas por questões de ego, ou por que eu queria e vou te ter. Mas também por que quando estamos pensando em alguém que não nos quer e sabemos disso, começamos a passar menos tempo investindo e mais tempo idealizando aquela pessoa, logo, caso a coisa saia do campo imaginário, há grandes chances daquela pessoa só existir na sua mente.

Aliás, boa parte da nossa vida, passamos criando expectativas e nos frustramos por que obviamente quando imaginamos a coisa, cabe a ela as cores que pintamos e mesmo tendo conhecimento disso, ainda sim, sofremos quando nos damos conta que a realidade é bem diferente. Todos os dias tento me propor o exercício de esperar menos dos outros e de mim, mas cá entre nós, não consigo pensar em algo mais difícil. E você?

Todo homem precisa de mais de uma mulher?

Algumas pessoas (geralmente as mulheres) defendem que os homens são incapazes de se manterem fiéis, talvez por isso as traições masculinas são mais aceitáveis, afinal, quando eles o fazem a desculpa é de que foi por instinto, só pelo sexo e blá blá blá, essas coisas. Mas será mesmo que não existe neste planeta um exemplar do sexo masculino capaz de ficar com uma mulher só? Essa foi a pergunta que recebi de uma das leitoras, eles respondem:

Compulsivo: Na minha opinião isso não passa de mito, reforçado por séculos de patriarcalismo. Tanto os homens como as mulheres sentem desejo e atração pelo belo, pelo sexo oposto. Quando o relacionamento não está indo bem, qualquer coisa é desculpa para uma pulada de cerca. Basta a oportunidade se apresentar.

Tasseli: Na dúvida, eu sou pelo “talvez”, muitas vezes “quem sabe”, de vez em quando rola um “vai que dá!” Não acredito nessa de homem infiel, acredito no ser humano infiel… ou mentiroso. Mas eu não condeno, é uma deficiência humana antes de tudo… que pode virar coisa pior, desrespeito! Enfim! Toda fidelidade tem que ser espontânea. Se for preciso um pingo de esforço para suportá-la, ela deixa de ser fidelidade e se transforma em martírio… =S Preciso de um cigarro..

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6 coisas que te ajudarão a ingressar no saboroso mundo dos casais.

Algumas mulheres são enroladas por muito tempo, aliás, é algo que acontece muito. Comigo já aconteceu mais vezes do que eu gostaria que tivesse acontecido. Não queremos apressar as coisas e afugentar o homem, portanto nos deixamos ser cozinhadas a banho-maria. O cara aparece quando quer, liga quando bem entende e nós bancamos as bem-resolvidas ao dar espaço para o moço, que por sua vez, alega que não está numa fase boa ou que ainda não quer compromisso, mas aparece na outra semana completamente e assumidamente compromissado. Dai você se pergunta, por que ela e não eu? O que eu teria que fazer para ser a escolhida?

A Marie Claire tem um blog chamado “Fale com ele”, onde um homem aborda as dúvidas que a mulherada tem acerca do universo masculino, a última atualização elucida as moças sobre a questão acima. Como transformar sua ficada em namoro? Não existe milagre e obviamente não existe cartilha que deva ser seguida a risca, mas achei as dicas bem bacanas, até por que existe um grande número de mulheres por ai que sempre se perguntam o que estão fazendo errado, inclusive eu, e reparei que dependendo do caso, faço exatamente o que não se deve fazer.

Seis dicas para deixar de ser caso. read more »

Somente a verdade. Ou quase isso.

Sempre acreditei que o prazer garantido tem algo a ver com sinceridade total, e conforme o tempo passa, boto mais fé nessa teoria. Algumas pessoas, incluindo eu, são incapazes de dizer não simplesmente por que não suportarão a cara de decepção do próximo. É como uma faca que nos corta bem devagar e que fica parada lá por um tempo só pra nos ver agonizar, daí a vida funciona mais ou menos assim: “você pediu suco de manga? Não senhor, foi de caju, mas o de manga ta bom”. Tudo ta bom, a vida tá mais ou menos, o sexo tá mais ou menos, mas desde que não esbarremos com rostos desapontados por ai, tá tudo bem.

Só que chega um momento da vida em que você começa a pensar, “mas que caralhos eu tô fazendo?” E percebe que tudo é mais prazeroso quando passa a dizer não, quando passa a dizer a verdade, no matter what.

Quando o assunto é sexo então, dizem por ai que o tal do orgasmo está mais para “me diga o que quer com toda sinceridade” do que para o ponto G ou C. Especialistas estão sempre escrevendo e falando sobre como as mulheres deveriam deixar de pudor e derramar sobre o parceiro toda a verdade sobre seus desejos mais secretos, eu mesma digo isso. E até concordo, mas a verdade tem que ser jeitosa, não pode ser assim, simplesmente verdade, nua e crua. Tenho cá comigo que ninguém agüenta certas verdades.

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A primeira vez.

Escrevi este texto originalmente para o Borboletando, agora vou dividir com vocês.

A primeira vez que beijei foi aos dezessetes anos, tai uma coisa que jamais esquecerei, afinal, sonhei com este momento durante toda minha adolescência, e quanto mais tempo esperava, mais frustrada eu me sentia. Com toda razão, afinal quando eu finalmente beijei, minhas amigas estavam falando sobre a primeira relação sexual. Não preciso nem dizer que quando tive esta experiência, minhas amigas já estavam programando o casamento. Ser tardia assim nunca foi minha intenção, é que as pessoas (quando digo as pessoas quero dizer os homens) é que tardavam comigo.

O fato é que independente de como aconteça ou quando aconteça, toda primeira vez é marcante. Primeiro dia na escola, primeiro dia no trabalho, primeiro beijo com aquela pessoa por quem você está apaixonada há séculos, primeira vez que alguém lhe diz “eu te amo” ou a primeira vez que alguém lhe diz “não te amo mais”, a propósito, bem traumático isso, não? Enfim, a revista Gloss (Abril) da edição deste mês, traz uma matéria bem interessante sobre o primeiro orgasmo, que não tem absolutamente nada a ver com a primeira vez que você fez sexo, até por que, em se tratando de mulheres, bem sabemos que orgasmo e sexo nem sempre andam juntos.

Esta matéria, que tem depoimentos de mulheres relatando seu primeiro orgasmo, me lembrou de um vídeo que vi no YouTube sobre o assunto e que estava afim de dividir com vocês faz tempo.

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Qual é o som da hora H?

Bom, o dia hoje está incrivelmente estranho, esta dando tudo errado e eu estou no máximo da minha originalidade, percebe-se pelo títuto que dei ao nome da tag nova. Como eu expliquei esses dias, seis homens respondem as perguntas que recebo por e-mail da mulherada e que não posso responder por que não nasci com pinto.

As leitoras nunca, jamais, serão identificadas aqui, okay?

Muitas mulheres se perdem nas coisas que acham que precisam fazer durante a transa e acabam não relaxando. Umas destas preocupações é como demonstrar o que está sentindo. Ás vezes dá vontade apenas de fechar os olhos e sentir o momento, mas e o cara? Pois é, e o cara. Logo, a pergunta que recebi foi a seguinte: “Muitos homens não gostam de mulheres que não gemem ou fazem qualquer tipo de som na hora do sexo, mas pra vocês o importante é gemer ou é ver pela expressão facial que está satisfazendo a parceira sem ela estar gemendo ou emitindo qualquer som ?”.

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Aquela leseira cardíaca!

Hoje o post é mais do que pessoal, é que senti aqui no meio da espinha um desejo incontroável de falar sobre o assunto com vocês, por que aposto todos os meus sapatos que muita gente passa por isso.

Fim de semana rolou uma balada, do tipo de balada que você já vai cheia de más intenções para ficar com uma pessoa que está desejando há séculos, mas que não vai rolar a menos que o clima seja propício, muito propício e olhe lá, tenho cá comigo que este treco não rola não. Daí, como eu estava distraida perseguindo meu alvo com os olhos para ver se ele não seria abocanhado por umazinha qualquer, eu acabei sendo abocanhada, por alguém tudo, menos qualquer.

Rolou química, o cara era legal, com um sorriso lindo, engraçado e uma pegada de tirar o folêgo. Acho que era bem mais do que eu poderia pedir por uma noite, pelo menos assim eu pensava, até ser surpreendida com a maldita frase: “Me dá seu telefone?”.

Na hora me bateu uma vontade de atacar de Gigi, do mamão com açucar mais clássico ever, “Ele não está tão afim de você”, e jogar-lhe o papo reto: “Meu, tu não vai ligar. Não pode apenas dar uns beijos, apalpar a carne e sair andando? Tá bom pra ambas as partes. Agora me pede o telefone pra quê? Pra que eu fique uma semana esperando, pensando em você e inventando desculpas até que eu me convença de que não vai ligar?”

Mas não queria sair dali numa camisa de força, então dei meu telefone pra ele.

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Revelações virtuais

Vi esta notinha na Nova, edição de agosto: “Cheque (não leia!) o e-mail do seu namorado. Segundo o consultor de tecnologia e marketing David Greenfield, autor de Virtual Addiction (Vicio Virtual), a caixa postal do seu homem diz muito sobre ele. Por exemplo, se deixa várias mensagens abertas, pode ser do tipo que não consegue priorizar as coisas. Mas, se organiza tudo em pastas, deve saber gerenciar bem sua vida. Não apaga e-mails? Sinal de que é sensível e emotivo”.

Acho este tipo de nota super engraçado, acho mais engraçado ainda como nós mulheres nos apegamos a estas informações, mesmo sabendo que não faz sentido algum.

Primeiro por que já discordo deste papo de checar a coisa alheia, mas vá lá, se for regra válida no seu relacionamento, quem sou eu para questionar. Agora, eu adoro pastas, mas não é sinal de que sei organizar minha vida, aliás, crio tantas pastas que me perco. Sou totalmente desorganizada, se a regra acima fosse válida para as mulheres, o cara que foi checar meu e-mail teria uma decepção e tanto.

É impossível definir a pessoa por um gesto tão pequeno, que muitas vezes ela faz sem pensar, e é particularmente interessante como as pessoas tendem a fazer isto a todo momento.

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