Monthly Archives: agosto 2010

Oh, dúvida cruel.

Dai que andei pensando e pensando sobre esta coisa de generalizar, e fiquei pensando que seria ótimo ter uma opinião masculina por aqui. Mas ao invés de chamar um cara para escrever, afinal seria apenas uma opinião, chamei seis, que darão seus pontos de vistas completamente diferentes a respeito de sexo, comportamento e relacionamento. A principio o post será toda sexta-feira, e só com homens, se a coisa funcionar, a gente escala um time de meninas para fazer a mesma coisa, tudo depende da respostas de vocês.

Quem são eles?

Aprensetação brevíssima: Compulsivo ( blog e twitter), Jack Testosterona ( criação do Edu), Diabo Loiro (blog e Twitter), O Chaveiro (Twitter e Blog), Bruno Zepelini (Twitter) e Tasseli (Twitter).

Se você mulher, quiser contribuir com a tag e nos mandar sua perguntinha básica, fique a vontade. Não precisa se identificar. Manda vê!

Só que assim, só pra variar o tal do Iframe do docs não funcionou aqui, então clique aqui se quiser praticidade e total anonimato.

Se quiser um grau médio de anonimato, use o formulário de contato. Ou, me mande um e-mail: jackeline@docesoutravessuras.com.br

Aguardarei ansiosa.

Beijos

Boys will be boys ou coisas que a gente sempre esquece, sobre eles.

Vamos esquecer criticas de gente que não tem mais o que fazer e trazer de volta o bom humor para este blog. Hoje compartilho com vocês uma matéria que li na Woman´s Health deste mês a respeito de coisas que descobrimos sobre os homens com o passar do tempo. Aliás, coisas que a gente sabe, mas esquecemos e ou fingimos não lembrar, dai cobramos demasiadamente quando na verdade, já sabemos a resposta. Acho até que se agissemos como eles em muitas situações, seríamos mais felizes, vem comigo… rs

Eles são eternas crianças, quando crescem apenas trocam o brinquedo por outro mais caro.

Estamos falando de carro, mas a mulher também tem das suas. Agora, isso de viver certos momentos com alguma leveza, ás vezes até conservando alguma “idiotice”, eu invejo bastante. Se por um lado eles agem como crianças, muitas vezes nós agimos como idosas reclamonas. “A idiotice é vital para a felicidade”.

Se a sua amiga for bonita, ele vai sim ter vontade de transar com ela.

E com todas né gente? Com a protagonista da novela das 8, com a atendente da padaria enfim, com a maioria das mulheres. Acho que estar namorando/noivo/casado não impede ninguém de achar outra pessoa atraente e, ás vezes, imaginar cenas ilíticitas com aquela pessoa, não significa que irá fazê-lo.

Adoram mulheres independentes. Mas sempre deixe para eles algumas coisas.

Eu concordo e assino embaixo, apesar de todo esse lero lero de mulher independente, acho importante não confundir alhos com bugalhos. De vez em quando eu banco a mulherzinha sim senhor. E adoro quando o cara me liga com a noite já planejada em mente, adoro quando ele se oferece para pagar a conta e adoro mais ainda quando sou surpreendida com um beijo que veio não sei de onde. Fucky yeah! Atitude…

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No sex for U !

Este post é pra você que passou aqui e me encheu o saco por causa do último post. Acho lindo como muitas vezes algumas pessoas passam aqui para dizer que o machismo é invenção de mulher recaldada e depois deixam comentários neandertais como esses, afinal, é só sexo. A forma como uma pessoa conduz sua vida sexual, não determina quem ela é. É uma pena que muitas pessoas ainda pensem assim.

Ainda sobre o assunto, ou quase, me deparei com uma matéria publicada na Marie Claire entitulada “Diário De um caçador”, onde um solteiro de 30 e poucos, narra suas peripécias sexuais. Ele é visto como bem-resvolvido, já as mulheres que resolvem ir para a cama com ele não, obviamente. Ainda sim a matéria rendeu, por que o pior de tudo é que a mulherada ama ler este tipo de coisa. Elas adoram saber o que eles estão pensando e de que forma podem agradá-los. Por isso também blogs como o Manual do cafajeste para mulheres fazem tanto sucesso, eu acho deprimente alguém pensar que é melhor ser uma louca submissa esperando um homem que já curtiu tudo que tinha pra curtir, do que viver sua vida da forma que melhor lhe convém.

Dá uma olhada em alguns trechos gritantes da tal matéria da Marie Claire:

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Seis bons motivos para praticar sexo casual

Essa semana escrevi um texto sobre meninas más e dissertei sobre meu desejo de ser menos boazinha. Na verdade, não existe isso de boa ou má, foi apenas um desabafo fresco em forma de escritos. Mas muitas vezes deixei de fazer coisas que queria muito fazer, por medo de não saber lidar com a opinião alheia ou a minha própria opinião no dia seguinte.

Dai que hoje, vagando pelas interwebs, eu achei este post na Marie-Claire e decidi postar, pra finalizar bem os posts da semana sobre minha crise sexual existêncial.

O texto que você confere a seguir, é da revista e não meu, okay?

A jornalista americana Monica Shores, do portal Alternet, um dos que melhor fala sobre sexualidade na web, listou seis boas razões para praticarmos “one night stands”. Contrariando a máxima de que toda mulher sai machucada de transas fulgazes que não precedem telefonemas românticos, ela enumera motivos para casadas e fiéis morrerem de inveja de quem está na pista. Confira:

1) Faz com que você se sinta mais poderosa
Um estudo feito pela terapeuta sexual Heather Corina com 4990 mulheres solteiras e casadas mostrou que aquelas que praticavam o sexo casual (81% do total) o faziam para descobrir mais sobre sua própria sexualidade. Dessas, 80% afirmaram que o sentimento de liberadade durante a transa com um desconhecido é tão grande a pontro de diminuir as inseguranças. O que nos leva ao próximo ponto:

2) Ajuda a superar a timidez
Por mais acostumadas que estejamos a namorar nossos namorados, não podemos negar que o desejo de satisfazê-los na cama (tanto em termos de qualidade quanto de frequência) acaba virando um probelma. Transar sem envolvimento é tão libertador que faz com que nos preocupemos muito mais com o nosso prazer do que com o que estamos (ou não) proporcionando.

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Qual é o seu tipo?

Tipo – palavrinha chata que me perseguiu a vida inteira. A Wikipédia, por que deixei meu dicionário no trabalho, a define mais ou menos assim: “conjunto de características que distinguem uma classe, indivíduo, homem, modelo, estilo”. Já modelo, podemos definir assim “padrão, protótipo”, logo quando eu digo “ele não faz meu tipo”, estou querendo dizer “ele não segue o padrão das pessoas pelas quais eu costumo me interessar”.

Partindo deste princípio apenas posso deduzir que sou um modelo fora de série, uma vez que nunca nesta vida fiz o tipo de alguém, e todas as minhas tentativas frustradas de um relacionamento terminam com a seguinte frase: “Você é legal, é a menina dos sonhos de qualquer cara, mas não faz meu tipo”. Daí eu me pergunto que tipo? O tipo de pessoa que não gosta de você?

Eu gosto de homens altos, de costas largas, dentes brancos, sorriso lindo e barba por fazer. Eu gosto, por exemplo, do Gerard Buttler, mas nem por isso vou pendurar uma foto dele na porta da minha geladeira e sair procurando por homens parecidos, dizendo a todos os outros: “Desculpa, você não faz meu tipo”. A propósito, me desculpem vocês, mas pra mim, tipo de cú é rola. Na verdade é só mais uma forma educada de dizer “eu não estou afim de você”.

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Como encontrar no Google o relacionamento que você busca.

Quem tem um blog e quer vê-lo chegando em algum lugar, precisa saber no mínimo o que seus leitores pensam ou como eles vieram parar aqui. Dando uma olhada no Analytics, sempre me surpreendo com os assuntos que as pessoas buscam, e mais ainda, de como apesar dos comentários e de alguns afirmarem que não se fala sobre sexo, que é inútil criar um blog para tratar do assunto, grande parte das pessoas, veja bem, disse grande e não todos, usam palavras chaves como sexo ou amor. Desde “Como manter uma relação sexual com o amigo, sem se envolver?”, até “Quais os desejos mais obscuros da mente masculina?”.

Por que será? Por que? Por que?

Quando o filme 500 dias com ela foi lançado, parecia uma grande revolução, já que a mulher fazia as vezes do homen no enredo. Melhor dizendo, o casal mantinha uma relação em que a mulher, a príncipio, somente o procurava quando estava a fim de desfrutar de bons momentos; Com o passar do tempo esses momentos foram aumentando, quando se sentiu pressionada mandou o discursso mais famoso ever, que começa com “não estou pronta para um relacionamento” e termina com a marca do pé na sua bunda, depois, achando que encontrou a primeira mulher do mundo a desejar liberdade, ele fica sabendo que a garota que não queria compromisso estava noiva.

Vai me dizer que nunca sonhou em dar uma dessa? Não vou generalizar, como disse no ínicio, mas ouso dizer que metade da população feminina do planeta conheceu um cara que era super fofo quando estavam juntos e de repente sumiu alegando baixa resistência a altas doses de compromisso e reapareceu na semana seguinte mais encoleirado que cão bravo.

O que eu quero dizer com isso? It´s all about love, meus caros!

As pessoas querem saber por que situações como a de cima são comuns, por que as pessoas usam de artificios para esconder suas reais intenções, aliás, por que elas escondem suas reais intenções?

É dificil dizer, já que como mulher fui criada para esconder minhas reais intenções desde sempre. Hoje é mais comum chegar ao trabalho e dizer que estou com cólica por que afinal, eu tenho 26 anos, mas até certo tempo, há bem pouco tempo mesmo, eu não podia dizer isso, era feio. Todos sabem que as mulheres tem útero e por isso menstruam, mas dizer é feio. Dizer que se masturba é feio, dizer precisa de alguém pra dormir de conchinha é igualmente feio. É atestado de carência, de loucura, de impotência.

Por isso aprendemos que o melhor é fingir que não queremos nada. Por mais dificil que seja. Já peguei o telefone de alguém e depois apaguei, pra nem correr o risco de ligar. Já disse não, mesmo doida para ser jogada numa cama e ser virada do avesso.

Esse é o papel da mulher hoje em dia, dizer exatamente o oposto do que pensa e procurar no Google uma forma de entender o que eles pensam e querem, para que mesmo não dizendo nada, elas consigam fazer-se entender.

Faz sentido?

Não pra mim.

Meninas más.

Carência. Sf. Falta, necessidade, privação.

Período de carência, período legal ou convencional suspensivo de um direito ou obrigação.

Eu acho que poderíamos substituir toda essa baboseira para algo bem simples, carência é o ato de fazer merda.

Pode jogar nas minhas fuças que fazemos merda por que “estamos carentes”, ainda sim, sei que longos períodos sem um macho de solidão, é motivo para enfiar o pé na jaca.

Sabe aquele cara que te encheu as bolas por dias e dias e você nem olhava para o lado por que achava total perda de tempo? Pois é, ele ainda é uma perda de tempo, nem em um milhão de anos ele seria candidato ideal a qualquer coisa, quanto mais a namorado, ainda sim, de repente você é invadida por um sentimento de arrependimento que quase queima a alma, você começa lamentar o fato de ser tão centrada a ponto de não perder tempo com idiotas, por que se você tivesse dedicado um minuto sequer a ouvi-los, teria na agenda contatos pelo menos para uma foda. Mas você não tem, você não tem por que é a menina legal, que banca a engraçada a noite toda e vai embora sozinha.

Então é impossível não me perguntar, mas que merda eu ganho sendo a menina legal? Nada, porra, absolutamente nada.

Quem está de fora costuma passar de vez em quando alguns sermões cheios de comiserações. O ouvido sangra ao ouvir que é melhor manter-se fiel a seus princípios e hora ou outra o amor virá, é questão de tempo. Mas que diabos, se for assim eu teria que acreditar que todas as pessoas que encontram o amor não levam consigo nenhum princípio, ou estão sendo enganadas, ou estão perdendo tempo com a pessoa errada, afinal, se todas as meninas legais estão vagando por ai de coração partido esperando um cupido curandeiro, todas as meninas más estão amando e fodendo loucamente?

Acho que entendi tudo.

Fecha a conta e passa a régua.  Tô me livrando desta carcaça!

Oi =)

Olá pessoas =)

Estou passando rapidinho só para dizer que o layout mudou, como vocês podem ver. Falarei rapidinho sobre ele.

A escolha do layout novo tem a ver com o nome, Doces Ou Travessuras, e representa todo o universo feminino, quero dizer, a mulher é um monte de coisas e podem desempenhar vários papéis. Não existe isso de puta ou santa, ou recalcada e sei lá o que. O que sempre me irritou profundamente foi o fato das pessoas criarem  rótulos, seja feminista, machista, puta ou santa, nada disso faz sentido.

Além disso era necessário que ele ficasse um pouco mais mulherzinha para que os homens entendam que este espaço foi feito por uma mulher que vai falar o que quiser a respeito das encanações femininas. #Win

Enfim, espero que tenham gostado! :P

Amanhã os posts voltam normalmente e aproveito para pedir que respondam o questionário rapidinho, dois segundos!! Vai lá. Pesquisa da Jacke.

Outro recadinho para você que assinava o feeds do blog: Peço por favor que refaça seu cadastro por que mudei para o Feedburner. E para você que ainda não assina o feeds, está esperando ok??

Beijos ^^

Novidades ;)

Olá pessoas, tudo bem??

Na próxima semana fica pronto meu layout bonitão, lindão e bemmm mulherzinha, desculpa aê, eu achei lindo e não vejo a hora de mostrar para vocês.

Junto com o novo layout virão algumas mudanças que tendem apenas a melhorar este blog que lê, espero.  Para tanto, preciso de uma pequena ajuda. Cada dia mais o número de visitas aumenta e eu tenho ficado cada vez mais feliz e realizada, amo fazer isso, mas apesar dos números gostaria de conhecer um pouco mais sobre as pessoas que passam por aqui todos os dias e sobre seus hábitos em relação ao blog, até mesmo para melhorar nossa comunicação. Por este motivo elaborei uma pesquisa e gostaria que vocês pudessem respondê-la. Eu sei que é um saco, mentira por que eu particularmente adoro responder estes questionários, mas você pode não gostar.

Mas também gente, são cinco minutos, coisa rápida!

E se não for abusar da boa vontade, peço que cliquem no link por que me matei tentando “embebar” a coisa aqui e não deu !!

Pesquisa chata de Jacke.

Beijos ^^

Romance casual.

Quando pequenos, ignoramos o fato de que as pessoas são diferentes e procuramos por semelhanças, estamos sempre às voltas com crianças que se parecem conosco, nem que seja no gosto pra geléia com pão na hora do recreio. Na adolescência é igual, porém quando adultos, a coisa fica um pouco complicada, não dá mais para escolher as pessoas que entrarão em nossas vidas, elas simplesmente acontecem, mesmo que à primeira vista, as diferenças sejam gritantes.

E foi assim, na faculdade, que a Aline aconteceu na minha vida. Presbiteriana, nunca tinha beijado e vai se casar virgem. Eu achava tudo isso uma bobagem, mas era linda a forma como ela tinha fé e usava calça Skinny e saia bandage. Pronto, achei minha semelhança, ficamos amigas e ainda somos. Ela sempre ria com os causos que eu contava sobre minha solteirice e dizia:

- Ai Jacke, conta mais. Eu preciso saber tudo. Como é?

E eu contava, e ríamos até perder o folego.

Então, não mais que de repente, a Aline conheceu alguém e foi à vez dela me contar, aliás, não só a mim, mas a meia dúzia de mulheres que ouviam atentas uma história real sobre um homem quase em extinção.

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